11/30/2011

Little Printer

Essa é a coisa mais legal que vi nos últimos dias. Little Printer é, como o próprio nome diz, uma pequena impressora que fica conectada à sua rede wireless e imprime mini-jornais personalizados pra você.

Escolha receber as principais atualizações dos seus amigos do Facebook, uma lista de to-dos para carregar na carteira, puzzles, lembretes de aniversariantes da semana, entre dezenas de outras publicações. Basta configurar suas preferências no seu smartphone, apertar o botão e pronto.

Veja fotos e o vídeo abaixo:

Segundo o BERG, estúdio de design responsável pelo projeto, a Little Printer chega já em 2012, em versão beta. Eu quero.

Dica do Daniel Santiago.

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04/27/2011

WVIL – Câmera conceito

A Artefact respondeu bem à pergunta “qual será o futuro da câmera fotográfica?” com a câmera conceito WVIL – Wireless Viewfinder Interchangeable Lens.

Ela combina o poder das DSLRs e suas lentes intercambiáveis com as tecnologias atuais dos smartphones, telas touchscreen, multitouch e conexões wireless. O resultado disso é um projeto de cair o queixo, parecendo algo bem distante da realidade. Mas quem é que imaginava um iPhone na época dos primeiros celulares?

O mais impressionante é o fato de poder separar o “ponto de vista” da câmera, no caso a lente, do “ponto de controle”. Basicamente, você desconecta a lente da câmera, posiciona no lugar desejado e aciona os comandos de outro lugar, por exemplo, na frente da própria lente. Surreal.

E como não podia deixar de ser, ela já vem preparada pras redes sociais e conexões que fazemos por aí, podendo compartilhar as fotos direto da câmera e adicionar filtros à lá Instagram.

Agora a pergunta que eu faço é: quando posso comprá-la?

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04/7/2011

Review: GPS TomTom XL Classic

Quando vim de Campo Grande pra São Paulo, de carro, vim usando um GPS automotivo, o que resultou numa viagem tranquila, sem erros e muito mais “segura”. E olha que foram mais de 1.000 km percorridos.

O GPS não era meu, mas achei uma maravilha tecnológica tão essencial que resolvi comprar um pra usar aqui nessa bagunça de metrópole. Fui na Fnac e comprei um TomTom XL Classic por mais ou menos R$ 400. Estou usando há três meses e só agora resolvi fazer um review do bichinho. Vamos lá?

Primeiro vou falar dos pontos positivos.

Funciona em Mac OS X: Foi um dos fatores determinantes na escolha. Segundo a vendedora da Fnac, apenas TomTom e Garmin são compatíveis com Mac. Pra mim é essencial, porque não tenho PC/Linux.

Compacto: O GPS é pequeno, mas não chega a ser ruim de visualizar as informações na tela. E não atrapalha meu campo de visão. Fixei-o à esquerda do painel do carro, assim fica fácil de usar mesmo com o veículo em movimento.

Ótimo sistema de fixação: Com o suporte integrado (EasyPort) fica fácil de prender o GPS no vidro. Fica firme e tem mobilidade para ajustar o posicionamento do aparelho mesmo depois de fixar o suporte.

QuickGPSfix: É um aplicativo da TomTom que faz com que o seu GPS localize mais rápido os satélites e assim fique disponível pras rotas em menos tempo. Necessário atualizar sempre, pois o que ele faz é prever a posição dos satélites. Eu costumo atualizar todo fim de semana. Realmente muito útil!

Atualizações online: O TomTom vem com um software chamado TomTom HOME, que gerencia todo o GPS, permitindo fazer backup, atualizações de mapas (Map Share), skins (uso mapas com as cores do Google Maps), vozes, radares, etc. Como eu disse no item acima, vale a pena deixar o aparelho sempre em dia. É rápido e bem fácil, só recomendo fazer um backup antes de qualquer coisa, porque tive problemas em erros do TomTom HOME no Mac, mas logo depois atualizaram o programa e tudo funcionou perfeitamente.

Pontos de interesse: Você pode habilitar os pontos de interesse que quer ver pelo mapa. Ex: postos de gasolina, oficinas, shoppings, bibliotecas, bancos, farmácias, etc. Eu não uso, mas já testei e pode ser bem útil.

Agora, como nem tudo são flores, vamos aos pontos negativos.

Demora pra encontrar os satélites: Sem o QuickGPSfix (que falei logo acima) o GPS demora uns bons minutos até encontrar os satélites e conseguir traçar a rota. Por isso a importância de mantê-lo sempre atualizado.

Má interpretação da rota em alguns casos: Esse ponto eu tenho que explicar bem pra não entenderem errado. Em alguns momentos o GPS dá ordens que ele poderia simplesmente omitir. Por exemplo: para sair de São Paulo e chegar até Bragança Paulista, vou pela Fernão Dias. A rodovia simplesmente vai até a entrada de Bragança, é só você se manter na pista. E o que o GPS faz? Avisa pra eu me manter à esquerda em alguns pontos, sendo que esses pontos são apenas umas saídas minúsculas que ninguém pegaria porque é claro que você deixaria a rodovia pra entrar sabe-se lá onde. Muito mais fácil não dar instrução nenhuma e você continuar no caminho. Não sei se fui claro, mas “ao vivo” fica evidente que aquela informação era desnecessária.

Aviso de pouca bateria: Entendo que se a bateria do GPS está acabando, é uma situação crítica e que precisaria ser bem alertada. Não é o que acontece. Fica simplesmente piscando um ícone minúsculo no cantinho da tela, por cima do mapa. Quase imperceptível. Eu mesmo só descobri por acaso. A duração média da bateria é de 3 horas.

Bluetooth e cartão SD: Não tem conexão Bluetooth e nem espaço para SD. A única conexão com o carro é pelo carregador. No computador, USB.

Agora, um ponto neutro, que vai do seu gosto: ele não tem funções multimídia. Ou seja, não toca mp3, vídeos e nem tem TV digital. Eu não vejo problema nenhum nisso, até prefiro que seja assim.

Conclusão: Acho um excelente aparelho, principalmente pelo preço. Os concorrentes à altura, mesmo que um pouco melhores, custavam quase o dobro. Assim como Garmin, a marca TomTom é muito boa e referência no mercado. Pude usá-lo por três meses e nunca me deixou na mão.

Especificações técnicas:

  • Cor: preto
  • Tela de 3,5 polegadas, touch screen, 320 x 240 pixels
  • Dimensões (LxAxP): 116x76x20 mm
  • Bateria com duração de até 3 horas
  • Mapas em 3D
  • Memória interna de 2 GB
  • Peso: 323 g
  • Map Share™
  • Ventosa EasyPort™
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01/28/2010

iPad

Essa semana a Apple lançou seu mais novo gadget, o/a iPad. A tão esperada e comentada “tablet da Apple” finalmente ganhou nome e foi apresentada ao público.

Eu confesso uma coisa: não gostei. Me decepcionei, pra falar a verdade. Não acompanhei todos os rumores de perto, mas pelo pouco que li, a expectativa que foi criada em mim era de um produto mais robusto, mais puxado pra linha profissional, com Mac OS X completo, caneta, ou seja, uma tablet para fazer concorrência com a Cintiq, da Wacom.

Acho que a maioria dos designers/ilustradores esperava algo assim. E não veio. O que veio foi um produto diferente, para um outro segmento, com outros propósitos. Isso não quer dizer que o mais novo membro da família Apple seja ruim, muito pelo contrário. Com certeza vai vender bastante e vai ter seus adoradores.

Talvez a Apple esteja querendo atingir um público mais “comum”, que use o iPad para coisas rotineiras, do tipo ler e-mails, ver fotos, visitar sites, assistir vídeos no YouTube, fazendo tudo isso na cama, no sofá, em qualquer lugar, desfrutando dos deslizes da tecnologia multitouch.

Por exemplo, os usuários do Kindle (e quem estava pensando em comprá-lo) podem ter gostado – e muito – do lançamento. Eu, por outro lado, não consigo imaginar nenhuma utilidade do iPad no meu dia a dia.

Outra coisa: não concordo quando chamam o iPad de revolução, acho um exagero. Pra mim, ele é apenas uma evolução. Todas as coisas que ele faz nós já conseguimos fazer com outros produtos, seja pelo MacBook, iPhone, iPod, etc. Com o iPad, essas coisas são feitas de um modo um pouco diferente, nada mais que isso. O iPod, esse sim, foi uma revolução.

Esse foi um dos raros lançamentos que o Steve Jobs fez que não me deixou com aquela vontade louca de comprá-lo. Eu senti essa vontade com o iPod, iPhone, MacBook, iMac.. Mas não com o iPad. Fico na torcida pra que um dia a Apple lance uma tablet profissional, voltada para designers e ilustradores.

E você, gostou?

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