04/3/2012

Instagram pra Android

Hoje lançaram o Instagram pra Android. Sou usuário de iPhone e o Instagram foi um dos motivos que me fizeram comprar o aparelho. Se um dia eu trocar de smartphone, o substituto obrigatoriamente terá que rodar o app de fotos.

Sejam bem-vindos, Androiders. E sigam-me por lá: @eduardoduccigne

Comente
03/19/2012

ABOUT 5MP

Se você gosta de fotografia, independente de ser fotógrafo profissional ou amador, já deve ter ouvido aquele elogio misto: Nossa, mas essa sua câmera é boa mesmo, hein?

ABOUT 5MP é um projeto de Jorge Brivilati, fotógrafo e diretor de arte, onde ele apresenta fotografias tiradas apenas com um iPhone 4 e sem tratamento digital no computador, apenas passando pelo Snapseed no próprio celular.

Uma boa resposta, não?

Comente
03/16/2012

Everplaces

Hoje foi lançado o Everplaces, uma mistura de Foursquare e Pinterest.

Funciona assim: você coleciona seus lugares favoritos, onde já esteve e onde gostaria de ir, criando uma espécie de “catálogo” de lugares bacanas, com fotos e recomendações.

Sabe aquele amigo que já viajou pra todos os cantos do país, do mundo, do universo, e acaba sendo sempre a referência quando se quer dicas de onde ir? Pois é, seria interessante segui-lo no Everplaces.

O serviço é diferente do Foursquare porque o objetivo não é compartilhar com as pessoas onde você está agora, e sim catalogar esses lugares como se fosse uma espécie de curador.

Nada como as dicas e opiniões dos seus amigos. Elas valem muito mais do que qualquer review de revista famosa.

O Everplaces funciona tanto no site, como no iPhone e Android.

Via Brainstorm9.

3 comentários
03/14/2012

Design goals

Our goals are very simple – to design and make better products. If we can’t make something that is better, we won’t do it.

– Jonathan Ive

Comente
03/2/2012

Readability

Readability é meu mais novo app favorito do iPhone. A ideia é simples, porém executada com precisão cirúrgica: encontrou aquele artigo excelente (e gigante) ou um post interessantíssimo num blog, mas não pode ler agora? Salve com o Readability e leia depois no seu iPhone/iPod/iPad.

Se quiser ler depois, no computador, também é possível através da sua conta no site. Fica tudo salvo lá. Se quiser ler na hora, mas com um “conforto” maior, ele também te ajuda nisso. E ainda é lindo.

Tirei alguns screenshots:

Alguns detalhes interessantes:

  • Tipografia sob medida, por Hoefler & Frere-Jones.
  • Opção de customizar a família de fontes e tamanho do texto.
  • Leia offline: basta syncar antes de sair.
  • Modo noturno, pra quando você estiver lendo no escuro.
  • Plugins para o navegador.

O preço? Grátis.

No blog do Teehan+Lax você encontra mais informações e pode baixar o app aqui.

PS: nesse post eu falei apenas do iPhone, mas o Readability funciona em vários smartphones e também envia o material pro Kindle.

2 comentários
08/25/2011

Steve Jobs, o insubstituível

“It’s really hard to design products by focus groups. A lot of times, people don’t know what they want until you show it to them.”

– Steve Jobs

Comente
08/12/2011

Conheça o Spotify!

Cleber Zerrenner é designer, Design Lead na Ogilvy, brasileiro, autor das premiadas camisetas Sexy Queen, Typorama, Technologic e Type With Tape. Atualmente mora em Londres e escreve no Nomades juntamente com sua digníssima Alê Ferreira.

O texto abaixo foi publicado originalmente em seu blog no dia 14/07/2011 e você pode vê-lo aqui.


Se você ainda não ouviu falar no Spotify é porque está tão atrasado quanto eu estava até alguns dias atrás. Este serviço é considerado desde 2008 como o “futuro da indústria fonográfica”, e agora, quase três anos depois está quase se concretizando no “presente” desse mercado tão polêmico desde a invenção do formato mp3.

Spotify é uma mistura de iTunes, Last.fm e Grooveshark, com uma pitada de Napster. É uma gigantesca biblioteca musical online, que você pode acessar gratuitamente via streaming através do programa, com interface que lembra bastante o iTunes. E o que tem de genial nisso? A biblioteca do Spotify é totalmente oficial, legalmente cedida pelas gravadoras e artistas. Isso significa que você encontrará tudo bem organizadinho, mais ou menos com a estrutura do Last.fm, uma organização musical que aposto que 90% de quem está lendo isso nunca conseguiu fazer em seus próprios arquivos mp3.

E quem paga isso?

Anunciantes. Simples assim como em uma rádio, em um intervalo aproximado de 2 em 2 músicas, você ouve um anúncio. O mais legal é que há duas versões pagas. A mais barata (Unlimited) elimina os anúncios e a mais cara (Premium) ainda disponibiliza ouvir as músicas no seu celular e ativar o “modo offline”, que faz um download de um arquivo decodificado para você ouvir sem streaming quando não estiver conectado.

Este é um modelo comercial que agrada gravadoras e artistas, por conseguir pagá-los por algo que as pessoas estavam baixando gratuitamente e ilegalmente, mas não deixa de agradar o consumidor, já que o preço é acessível e você pode ouvir o que quiser* onde quiser.

Como usar o Spotify
O grande problema é que o Spotify ainda não está disponível no Brasil. Talvez seja por isso que muitos brasileiros não tenham ouvido falar nisso. O Spotify é uma empresa que nasceu na Suécia e hoje já funciona na Finlândia, França, Holanda, Noruega, Espanha e aqui no Reino Unido. A partir de hoje o serviço começou a operar nos Estados Unidos, após muito tempo negociando sua participação com as gravadoras e artistas. Acho que esse será o passo para o grande boom que esse serviço fará. Há rumores de que a Apple tentou comprar o Spotify e que agora está desenvolvendo sua biblioteca streaming no iTunes. Pelo sucesso que os suecos já alcançaram na Europa, não tenho dúvidas de que esse seja um dos caminhos do futuro da música. E é questão de tempo para funcionar no mundo todo e surgir os concorrentes.

Como desbloquear o Spotify para acessar no Brasil?
Rá! Essa pergunta muita gente deve estar fazendo. Como a intenção desse blog não é servir links de torrents, cracks e downloads ilegais de nada, não é aqui que você vai achar essa resposta. Maaaas… sei de gente que consegue usar o Spotify no Brasil. Então dá uma procurada naquele site legal: Como acessar o Spotify no Brasil?

Pontos positivos:

  • você vai finalmente organizar sua “vida musical”.
  • poderá “experimentar” músicas que não conhece sem precisar baixá-las.
  • conhecerá novos artistas através da afinidade com as bandas que já curte.
  • você pode compartilhar suas músicas, artistas e playlists através do Facebook Connect ou permalinks.
  • terá a mesma biblioteca musical na sua casa, no trabalho, na viagem, no iPhone, etc.
  • poderá baixar tudo pro “modo offline” se não quiser depender da internet.
  • o servidor deles é incrivelmente rápido e “parrudo”. Ouço o streaming em tempo real de verdade.
  • você vai economizar um espação de HD.
  • você não será mais um criminoso do torrent ;)

Ponto negativo:

  • você não encontrará Beatles, AC/DC, Pink Floyd, Led Zeppelin, Oasis e… Metallica, claro! *

Essas bandas não entraram em negociação com o Spotify ainda, mas você que é fã, obviamente já tem esses mp3, certo? Então o Spotify também te deixa ouvir os arquivos que você tem no computador e você pode mesclar com as playlists em streaming. E é claro que se esse programa realmente estabelecer o novo jeito de ouvir música no mundo, hora ou outra esses artistas irão ceder, assim como a Apple Store conseguiu negociar os direitos pra vender músicas dos Beatles. É só aguardar pra ver!

Agradeço ao meus amigos @scappini e @aituit pela indicação dessa maravilha dos tempos modernos. Agora é torcer pra chegar no Brasil.

3 comentários
09/21/2010

Airfoil: audio sharing

Semana passada eu tive uma ideia: queria tocar as músicas no meu MacBook Pro 13″ e o som sair nas caixas do iMac 20″ que tenho aqui na mesma mesa. Isso porque a qualidade das caixas de som do iMac é muito superior as do MacBook.

Ok, e como fazer isso? Tomara que alguém já tenha tido essa ideia e conseguido colocá-la em prática, porque tentei compartilhar o áudio usando cabos P2 e não funcionou.

Já estava quase desistindo quando encontrei o Airfoil for Mac™. Ele faz um compartilhamento de caixas de som através de uma rede wireless, ou seja, posso mandar o áudio do iTunes do MacBook sair nas caixas do iMac. A vantagem disso tudo é não precisar interromper o que estou fazendo pra ir mudar a música no outro computador. E, claro, tudo sem fio!

É possível escolher o que você quer compartilhar, seja o iTunes, RealPlayer, QuickTime, áudio do sistema, etc. Você também pode compartilhar o áudio com Apple TVs, iPhones, iPods Touch e também com PCs que rodem Windows ou Linux.

Gostei bastante do programinha e venho usando desde então. A licença de um usuário custa $25 e funciona em um ou mais computadores, também existe a opção “trial” pra quem quiser ver como funciona antes de gastar seu precioso dinheirinho.

2 comentários
08/9/2010

Review: Nokia E71

Sempre achei que seria com o iPhone a minha estreia no mundo dos smartphones. Não foi. Acabou sendo com um Nokia E71. Pura opção, nada de escolha por economia ou algo do tipo.

Durante toda a minha vida eu tive três celulares, um Samsung e dois Nokias, todos bem simples, só dava pra ligar e enviar SMS. Os Nokias sempre me surpreenderam pela qualidade e principalmente pela facilidade de uso.

Com o E71 não é diferente, o aparelho é muito fácil de usar, mesmo com a quantidade de coisas novas que um smartphone oferece. Nesses poucos dias já pude testar algumas coisas e resolvi escrever aqui no blog as minhas primeiras impressões.

E-mail

O E71 já vem preparado para receber/enviar e-mails, óbvio, senão não seria um smartphone. A função fica junto com o SMS, mas eu achei um pouco ruim (demorava muito pra baixar os e-mails e às vezes não baixava) e acabei optando pelo app Email for Nokia, disponível (grátis) na Ovi Store. Funciona muito bem e fica acessível pela tecla de “mensagens” no próprio teclado. Rápido e fácil.

Redes Sociais

Uso apenas Twitter, Facebook e Foursquare. Todas essas redes são acessadas por um único app: Gravity. Muito fácil de usar e funciona muitíssimo bem, direto ao ponto.

No Twitter, é possível fazer todas as suas ações (reply, reply-to-all, RT, DM, replies, lists, follow, Twitpic, etc). No Foursquare também, incluindo silent check-in, mayors e badges, só faltou uma opção de “send to Twitter”. O único que fica devendo é o Facebook, limitado apenas a “news feed” e “updates”.

O Gravity possui um free trial, mas é certo que vou comprar a versão full. É um dinheiro muito bem gasto.

Instant Messenger

Testei o eBuddy, Nimbuzz e fring. Todos são muito parecidos, mas optei pelo fring. Achei mais fácil de usar e com a interface mais simples/bonita.

Navegação

Senti absoluta necessidade de baixar um browser melhor do que o nativo usado pelo E71. Uma ótima escolha é o Opera Mobile. A interface é muito bem resolvida e os sites abrem no formato padrão, sem ser apenas em versão mobile.

Outras considerações

O aparelho é muito elegante, leve, fino e o teclado é bem fácil de usar. Vem com várias ferramentas úteis de um smartphone, incluindo GPS, câmera (foto/vídeo) de 3.2 megapixels, acessórios, carregador veicular e uma capinha de couro muito boa e bonita. Você pode ver fotos de um unboxing aqui.

Tenho usado-o praticamente o tempo todo e a bateria tem durado, em média, três dias. Deve durar mais quando eu der um pouco de folga para o bichinho.

Como citei o iPhone no começo do post, é justo fazer uma comparação bem sincera dos dois. Claro que o iPhone é muito mais moderno e tem outro perfil, é touchscreen, tem a tela maior e os apps são muito mais bem desenvolvidos.

Mas o Nokia E71, pra mim, não deixou aquela sensação de arrependimento. Muito pelo contrário. É um smartphone excelente e que vai durar uns bons anos comigo.

Agora só falta um bom plano de pacotes de dados para poder usar todas essas funções sem se preocupar com créditos da operadora. Mas isso vai ficar pra depois.

7 comentários
01/28/2010

iPad

Essa semana a Apple lançou seu mais novo gadget, o/a iPad. A tão esperada e comentada “tablet da Apple” finalmente ganhou nome e foi apresentada ao público.

Eu confesso uma coisa: não gostei. Me decepcionei, pra falar a verdade. Não acompanhei todos os rumores de perto, mas pelo pouco que li, a expectativa que foi criada em mim era de um produto mais robusto, mais puxado pra linha profissional, com Mac OS X completo, caneta, ou seja, uma tablet para fazer concorrência com a Cintiq, da Wacom.

Acho que a maioria dos designers/ilustradores esperava algo assim. E não veio. O que veio foi um produto diferente, para um outro segmento, com outros propósitos. Isso não quer dizer que o mais novo membro da família Apple seja ruim, muito pelo contrário. Com certeza vai vender bastante e vai ter seus adoradores.

Talvez a Apple esteja querendo atingir um público mais “comum”, que use o iPad para coisas rotineiras, do tipo ler e-mails, ver fotos, visitar sites, assistir vídeos no YouTube, fazendo tudo isso na cama, no sofá, em qualquer lugar, desfrutando dos deslizes da tecnologia multitouch.

Por exemplo, os usuários do Kindle (e quem estava pensando em comprá-lo) podem ter gostado – e muito – do lançamento. Eu, por outro lado, não consigo imaginar nenhuma utilidade do iPad no meu dia a dia.

Outra coisa: não concordo quando chamam o iPad de revolução, acho um exagero. Pra mim, ele é apenas uma evolução. Todas as coisas que ele faz nós já conseguimos fazer com outros produtos, seja pelo MacBook, iPhone, iPod, etc. Com o iPad, essas coisas são feitas de um modo um pouco diferente, nada mais que isso. O iPod, esse sim, foi uma revolução.

Esse foi um dos raros lançamentos que o Steve Jobs fez que não me deixou com aquela vontade louca de comprá-lo. Eu senti essa vontade com o iPod, iPhone, MacBook, iMac.. Mas não com o iPad. Fico na torcida pra que um dia a Apple lance uma tablet profissional, voltada para designers e ilustradores.

E você, gostou?

11 comentários