04/7/2011

Review: GPS TomTom XL Classic

Quando vim de Campo Grande pra São Paulo, de carro, vim usando um GPS automotivo, o que resultou numa viagem tranquila, sem erros e muito mais “segura”. E olha que foram mais de 1.000 km percorridos.

O GPS não era meu, mas achei uma maravilha tecnológica tão essencial que resolvi comprar um pra usar aqui nessa bagunça de metrópole. Fui na Fnac e comprei um TomTom XL Classic por mais ou menos R$ 400. Estou usando há três meses e só agora resolvi fazer um review do bichinho. Vamos lá?

Primeiro vou falar dos pontos positivos.

Funciona em Mac OS X: Foi um dos fatores determinantes na escolha. Segundo a vendedora da Fnac, apenas TomTom e Garmin são compatíveis com Mac. Pra mim é essencial, porque não tenho PC/Linux.

Compacto: O GPS é pequeno, mas não chega a ser ruim de visualizar as informações na tela. E não atrapalha meu campo de visão. Fixei-o à esquerda do painel do carro, assim fica fácil de usar mesmo com o veículo em movimento.

Ótimo sistema de fixação: Com o suporte integrado (EasyPort) fica fácil de prender o GPS no vidro. Fica firme e tem mobilidade para ajustar o posicionamento do aparelho mesmo depois de fixar o suporte.

QuickGPSfix: É um aplicativo da TomTom que faz com que o seu GPS localize mais rápido os satélites e assim fique disponível pras rotas em menos tempo. Necessário atualizar sempre, pois o que ele faz é prever a posição dos satélites. Eu costumo atualizar todo fim de semana. Realmente muito útil!

Atualizações online: O TomTom vem com um software chamado TomTom HOME, que gerencia todo o GPS, permitindo fazer backup, atualizações de mapas (Map Share), skins (uso mapas com as cores do Google Maps), vozes, radares, etc. Como eu disse no item acima, vale a pena deixar o aparelho sempre em dia. É rápido e bem fácil, só recomendo fazer um backup antes de qualquer coisa, porque tive problemas em erros do TomTom HOME no Mac, mas logo depois atualizaram o programa e tudo funcionou perfeitamente.

Pontos de interesse: Você pode habilitar os pontos de interesse que quer ver pelo mapa. Ex: postos de gasolina, oficinas, shoppings, bibliotecas, bancos, farmácias, etc. Eu não uso, mas já testei e pode ser bem útil.

Agora, como nem tudo são flores, vamos aos pontos negativos.

Demora pra encontrar os satélites: Sem o QuickGPSfix (que falei logo acima) o GPS demora uns bons minutos até encontrar os satélites e conseguir traçar a rota. Por isso a importância de mantê-lo sempre atualizado.

Má interpretação da rota em alguns casos: Esse ponto eu tenho que explicar bem pra não entenderem errado. Em alguns momentos o GPS dá ordens que ele poderia simplesmente omitir. Por exemplo: para sair de São Paulo e chegar até Bragança Paulista, vou pela Fernão Dias. A rodovia simplesmente vai até a entrada de Bragança, é só você se manter na pista. E o que o GPS faz? Avisa pra eu me manter à esquerda em alguns pontos, sendo que esses pontos são apenas umas saídas minúsculas que ninguém pegaria porque é claro que você deixaria a rodovia pra entrar sabe-se lá onde. Muito mais fácil não dar instrução nenhuma e você continuar no caminho. Não sei se fui claro, mas “ao vivo” fica evidente que aquela informação era desnecessária.

Aviso de pouca bateria: Entendo que se a bateria do GPS está acabando, é uma situação crítica e que precisaria ser bem alertada. Não é o que acontece. Fica simplesmente piscando um ícone minúsculo no cantinho da tela, por cima do mapa. Quase imperceptível. Eu mesmo só descobri por acaso. A duração média da bateria é de 3 horas.

Bluetooth e cartão SD: Não tem conexão Bluetooth e nem espaço para SD. A única conexão com o carro é pelo carregador. No computador, USB.

Agora, um ponto neutro, que vai do seu gosto: ele não tem funções multimídia. Ou seja, não toca mp3, vídeos e nem tem TV digital. Eu não vejo problema nenhum nisso, até prefiro que seja assim.

Conclusão: Acho um excelente aparelho, principalmente pelo preço. Os concorrentes à altura, mesmo que um pouco melhores, custavam quase o dobro. Assim como Garmin, a marca TomTom é muito boa e referência no mercado. Pude usá-lo por três meses e nunca me deixou na mão.

Especificações técnicas:

  • Cor: preto
  • Tela de 3,5 polegadas, touch screen, 320 x 240 pixels
  • Dimensões (LxAxP): 116x76x20 mm
  • Bateria com duração de até 3 horas
  • Mapas em 3D
  • Memória interna de 2 GB
  • Peso: 323 g
  • Map Share™
  • Ventosa EasyPort™
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08/2/2010

Review: eRepublik

Há alguns dias comecei a jogar o eRepublik, joguinho online que simula a vida real. Seu conceito chega a lembrar um pouco o Second Life, mas a jogabilidade é mais simples, não requer nenhuma instalação e é tudo feito pelo browser, sem frescuras, em puro HTML.

Lá você tem uma vida quase que exatamente igual à do “mundo real”. Nasce num país, numa região, precisa de um trabalho, tem os estudos (que te ajudam a melhorar de emprego), partidos políticos, compromisso militar, empreendedorismo (você pode criar empresas) e até mesmo eleições.

Cada país tem seu presidente, estrutura de governo, relações com outros países e, claro, guerras, conflitos, inimigos, aliados, mercado financeiro, compras, vendas, etc. E tudo isso é comandado pelos usuários de cada país, o que torna a brincadeira muito mais divertida.

Pelo pouco que experimentei até agora, o eRepublik me agradou bastante. É tudo muito bem feito, fácil de usar e, por ser em tempo real, fica difícil de enjoar do jogo. Você só pode jogar uma vez ao dia, que é quando você completa todos os seus afazeres. Depois disso é necessário esperar pelo dia seguinte.

Talvez esse ponto faça com que algumas pessoas não se empolguem tanto com o jogo, tem muita gente que prefere algo mais dinâmico e não gostam muito de ter que ficar esperando pra evoluir e ver a coisa engrenar de vez. Eu não vejo problemas, acho até mais realístico. E também não tenho tempo pra ficar jogando o dia todo.

Não sei até onde o eRepublik pode chegar e nem quanto vai durar, mas por enquanto está sendo bem divertido. No momento, sou Gerente de Marketing Júnior Sênior no ramo alimentício, ainda não posso participar de política e tenho tentado fugir da carreira militar.

Caso você se interesse, seja meu amigo por lá.

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06/20/2010

Team Fortress 2 pra Mac

Não sou daqueles que vivem jogando em computador, mas de vez em quando é bem gostoso ter um joguinho legal pra relaxar e passar o tempo.

Com indicação do meu amigo Will Murai, comprei o Team Fortress 2. O game é bem legal, muito competitivo e tem versão pra usuários do OS X da Apple, ou seja, não preciso ficar rodando o Windows no MacBook Pro pra poder jogá-lo.

Aliás, só pelo fato de eu jogar num Mac, ganhei da Valve um clássico par de fones de ouvido brancos – no melhor estilo iPod – pra usar nos meus personagens! É legal que fica até saindo sonzinho ♫ dos fones enquanto mato os sou morto pelos adversários.

Um ponto interessante e positivo do Team Fortress 2 é o character design. Ao contrário da maioria dos jogos de guerra, os personagens fogem do realismo, são mais parecidos com desenho animado. Mas isso não o compromete em nada, é muito fácil de reconhecer um personagem até mesmo à distância, pela silhueta, movimentos, velocidade, etc.

São nove opções de combatentes pra você escolher, cada um com suas características, prós e contras. Até agora eu gostei de jogar com o Heavy (da primeira imagem do post) e com o Sniper. O primeiro é mais forte e indicado pra quem gosta do combate, de sair atirando como se não houvesse amanhã. Já o segundo é pra quem prefere marcar pontos de camarote, sem sujar tanto as mãos.

No meu caso, jogo num MacBook Pro 13″ e as recomendações são:

OS X version Leopard 10.5.8, Snow Leopard 10.6.3, 1GB RAM, NVIDIA GeForce 8 or higher, or ATI X1600 or higher, Mouse, Keyboard, Internet Connection.

Pra quem usa PC:

1.7 GHz Processor, 512MB RAM, DirectX® 8.1 level Graphics Card (Requires support for SSE), Windows® Vista/XP/2000, Mouse, Keyboard, Internet Connection.

Team Fortress 2 chegou cheio de originalidade e eu virei fã. Você pode comprar o jogo direto pelo Steam, eu paguei $19,99 USD e baixei em uma madrugada com download de 500 kbps.

E aí, vamos jogar? Só procurar por “eduardoduccigne” no Steam, me adicionar e torcer para não aparecer na minha frente!

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05/7/2010

Review: Wacom Bamboo Pen

Resolvi fazer uma coisa que vinha adiando há muito tempo: comprar uma tablet.

Pra quem não sabe, tablet é Wacom, assim como a Terra é redonda e futebol é Flamengo, ok? Um bom tempo atrás eu pude experimentar uma Genius e tinha achado bem ruim, ela tinha uma faixa cega na área ativa, não tinha uma boa precisão e talvez isso tenha me desmotivado um pouco.

Mas, como sou cercado de ilustradores extremamente talentosos, eles me indicaram a Wacom. Optei pelo modelo mais básico (e acessível) de todos, sem ar-condicionado, sem travas elétricas e motor 1.0, a Wacom Bamboo Pen. Escolhi o mais simples porque eu não preciso de muita coisa, apenas uma tablet que não falhe (como a Genius) já tá ótimo.

A fama da Wacom não é à toa. Dá pra perceber que é um outro nível já pela embalagem e pelo material. A tablet é bem “firme”, não tem cara de que quebra fácil e é bem bonita. Logo que tirei da caixa, já comecei a rabiscar uns desenhos no Photoshop.

No começo é meio estranho pra quem nunca usou uma tablet antes, mas precisa de pouquíssimo tempo pra se acostumar. Outra vantagem em relação às outras tablets é que a Wacom não usa pilhas, somente a conexão USB.

A Wacom Bamboo Pen possui uma área ativa de 147 mm x 91 mm e a caneta possui 512 níveis de pressão. No meu caso, que não sou ilustrador e não uso a tablet com finalidade profissional, já é o suficiente. Se você é ilustrador e quer algo mais robusto, eu (e todos os ilustradores do mundo) indico a linha Intuos. Se você é daqueles que só se contenta com o máximo, fique rico e vá de Cintiq.

Eu sempre gostei de desenhar, desde moleque, mas há anos que eu não rabiscava nada. A Bamboo Pen serviu como um estimulante pra eu desenferrujar um pouco.

Sei que você tá perguntando “e o preço, Edu?” Eu comprei no Mercado Livre, basta fazer uma busca rápida e logo você a encontra numa média de preço de R$ 255.

Recomendo. É barata, é da melhor marca do mercado e funciona muitíssimo bem.

PS: Meus desenhos que ilustram esse post foram baseados em fotos da Laura Taylor.

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