05/7/2010

Review: Wacom Bamboo Pen

Resolvi fazer uma coisa que vinha adiando há muito tempo: comprar uma tablet.

Pra quem não sabe, tablet é Wacom, assim como a Terra é redonda e futebol é Flamengo, ok? Um bom tempo atrás eu pude experimentar uma Genius e tinha achado bem ruim, ela tinha uma faixa cega na área ativa, não tinha uma boa precisão e talvez isso tenha me desmotivado um pouco.

Mas, como sou cercado de ilustradores extremamente talentosos, eles me indicaram a Wacom. Optei pelo modelo mais básico (e acessível) de todos, sem ar-condicionado, sem travas elétricas e motor 1.0, a Wacom Bamboo Pen. Escolhi o mais simples porque eu não preciso de muita coisa, apenas uma tablet que não falhe (como a Genius) já tá ótimo.

A fama da Wacom não é à toa. Dá pra perceber que é um outro nível já pela embalagem e pelo material. A tablet é bem “firme”, não tem cara de que quebra fácil e é bem bonita. Logo que tirei da caixa, já comecei a rabiscar uns desenhos no Photoshop.

No começo é meio estranho pra quem nunca usou uma tablet antes, mas precisa de pouquíssimo tempo pra se acostumar. Outra vantagem em relação às outras tablets é que a Wacom não usa pilhas, somente a conexão USB.

A Wacom Bamboo Pen possui uma área ativa de 147 mm x 91 mm e a caneta possui 512 níveis de pressão. No meu caso, que não sou ilustrador e não uso a tablet com finalidade profissional, já é o suficiente. Se você é ilustrador e quer algo mais robusto, eu (e todos os ilustradores do mundo) indico a linha Intuos. Se você é daqueles que só se contenta com o máximo, fique rico e vá de Cintiq.

Eu sempre gostei de desenhar, desde moleque, mas há anos que eu não rabiscava nada. A Bamboo Pen serviu como um estimulante pra eu desenferrujar um pouco.

Sei que você tá perguntando “e o preço, Edu?” Eu comprei no Mercado Livre, basta fazer uma busca rápida e logo você a encontra numa média de preço de R$ 255.

Recomendo. É barata, é da melhor marca do mercado e funciona muitíssimo bem.

PS: Meus desenhos que ilustram esse post foram baseados em fotos da Laura Taylor.

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