09/16/2008

Curiosidade…

Estava aqui pensando. Dias atrás um amigo meu veio aqui em casa usar o outro computador para fazer um trabalho urgente, porque o dele estava na assistência.

Aí ele ligou, conectou e falou:

Eu não consigo fazer nada se antes eu não ver todo o site do Terra.

Eu disse que tinha um “problema” parecido, não conseguia começar a trabalhar se antes não visse o Twitter, Camiseteria, Flickr e Globo.com.

Mas nisso eu fiquei com uma dúvida: por que o Terra? Eu não gosto do Terra, não consigo ler nada lá e o meu amigo adora. E ele raramente acessa Globo.com. Tenho um primo que não acessa nem Terra nem Globo.com e sim UOL. Outros, preferem o iG. Minha tia não acessa nenhum desses sites “nacionais”, apenas os “regionais”.

E esse “costume” aparece até nas tabs do Firefox. É sempre na mesma ordem: Twitter, Globo.com, Camiseteria, Flickr. Tem horas que nem percebo, chega a ser automático.

Isso me lembrou uma conversa que tive com o Zerrenner, sobre a quantidade de informações que somos obrigados a absorver diariamente. Falávamos que, se ficarmos dois dias sem internet, dá uma sensação de estar totalmente desatualizado do mundo e ao mesmo tempo dá uma agonia porque quanto mais tempo, mais desinformados ficaremos e mais coisas teremos que ler/ver/ouvir para tirar o atraso.

Confesso que muitas vezes essas novidades que aparecem quase que todo dia (Blip.fm, Plurk, agora Popego, etc) me assustam. Eu penso “Putz, mais um?” e tento resistir ao máximo para não aderir, com receio de ficar dependente de mais coisas do que já sou. E parece que você é um ultrapassado se não acompanha esse ritmo frenético que chega a dar inveja na Mulher Melancia.

Quis compartilhar isso por aqui. Então, quem quiser, responda:

  1. Qual a sua rotina internética?
  2. Qual o site que você não vive sem e qual você quase nem lembra que existe?
  3. Você se cadastra em tudo que aparece pela frente ou tenta resistir ao máximo?

Credo, parece papo de louco isso aqui.

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09/6/2008

Blip.fm

Lá vai mais uma análise praticamente prematura (aka primeiras impressões), visto que não faz nem uma hora que criei minha conta no Blip.fm.

Vamos lá. Basicamente, o site é uma rede social de “djs virtuais”. No Blip.fm você escolhe as músicas -  ainda faltam várias no acervo, é verdade – põe uma breve descrição e manda bala! Elas aparecem na home do site e ficam gravadas no seu perfil.

Aí é aquele esquema todo de rede social: as pessoas acessam o seu perfil, escutam suas músicas, te favoritam (ou não) e assim segue o fluxo. É ótimo para conhecer coisas novas sem precisar de indicação e sem precisar fazer o download. As faixas são carregadas rapidamente, é só clicar em “play”. E ainda tem a opção de comprar cada uma das músicas em formato mp3.

Alguns defeitos: fica complicado de navegar no Blip quando se está ouvindo alguma música, porque simplesmente o site sofre um reload e já era o som. Muitas vezes é necessário esperar acabar a música pra clicar em algum perfil, a menos que você não se importe em parar de ouvi-la. Não achei músicas do Tiririca e do ET e Rodolfo.

Pontos positivos: o Blip é fácil de usar e bastante intuitivo. Acho que não tem mistério. Mas mesmo assim vale a pena dar uma lida no FAQ para entender algumas particularidades. Outro fator bacana é que a música não pára, acabou de tocar uma ele já passa pra próxima da lista, seja da home ou do perfil do seu DJ favorito.

Fica a dica, vale a pena conhecer e montar uma playlist bacana. Aproveite e veja meu perfil por lá.

Update: Agora que postei bastante música reparei uma coisa vendo a página do meu perfil e comparando com meu perfil no Twitter: o Blip.fm é um Twitter com caixas de som. Idêntico.

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