Se você gosta de fotografia, independente de ser fotógrafo profissional ou amador, já deve ter ouvido aquele elogio misto: Nossa, mas essa sua câmera é boa mesmo, hein?
ABOUT 5MP é um projeto de Jorge Brivilati, fotógrafo e diretor de arte, onde ele apresenta fotografias tiradas apenas com um iPhone 4 e sem tratamento digital no computador, apenas passando pelo Snapseed no próprio celular.
Ninguém mais precisa fazer filmes de time-lapse depois de Terje Sorgjerd.
This was filmed between 4th and 11th April 2011. I had the pleasure of visiting El Teide. Spain’s highest mountain @(3715m) is one of the best places in the world to photograph the stars and is also the location of Teide Observatories, considered to be one of the world’s best observatories.
Terje usou uma Canon 5D Mark II, com lentes Canon 17mm TSE, Canon 16-35mm II, Canon 24/1.4II e Sigma 12-24mm.
Hoje fiquei sabendo dessa técnica de fotografia chamada Freelensing e fui logo testar. Gostei, achei interessante e fiquei com vontade de escrever um post sobre. Vamos lá?
Freelensing é nada mais, nada menos, do que fotografar com a lente desconectada da câmera. Sim, sua câmera funciona dessa maneira. Você vai desconectar a lente, mas vai deixá-la praticamente encaixada, apenas sem rosquear e travar.
Agora vá movendo-a para cima, para baixo, direita, esquerda, apenas controlando os efeitos gerados na imagem. Câmeras que têm live view ajudam nesse ponto, mas você pode utilizar o viewfinder sem nenhum problema.
A vantagem é poder criar uns desfoques a mais, deixar uma entrada de luz maior, criar bokehs extras, etc. Faça uns testes e veja como dá pra brincar bastante com as fotos. Até onde se sabe, isso não causa nenhum dano à câmera, mas tome cuidado com ambientes empoeirados, afinal a lente não está conectada e o interior da câmera pode ficar exposto.
Abaixo, duas fotos do Nino – feitas com uma Canon T1i e lente 50mm f/1.8 – que serviu de modelo para eu testar essa técnica:
Eu achei bem legal e ainda quero fazer mais testes, inclusive fotografando pessoas. Ficou curioso? Experimente, também!
Hoje foi pro ar o novo clipe da banda Curimba, com a música “Muleque da quebra”. Foram dois dias de filmagens e um total de nove músicas, ou seja, vem mais coisa boa por aí.
Foi bem divertida essa experiência, eu nunca havia filmado nada “sério” assim e acho que consegui aprender bastante coisa, mesmo que na marra.
Gravamos com a minha Canon T1i e lentes Canon 50mm f/1.8 + Canon 10-22mm f/3.5-4.5. Também usamos uma Sony HDV para algumas tomadas gerais.
Ontem rolou mais um show do projeto MS Canta Brasil aqui em Campo Grande. Dessa vez tocaram a banda Curimba, daqui mesmo de Campão, e Lenine.
Sou fã dos Curimbas e tive a honra de ser convidado para fazer fotos do show, desde o backstage, passagem de som até o show em si.
Chegamos (eu e o Naka, que fotografou comigo) no parque às 16h e a banda já estava passando o som. Fomos pro palco e já começamos a clicar. Nessa hora tínhamos mais liberdade pra transitar no palco e foi mais fácil pra fotografar.
Depois da passagem de som fomos comprar uma água, conversamos um pouco com a banda e logo já era noite e subimos ao palco novamente para fotografar o show, agora sem muita liberdade, tomando cuidado em dobro pra não tropeçar em nenhum cabo, equilibrando-se entre amplificadores e espaços mínimos que separavam-nos de um belo tombo de lá de cima.
A apresentação dos caras foi incrível e tivemos o prazer de acompanhar tudo bem de pertinho, tentando fotografar o máximo possível. Foi uma experiência muito legal.
Esse lance de fotografar show não é a coisa mais fácil do mundo, ainda tô com as pernas doendo de tanto sentar, levantar, deitar, levantar, tudo pra conseguir um ângulo bacana. Mas valeu a pena!
As fotos foram feitas com uma Canon T1i, uma Canon XSi e lentes Canon 18-55mm, 50mm 1.8 e 55-250mm.
Post editado – Filmei alguns trechos do show. Removi o áudio original porque fiquei do lado dos amplificadores e estourou, então sincronizei com o áudio das músicas gravadas em estúdio:
O Vimeo, melhor site de vídeos da internet, juntamente com a Canon, lançou um concurso colaborativo de filmes em HD para seus usuários, o The Story Beyond The Still.
Funciona da seguinte maneira: através de uma foto, o filmmaker tem que interpretá-la e dar sequência a essa interpretação através de filmagem.
Serão sete capítulos e quem deu o pontapé inicial para o concurso foi o fotógrafo Vincent Laforet.
Veja o que ele fez:
No final de cada vídeo, tem uma nova foto (still) para ser interpretada e ter uma sequência como próximo capítulo. Qualquer pessoa pode participar (leia as regras com os requisitos).
A Cidade do Natal foi um projeto super bacana feito pela Prefeitura de Campo Grande, Governo do Estado de Mato Grosso do Sul e iniciativa privada, para o Natal de 2009.
Localizada nos altos da Avenida Afonso Pena, a Cidade do Natal – que já recebeu a visita de milhares de pessoas – está funcionando desde o dia 4 de Dezembro e ficará aberta ao público até o dia 6 de Janeiro de 2010. A entrada é gratuita.
O vídeo acima mostra alguns momentos que registrei por lá no dia 28/12/2009. Foi feito com uma Canon T1i e lentes Canon EF-S 55-250mm f/4-5.6 IS / Canon EF 50mm f/1.8 II.
Parabéns a todos os envolvidos, só ouvi elogios. E caprichem pra 2010!
Pensei em escrever um post de fim de ano, mas resolvi facilitar a vida de quem prefere “ver as figuras”, além de ser uma boa desculpa pra minha falta de saber o que dizer.
É o seguinte: em 2009 eu confirmei minha paixão por fotografia, tanto que enchi o blog de assuntos relacionados a isso. Sendo assim, o último post do ano será composto apenas por imagens (desconsiderando esse texto, né? Duh!). Enjoy!
Desde o começo eu achei a 18-55 muito quebra-galho, é uma lente bacana mas deixava a desejar em alguns pontos, principalmente em fotos e filmagens com pouca luz.
Então decidi comprar a 50mm, que sempre vi ótimos relatos a respeito e me impressionava bastante pelo foco da pequena. Digo “pequena” porque ela é realmente pequena e muito leve.
A lente chegou ontem e já tive uma oportunidade de testá-la em várias ocasiões, com luz, com pouca luz e com quase nada de luz. Testei com fotos e vídeos. Abaixo segue algumas amostras:
Ela desfoca bem o fundo e é uma lente clarinha, as fotos ficam com bastante luz, na medida certa. O único ponto “ruim” é que você tem que estar a uma distância razoável da pessoa/objeto que está fotografando, pois ela não tem zoom e tem pouco recuo (não sei se é esse o termo). Mas também acho que é uma questão de acostumar.
Recomendo essa 50mm principalmente pelo custo-benefício: gira em torno de R$ 300 aqui mesmo no Brasil. Comprei no Mercado Livre, basta usar o search que você encontra várias ofertas.
Acho que por 2009 chega, né? Se bem que tem umas lentes de zoom… Tá, parei!
No último sábado (18) passei a tarde toda junto com as Filós tirando fotos pro catálogo da nova coleção da loja delas.
As fotos foram feitas em três “locações” aqui em Campo Grande, o antigo mercado municipal próximo à feira central, as ruas com casas antigas que também ficam na região e, por fim, o Hotel Gaspar, que é antiguíssimo e tem uma vista sensacional.
Não sou fotógrafo, sou apenas amador, mas adorei poder estudar e experimentar fotografia da melhor maneira possível: na prática. As modelos Rachel (foto) e Cris foram super pacientes e aguentaram horas fazendo pose. Mas valeu a pena, gostei muito do resultado e as meninas também.
Algumas das fotos podem ser vistas no meu Flickr. Todas foram tiradas com uma Canon T1i (500D) e lente 18-55.