06/30/2009

Twitter, Piratas e muita vergonha alheia

Vergonha alheia. Não encontrei nada melhor do que isso pra dizer o que eu senti ao ver essa palhaçada que rolou ontem no Twitter.

Marcos Mion, Vesgo, Júnior Da Sandy e cia, todos pagando uma de líderes rebeldes salvadores da pátria, tentando colocar o #forasarney nos trending topics do Twitter.

Sabe como? Implorando ajuda pro Ashton Kutcher (que tem followers pra caralho, é o rei do Twitter) para que ele ajudasse a divulgar a tag, sendo que o Júnior Vamo Pulá disse assim pro Kutcher:

Vamos lá, cara! Você é importante para tornar nossa opinião importante!

Qualé, Sandy Júnior? Bebeu varsol? Como se não bastasse, o Marcos Mion ainda solta uma dessas:

Ashton! I’m a VJ from MTV Brasil! Check out this part of my show…

E você, Papito? Tá querendo lutar pelo seu país ou se promover?

Mas sabe o que é melhor do que toda essa babaquice? Levar uma lição de moral pra meio mundo ver, do próprio Ashton Kutcher:

Toma!

Aí, depois, o próprio Mion lança um clássico #mimimi:

Putz, o Ashton disse que não pode ajudar! Que temos que lutar pelo nosso país.. fuck!

“Fuck” por que? Por ele não ter entrado nessa furada? Porque é cansativo lutar pelo que quer? Ou seria porque os “piratas” não conseguiram chamar a atenção do cara, tomaram um toco memorável e se sentiram menos celebridades?

Tem um vídeo circulando no YouTube, feito pelo Cardoso, que mostra como tudo aconteceu: Os Piratas que Foram Sem Nunca Ter Sido. Melhor título, impossível. Recomendo assistir.

No mais, vergonha alheia.

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04/2/2009

Popularização do Twitter

Twitter

Acabei de ler a matéria de capa da revista Época sobre o Twitter. Não vou analisar aqui a qualidade da matéria em si, até porque não sou jornalista pra fazer esse tipo de coisa, mas pude ler algumas coisas bem interessantes e outras que discordo completamente.

Tenho o costume de sempre ler primeiro aquelas chamadinhas mais destacadas e informações que estão em gráficos, então a primeira coisa que vi foram as “dicas para usar melhor o Twitter”. Já torci o nariz:

Coloque-se no lugar do seu leitor: você gostaria de saber que alguém está comendo um lanche? Eu gostaria! Por que não? Quem disse que quero saber apenas das coisas cultas e filosóficas que rolam por aí? Existe muita gente divertida no Twitter e a graça é justamente as twittadas sem compromisso, que podem aparecer entre as mais “úteis”, por exemplo. E eu twitto muito sobre comida.

Encontre uma velocidade ideal de mensagens: se forem poucas, ninguém vai segui-lo; se forem muitas, as pessoas vão deixar você de lado. Bobagem. Isso está longe de ser uma regra. O Twitter é formado por pessoas, cada uma com gostos e características diferentes. Imagine se todos tivessem o mesmo perfil e mesma conduta, qual seria a graça? Ler sobre os mesmos assuntos e tudo na mesma quantidade?

Por isso acho besteira algumas “regras de uso”. Acho que o que faz alguém te seguir ou não são inúmeras pequenas coisas, desde o jeito que você escreve até o emprego que você tem. Neste exato momento tenho 243 “seguidores” e garanto que você pode começar a twittar exatamente tudo o que eu twitto que esses mesmos 243 não vão começar a te seguir só por isso.

Pra reforçar meu ponto de vista: eu sigo o @rodrigodavid porque ele é meu amigo. Sigo o @Camiseteria porque é uma marca de camisetas que eu gosto e que sempre faz promoções exclusivas no Twitter (aliás, ontem ganhei uma camiseta na promoção do dia da mentira). Sigo o @lribalta porque acho engraçadíssimo o que ele escreve por lá, mesmo que seja em pouca quantidade.

Novamente, o Twitter é formado por pessoas e as pessoas são diferentes. Seja você mesmo e não tente agradar a todos, você não vai conseguir.

A matéria ainda mostra casos fantásticos de uso do Twitter, como os médicos do hospital Henry Ford (EUA) que narraram uma complicada cirurgia de extração de um tumor de rim, a fim de compartilhar os avanços da medicina com o público. Também lembrou do acidente com o avião que caiu no lago Hudson, nos EUA. A primeira informação (e foto) veio do Twitter, de um tripulante que estava numa balsa perto do local do acidente.

Mas, tem gente que acha ruim. John Grohol é um psicólogo americano que disse:

O Twitter nos envia o fluxo de consciência bruto de milhões de pessoas, sem nenhum filtro.

John, o filtro é você. O filtro sou eu. O filtro somos nozes. Quer filtro melhor que esse? Cada um escolhe o que quer ler no Twitter. Gostou? Follow. Não gostou? Unfollow.

Depois dessa matéria da Época, é bem provável que uma nova onda de usuários chegue. Aqueles que nunca tinham ouvido falar, os que já conheciam mas não se interessaram o suficiente, etc. Vi gente por aí dizendo que o Twitter viraria zona, que nem o Orkut. Espero que não. Seria horrível, por exemplo, se liberassem aqueles emoticons ultra coloridos e animados nas twittadas!

Não lembro como foi que conheci o Twitter, mas já faz um bom tempo e uso todo dia, toda hora. Se não estou twittando aqui do computador, faço da sala, da cozinha ou até mesmo do supermercado (esses dias informei o preço dos ovos de páscoa pra @haguilera num piscar de olhos), usando meu iPod com wifi.

De qualquer forma, acho que não tenho medo da “banalização do Twitter”. Pode vir quem quiser, sejam todos bem-vindos. Eu confio nas pessoas como filtro.

E se você quiser me seguir no Twitter, eu sou o @eduardoduccigne!

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09/16/2008

Curiosidade…

Estava aqui pensando. Dias atrás um amigo meu veio aqui em casa usar o outro computador para fazer um trabalho urgente, porque o dele estava na assistência.

Aí ele ligou, conectou e falou:

Eu não consigo fazer nada se antes eu não ver todo o site do Terra.

Eu disse que tinha um “problema” parecido, não conseguia começar a trabalhar se antes não visse o Twitter, Camiseteria, Flickr e Globo.com.

Mas nisso eu fiquei com uma dúvida: por que o Terra? Eu não gosto do Terra, não consigo ler nada lá e o meu amigo adora. E ele raramente acessa Globo.com. Tenho um primo que não acessa nem Terra nem Globo.com e sim UOL. Outros, preferem o iG. Minha tia não acessa nenhum desses sites “nacionais”, apenas os “regionais”.

E esse “costume” aparece até nas tabs do Firefox. É sempre na mesma ordem: Twitter, Globo.com, Camiseteria, Flickr. Tem horas que nem percebo, chega a ser automático.

Isso me lembrou uma conversa que tive com o Zerrenner, sobre a quantidade de informações que somos obrigados a absorver diariamente. Falávamos que, se ficarmos dois dias sem internet, dá uma sensação de estar totalmente desatualizado do mundo e ao mesmo tempo dá uma agonia porque quanto mais tempo, mais desinformados ficaremos e mais coisas teremos que ler/ver/ouvir para tirar o atraso.

Confesso que muitas vezes essas novidades que aparecem quase que todo dia (Blip.fm, Plurk, agora Popego, etc) me assustam. Eu penso “Putz, mais um?” e tento resistir ao máximo para não aderir, com receio de ficar dependente de mais coisas do que já sou. E parece que você é um ultrapassado se não acompanha esse ritmo frenético que chega a dar inveja na Mulher Melancia.

Quis compartilhar isso por aqui. Então, quem quiser, responda:

  1. Qual a sua rotina internética?
  2. Qual o site que você não vive sem e qual você quase nem lembra que existe?
  3. Você se cadastra em tudo que aparece pela frente ou tenta resistir ao máximo?

Credo, parece papo de louco isso aqui.

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06/5/2008

Plurk

Plurk

Parece que a linha de microblogging anda em alta, depois do Twitter (que demorei a aderir) surgiram os concorrentes e, um em especial, me chamou a atenção: Plurk.

A idéia é a mesma, mas organizada e executada de forma diferente. Existe o mesmo limite de 140 caraceteres para a postagem, mas com algumas particularidades:

  • É possível “classificar” seus microposts como, por exemplo “Edu diz”, “Edu pensa”, “Edu pergunta”, etc
  • Inserção de emoticons, que variam de acordo com seu Karma
  • Karma: quanto mais popular, quanto mais posts, mais amigos, mais Karma
  • Quanto mais Karma, mais funcionalidades, novos emoticons, novas configurações

Mas o principal diferencial é a interface, o Plurk adota o sistema de timeline para organizar seus posts e de seus amigos que você segue. A princípio parece um pouco confuso, assim como o Twitter, mas bastam alguns minutinhos de uso para entender como funciona.

Outra coisa que achei bacana é que cada post pode ser respondido individualmente, por qualquer pessoa, criando assim uma “janelinha de chat”. E tudo é atualizado sem reload (o que já é comum) e muito, muito rápido mesmo. Pelo menos por enquanto, resta saber como o servidor vai se comportar quando o Plurk realmente começar a inchar.

Como disse o Fabio Seixas, esse tipo de serviço (microblogging) é novo mas já atingiu um nível bem alto de concorrência. Twitter que se cuide.

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05/14/2008

Twitteria e 1 ano de camisetas grátis

Twitteria

Hoje foi o dia do lançamento do Twitteria, que como a imagem acima já diz, agora você pode acompanhar tudo o que falam sobre o Camiseteria no Twitter.

A idéia é simples e direta: para facilitar as coisas, todas as conversas sobre o Camiseteria no Twitter serão centralizadas nessa nova ferramenta e de quebra vão sortear um dos seguidores do Camiseteria para ganhar 1 ano de camisetas grátis, com direito a uma por mês. Ah, tem mais, um dos seguidores do sorteado ganhará 6 meses de camisetas grátis, no mesmo esquema de uma por mês.

E como os caras são cheios de surpresinhas, se atingirem a meta de 2.400 followers até 15/06/08, o prêmio dobra e os sortudos passam a ganhar 2 camisetas por mês.

Se você ainda não tem Twitter ou estava esperando um bom motivo pra ter, a hora é agora. Mais informações no post de lançamento no Blog Camiseteria.

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04/19/2008

Twitter faz falta

Neste exato momento o Twitter está fora do ar, em manutenção. No começo eu não via muito sentido no dito cujo, achava meio sem graça, não entendia direito aquele lance de “@fulano” e tal.

Mas não é que o negócio vicia? Microposts viraram essenciais pra mim porque às vezes quero postar várias coisinhas em um espaço curto de tempo e fazer isso no blog não é bacana, fica zoneado pra caramba. Mas, como o Twitter ainda está fora do ar, lá vai:

1) Chegou meu livro, finalmente. O Submarino atrasou demais, deu mil desculpas, mas acabou entregando. Pra quem não sabe, o livro é um best-seller internacional chamado A Cauda Longa (The Long Tail)[bb], escrito por Chris Anderson, editor-chefe da revista Wired. No começo do blog eu falei um pouco sobre o livro.

2) Aviso aos sedentários: jogar 1h30 de futsal após meses de inatividade pode ser considerado suicídio. Mas cá entre nós, fechei o gol :)

3) Nada como receber uns e-mails motivantes, né? Depois eu conto mais!

E pra quem quiser me seguir no Twitter, clique ali, mais pra lá, isso, aqui.

Agora vou ler. Tchau.

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