08/25/2011

Steve Jobs, o insubstituível

“It’s really hard to design products by focus groups. A lot of times, people don’t know what they want until you show it to them.”

– Steve Jobs

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10/21/2010

FTP pra Mac

Dias atrás eu resolvi perguntar aos meus seguidores no Twitter qual era o melhor software de FTP pra Mac.

Há tempos que eu só usava o FireFTP, que na verdade é um plugin pro Firefox, mas agora estava afim de um app independente, até porque deixei de usar o Firefox e passei a ter o Chrome como browser principal.

As respostas foram imediatas e sugeriram, em sua maioria, quatro programas:

Dessa lista eu conhecia apenas os dois últimos, que já havia testado e não gostei, mas têm a vantagem de serem grátis.

Resolvi então testar o Transmit, feito pela Panic, mesma empresa do Coda (que é meu app de web development) e o ForkLift, da BinaryNights. Ambos são muito bons, bem completos, bonitos e fáceis de usar, mas acabei optando pelo Transmit, sem nenhum motivo específico. Acho apenas que fui mais com a cara dele.

Meu uso de FTP é bem básico, apenas pra conectar nos servidores dos meus sites e fazer download/upload de arquivos, e o Transmit supriu essa necessidade de forma simples, direta e com aquela aparência bonita que geralmente os softwares de Mac têm.

Pelo que vi de ambos, o ForkLift leva uma pequena vantagem por ter mais ferramentas. Talvez seria a minha escolha caso eu fosse um “usuário avançado”.

Seja qual for a sua necessidade, os usuários de Mac estão bem servidos com Transmit e ForkLift.

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10/7/2010

Left 4 Dead 2

Eu sigo meus amigos no Twitter porque, além da amizade, eles são fontes ricas de informação. Novamente o @willmurai deu uma dica de ouro.

Ou melhor, de $6,79 USD: Left 4 Dead 2 com 66% de desconto.

Não pensei duas vezes e tratei logo de comprar o jogo pra só depois ver se iria rodar aqui no MacBook Pro. Felizmente rodou! Aliás, rodou muito melhor que o Team Fortress 2.

Left 4 Dead é um jogo de tiro em primeira pessoa em que o seu único objetivo é escapar da cidade que está infestada de zumbis. Zumbis! Quer ingrediente melhor? E você não precisa ser apenas humano, pode ser zumbi, também. Aí o objetivo é o oposto: acabar com os vivos.

O jogo todo é cooperativo, você escolhe um personagem e conta com mais três aliados em busca da sobrevivência. Você vai ter que ajudar seus amigos e eles também salvarão sua vida diversas vezes.

A trama toda se divide em 5 campanhas, cada uma com uma jogabilidade, cenários e objetivos diferentes. As armas do jogo são alucinantes: pistolas, dozes, metralhadoras, snipers, motosserras, bastões de beisebol e até frigideiras. Tudo é válido na hora de descer o sarrafo na galera que morreu e esqueceu de deitar.

Diversão garantida. Eu aprovei. Você pode ler um review mais completo do jogo aqui.

E o melhor de tudo: mais barato que um Big Mac. Compre enquanto tá de graça.

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09/21/2010

Airfoil: audio sharing

Semana passada eu tive uma ideia: queria tocar as músicas no meu MacBook Pro 13″ e o som sair nas caixas do iMac 20″ que tenho aqui na mesma mesa. Isso porque a qualidade das caixas de som do iMac é muito superior as do MacBook.

Ok, e como fazer isso? Tomara que alguém já tenha tido essa ideia e conseguido colocá-la em prática, porque tentei compartilhar o áudio usando cabos P2 e não funcionou.

Já estava quase desistindo quando encontrei o Airfoil for Mac™. Ele faz um compartilhamento de caixas de som através de uma rede wireless, ou seja, posso mandar o áudio do iTunes do MacBook sair nas caixas do iMac. A vantagem disso tudo é não precisar interromper o que estou fazendo pra ir mudar a música no outro computador. E, claro, tudo sem fio!

É possível escolher o que você quer compartilhar, seja o iTunes, RealPlayer, QuickTime, áudio do sistema, etc. Você também pode compartilhar o áudio com Apple TVs, iPhones, iPods Touch e também com PCs que rodem Windows ou Linux.

Gostei bastante do programinha e venho usando desde então. A licença de um usuário custa $25 e funciona em um ou mais computadores, também existe a opção “trial” pra quem quiser ver como funciona antes de gastar seu precioso dinheirinho.

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06/20/2010

Team Fortress 2 pra Mac

Não sou daqueles que vivem jogando em computador, mas de vez em quando é bem gostoso ter um joguinho legal pra relaxar e passar o tempo.

Com indicação do meu amigo Will Murai, comprei o Team Fortress 2. O game é bem legal, muito competitivo e tem versão pra usuários do OS X da Apple, ou seja, não preciso ficar rodando o Windows no MacBook Pro pra poder jogá-lo.

Aliás, só pelo fato de eu jogar num Mac, ganhei da Valve um clássico par de fones de ouvido brancos – no melhor estilo iPod – pra usar nos meus personagens! É legal que fica até saindo sonzinho ♫ dos fones enquanto mato os sou morto pelos adversários.

Um ponto interessante e positivo do Team Fortress 2 é o character design. Ao contrário da maioria dos jogos de guerra, os personagens fogem do realismo, são mais parecidos com desenho animado. Mas isso não o compromete em nada, é muito fácil de reconhecer um personagem até mesmo à distância, pela silhueta, movimentos, velocidade, etc.

São nove opções de combatentes pra você escolher, cada um com suas características, prós e contras. Até agora eu gostei de jogar com o Heavy (da primeira imagem do post) e com o Sniper. O primeiro é mais forte e indicado pra quem gosta do combate, de sair atirando como se não houvesse amanhã. Já o segundo é pra quem prefere marcar pontos de camarote, sem sujar tanto as mãos.

No meu caso, jogo num MacBook Pro 13″ e as recomendações são:

OS X version Leopard 10.5.8, Snow Leopard 10.6.3, 1GB RAM, NVIDIA GeForce 8 or higher, or ATI X1600 or higher, Mouse, Keyboard, Internet Connection.

Pra quem usa PC:

1.7 GHz Processor, 512MB RAM, DirectX® 8.1 level Graphics Card (Requires support for SSE), Windows® Vista/XP/2000, Mouse, Keyboard, Internet Connection.

Team Fortress 2 chegou cheio de originalidade e eu virei fã. Você pode comprar o jogo direto pelo Steam, eu paguei $19,99 USD e baixei em uma madrugada com download de 500 kbps.

E aí, vamos jogar? Só procurar por “eduardoduccigne” no Steam, me adicionar e torcer para não aparecer na minha frente!

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01/28/2010

iPad

Essa semana a Apple lançou seu mais novo gadget, o/a iPad. A tão esperada e comentada “tablet da Apple” finalmente ganhou nome e foi apresentada ao público.

Eu confesso uma coisa: não gostei. Me decepcionei, pra falar a verdade. Não acompanhei todos os rumores de perto, mas pelo pouco que li, a expectativa que foi criada em mim era de um produto mais robusto, mais puxado pra linha profissional, com Mac OS X completo, caneta, ou seja, uma tablet para fazer concorrência com a Cintiq, da Wacom.

Acho que a maioria dos designers/ilustradores esperava algo assim. E não veio. O que veio foi um produto diferente, para um outro segmento, com outros propósitos. Isso não quer dizer que o mais novo membro da família Apple seja ruim, muito pelo contrário. Com certeza vai vender bastante e vai ter seus adoradores.

Talvez a Apple esteja querendo atingir um público mais “comum”, que use o iPad para coisas rotineiras, do tipo ler e-mails, ver fotos, visitar sites, assistir vídeos no YouTube, fazendo tudo isso na cama, no sofá, em qualquer lugar, desfrutando dos deslizes da tecnologia multitouch.

Por exemplo, os usuários do Kindle (e quem estava pensando em comprá-lo) podem ter gostado – e muito – do lançamento. Eu, por outro lado, não consigo imaginar nenhuma utilidade do iPad no meu dia a dia.

Outra coisa: não concordo quando chamam o iPad de revolução, acho um exagero. Pra mim, ele é apenas uma evolução. Todas as coisas que ele faz nós já conseguimos fazer com outros produtos, seja pelo MacBook, iPhone, iPod, etc. Com o iPad, essas coisas são feitas de um modo um pouco diferente, nada mais que isso. O iPod, esse sim, foi uma revolução.

Esse foi um dos raros lançamentos que o Steve Jobs fez que não me deixou com aquela vontade louca de comprá-lo. Eu senti essa vontade com o iPod, iPhone, MacBook, iMac.. Mas não com o iPad. Fico na torcida pra que um dia a Apple lance uma tablet profissional, voltada para designers e ilustradores.

E você, gostou?

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