Design goals
Our goals are very simple – to design and make better products. If we can’t make something that is better, we won’t do it.
– Jonathan Ive

Eduardo Duccigne, Designer de Interface do iG, sócio-fundador da Kooler.me, vivendo em São Paulo.
Our goals are very simple – to design and make better products. If we can’t make something that is better, we won’t do it.
– Jonathan Ive
Readability é meu mais novo app favorito do iPhone. A ideia é simples, porém executada com precisão cirúrgica: encontrou aquele artigo excelente (e gigante) ou um post interessantíssimo num blog, mas não pode ler agora? Salve com o Readability e leia depois no seu iPhone/iPod/iPad.
Se quiser ler depois, no computador, também é possível através da sua conta no site. Fica tudo salvo lá. Se quiser ler na hora, mas com um “conforto” maior, ele também te ajuda nisso. E ainda é lindo.
Tirei alguns screenshots:


Alguns detalhes interessantes:
O preço? Grátis.
No blog do Teehan+Lax você encontra mais informações e pode baixar o app aqui.
PS: nesse post eu falei apenas do iPhone, mas o Readability funciona em vários smartphones e também envia o material pro Kindle.
“It’s really hard to design products by focus groups. A lot of times, people don’t know what they want until you show it to them.”
– Steve Jobs
Essa semana a Apple lançou seu mais novo gadget, o/a iPad. A tão esperada e comentada “tablet da Apple” finalmente ganhou nome e foi apresentada ao público.
Eu confesso uma coisa: não gostei. Me decepcionei, pra falar a verdade. Não acompanhei todos os rumores de perto, mas pelo pouco que li, a expectativa que foi criada em mim era de um produto mais robusto, mais puxado pra linha profissional, com Mac OS X completo, caneta, ou seja, uma tablet para fazer concorrência com a Cintiq, da Wacom.
Acho que a maioria dos designers/ilustradores esperava algo assim. E não veio. O que veio foi um produto diferente, para um outro segmento, com outros propósitos. Isso não quer dizer que o mais novo membro da família Apple seja ruim, muito pelo contrário. Com certeza vai vender bastante e vai ter seus adoradores.
Talvez a Apple esteja querendo atingir um público mais “comum”, que use o iPad para coisas rotineiras, do tipo ler e-mails, ver fotos, visitar sites, assistir vídeos no YouTube, fazendo tudo isso na cama, no sofá, em qualquer lugar, desfrutando dos deslizes da tecnologia multitouch.
Por exemplo, os usuários do Kindle (e quem estava pensando em comprá-lo) podem ter gostado – e muito – do lançamento. Eu, por outro lado, não consigo imaginar nenhuma utilidade do iPad no meu dia a dia.
Outra coisa: não concordo quando chamam o iPad de revolução, acho um exagero. Pra mim, ele é apenas uma evolução. Todas as coisas que ele faz nós já conseguimos fazer com outros produtos, seja pelo MacBook, iPhone, iPod, etc. Com o iPad, essas coisas são feitas de um modo um pouco diferente, nada mais que isso. O iPod, esse sim, foi uma revolução.
Esse foi um dos raros lançamentos que o Steve Jobs fez que não me deixou com aquela vontade louca de comprá-lo. Eu senti essa vontade com o iPod, iPhone, MacBook, iMac.. Mas não com o iPad. Fico na torcida pra que um dia a Apple lance uma tablet profissional, voltada para designers e ilustradores.
E você, gostou?