Design goals
Our goals are very simple – to design and make better products. If we can’t make something that is better, we won’t do it.
– Jonathan Ive

Eduardo Duccigne, Designer de Interface do iG, sócio-fundador da Kooler.me, vivendo em São Paulo.
Our goals are very simple – to design and make better products. If we can’t make something that is better, we won’t do it.
– Jonathan Ive
“It’s really hard to design products by focus groups. A lot of times, people don’t know what they want until you show it to them.”
– Steve Jobs
Dias atrás eu resolvi perguntar aos meus seguidores no Twitter qual era o melhor software de FTP pra Mac.
Há tempos que eu só usava o FireFTP, que na verdade é um plugin pro Firefox, mas agora estava afim de um app independente, até porque deixei de usar o Firefox e passei a ter o Chrome como browser principal.
As respostas foram imediatas e sugeriram, em sua maioria, quatro programas:
Dessa lista eu conhecia apenas os dois últimos, que já havia testado e não gostei, mas têm a vantagem de serem grátis.
Resolvi então testar o Transmit, feito pela Panic, mesma empresa do Coda (que é meu app de web development) e o ForkLift, da BinaryNights. Ambos são muito bons, bem completos, bonitos e fáceis de usar, mas acabei optando pelo Transmit, sem nenhum motivo específico. Acho apenas que fui mais com a cara dele.

Meu uso de FTP é bem básico, apenas pra conectar nos servidores dos meus sites e fazer download/upload de arquivos, e o Transmit supriu essa necessidade de forma simples, direta e com aquela aparência bonita que geralmente os softwares de Mac têm.
Pelo que vi de ambos, o ForkLift leva uma pequena vantagem por ter mais ferramentas. Talvez seria a minha escolha caso eu fosse um “usuário avançado”.
Seja qual for a sua necessidade, os usuários de Mac estão bem servidos com Transmit e ForkLift.

Semana passada eu tive uma ideia: queria tocar as músicas no meu MacBook Pro 13″ e o som sair nas caixas do iMac 20″ que tenho aqui na mesma mesa. Isso porque a qualidade das caixas de som do iMac é muito superior as do MacBook.
Ok, e como fazer isso? Tomara que alguém já tenha tido essa ideia e conseguido colocá-la em prática, porque tentei compartilhar o áudio usando cabos P2 e não funcionou.
Já estava quase desistindo quando encontrei o Airfoil for Mac™. Ele faz um compartilhamento de caixas de som através de uma rede wireless, ou seja, posso mandar o áudio do iTunes do MacBook sair nas caixas do iMac. A vantagem disso tudo é não precisar interromper o que estou fazendo pra ir mudar a música no outro computador. E, claro, tudo sem fio!
É possível escolher o que você quer compartilhar, seja o iTunes, RealPlayer, QuickTime, áudio do sistema, etc. Você também pode compartilhar o áudio com Apple TVs, iPhones, iPods Touch e também com PCs que rodem Windows ou Linux.
Gostei bastante do programinha e venho usando desde então. A licença de um usuário custa $25 e funciona em um ou mais computadores, também existe a opção “trial” pra quem quiser ver como funciona antes de gastar seu precioso dinheirinho.

Sempre achei que seria com o iPhone a minha estreia no mundo dos smartphones. Não foi. Acabou sendo com um Nokia E71. Pura opção, nada de escolha por economia ou algo do tipo.
Durante toda a minha vida eu tive três celulares, um Samsung e dois Nokias, todos bem simples, só dava pra ligar e enviar SMS. Os Nokias sempre me surpreenderam pela qualidade e principalmente pela facilidade de uso.
Com o E71 não é diferente, o aparelho é muito fácil de usar, mesmo com a quantidade de coisas novas que um smartphone oferece. Nesses poucos dias já pude testar algumas coisas e resolvi escrever aqui no blog as minhas primeiras impressões.
O E71 já vem preparado para receber/enviar e-mails, óbvio, senão não seria um smartphone. A função fica junto com o SMS, mas eu achei um pouco ruim (demorava muito pra baixar os e-mails e às vezes não baixava) e acabei optando pelo app Email for Nokia, disponível (grátis) na Ovi Store. Funciona muito bem e fica acessível pela tecla de “mensagens” no próprio teclado. Rápido e fácil.
Uso apenas Twitter, Facebook e Foursquare. Todas essas redes são acessadas por um único app: Gravity. Muito fácil de usar e funciona muitíssimo bem, direto ao ponto.
No Twitter, é possível fazer todas as suas ações (reply, reply-to-all, RT, DM, replies, lists, follow, Twitpic, etc). No Foursquare também, incluindo silent check-in, mayors e badges, só faltou uma opção de “send to Twitter”. O único que fica devendo é o Facebook, limitado apenas a “news feed” e “updates”.
O Gravity possui um free trial, mas é certo que vou comprar a versão full. É um dinheiro muito bem gasto.
Testei o eBuddy, Nimbuzz e fring. Todos são muito parecidos, mas optei pelo fring. Achei mais fácil de usar e com a interface mais simples/bonita.
Senti absoluta necessidade de baixar um browser melhor do que o nativo usado pelo E71. Uma ótima escolha é o Opera Mobile. A interface é muito bem resolvida e os sites abrem no formato padrão, sem ser apenas em versão mobile.
O aparelho é muito elegante, leve, fino e o teclado é bem fácil de usar. Vem com várias ferramentas úteis de um smartphone, incluindo GPS, câmera (foto/vídeo) de 3.2 megapixels, acessórios, carregador veicular e uma capinha de couro muito boa e bonita. Você pode ver fotos de um unboxing aqui.
Tenho usado-o praticamente o tempo todo e a bateria tem durado, em média, três dias. Deve durar mais quando eu der um pouco de folga para o bichinho.
Como citei o iPhone no começo do post, é justo fazer uma comparação bem sincera dos dois. Claro que o iPhone é muito mais moderno e tem outro perfil, é touchscreen, tem a tela maior e os apps são muito mais bem desenvolvidos.
Mas o Nokia E71, pra mim, não deixou aquela sensação de arrependimento. Muito pelo contrário. É um smartphone excelente e que vai durar uns bons anos comigo.
Agora só falta um bom plano de pacotes de dados para poder usar todas essas funções sem se preocupar com créditos da operadora. Mas isso vai ficar pra depois.

“Você não consegue 500 milhões de amigos sem fazer alguns inimigos.”
Esse é o slogan de divulgação do filme “The Social Network”, sobre o Facebook e seu criador, Mark Zuckerberg, que será lançado em outubro pela Columbia Pictures.
Até agora não fizeram uma grande divulgação, somente um poster e o teaser-trailer lançado ontem no YouTube, que mostra trechos de alguns diálogos e umas palavras soltas bem provocantes: Atualizando o post! A divulgação foi feita. Saiu o trailer completo e oficial do “The Social Network”:
O filme será dirigido por David Fincher, responsável pelos sensacionais “Seven”, “Clube da Luta” e “O Curioso Caso de Benjamin Button”.
Alguns podem achar ridículo um filme sobre o Facebook, mas eu adoro produções desse tipo. Achei sensacional o “Piratas do Vale do Silício”, que conta a história da Apple e Microsoft.
Me fascina conhecer um pouco sobre os bastidores de gigantes que revolucionam a nossa época e que vendem produtos que usamos todos os dias. E que, claro, tornam-se bilionários.
Vi no Brainstorm #9.
Não sou daqueles que vivem jogando em computador, mas de vez em quando é bem gostoso ter um joguinho legal pra relaxar e passar o tempo.
Com indicação do meu amigo Will Murai, comprei o Team Fortress 2. O game é bem legal, muito competitivo e tem versão pra usuários do OS X da Apple, ou seja, não preciso ficar rodando o Windows no MacBook Pro pra poder jogá-lo.

Aliás, só pelo fato de eu jogar num Mac, ganhei da Valve um clássico par de fones de ouvido brancos – no melhor estilo iPod – pra usar nos meus personagens! É legal que fica até saindo sonzinho ♫ dos fones enquanto mato os sou morto pelos adversários.

Um ponto interessante e positivo do Team Fortress 2 é o character design. Ao contrário da maioria dos jogos de guerra, os personagens fogem do realismo, são mais parecidos com desenho animado. Mas isso não o compromete em nada, é muito fácil de reconhecer um personagem até mesmo à distância, pela silhueta, movimentos, velocidade, etc.
São nove opções de combatentes pra você escolher, cada um com suas características, prós e contras. Até agora eu gostei de jogar com o Heavy (da primeira imagem do post) e com o Sniper. O primeiro é mais forte e indicado pra quem gosta do combate, de sair atirando como se não houvesse amanhã. Já o segundo é pra quem prefere marcar pontos de camarote, sem sujar tanto as mãos.
No meu caso, jogo num MacBook Pro 13″ e as recomendações são:
OS X version Leopard 10.5.8, Snow Leopard 10.6.3, 1GB RAM, NVIDIA GeForce 8 or higher, or ATI X1600 or higher, Mouse, Keyboard, Internet Connection.
Pra quem usa PC:
1.7 GHz Processor, 512MB RAM, DirectX® 8.1 level Graphics Card (Requires support for SSE), Windows® Vista/XP/2000, Mouse, Keyboard, Internet Connection.
Team Fortress 2 chegou cheio de originalidade e eu virei fã. Você pode comprar o jogo direto pelo Steam, eu paguei $19,99 USD e baixei em uma madrugada com download de 500 kbps.
E aí, vamos jogar? Só procurar por “eduardoduccigne” no Steam, me adicionar e torcer para não aparecer na minha frente!

Esse post é curto e direto ao ponto. Excelente pra você que vive cheio de ideias e tem o empreendedorismo correndo nas veias.
Conheça o Startup Quote. É bem simples: o site reúne citações de grandes empreendedores que fazem acontecer na web, aqueles que criam serviços dos quais não conseguimos mais viver sem, tais como Steve Jobs (co-fundador da Apple), Jason Fried (fundador da 37signals), Drew Houston (co-fundador da Dropbox), Zach Klein (co-fundador do Vimeo), Evan Willians (co-fundador do Twitter), entre muitos outros.
Dica de ninguém menos que Fabio Seixas, co-fundador do Camiseteria.
Essa semana a Apple lançou seu mais novo gadget, o/a iPad. A tão esperada e comentada “tablet da Apple” finalmente ganhou nome e foi apresentada ao público.
Eu confesso uma coisa: não gostei. Me decepcionei, pra falar a verdade. Não acompanhei todos os rumores de perto, mas pelo pouco que li, a expectativa que foi criada em mim era de um produto mais robusto, mais puxado pra linha profissional, com Mac OS X completo, caneta, ou seja, uma tablet para fazer concorrência com a Cintiq, da Wacom.
Acho que a maioria dos designers/ilustradores esperava algo assim. E não veio. O que veio foi um produto diferente, para um outro segmento, com outros propósitos. Isso não quer dizer que o mais novo membro da família Apple seja ruim, muito pelo contrário. Com certeza vai vender bastante e vai ter seus adoradores.
Talvez a Apple esteja querendo atingir um público mais “comum”, que use o iPad para coisas rotineiras, do tipo ler e-mails, ver fotos, visitar sites, assistir vídeos no YouTube, fazendo tudo isso na cama, no sofá, em qualquer lugar, desfrutando dos deslizes da tecnologia multitouch.
Por exemplo, os usuários do Kindle (e quem estava pensando em comprá-lo) podem ter gostado – e muito – do lançamento. Eu, por outro lado, não consigo imaginar nenhuma utilidade do iPad no meu dia a dia.
Outra coisa: não concordo quando chamam o iPad de revolução, acho um exagero. Pra mim, ele é apenas uma evolução. Todas as coisas que ele faz nós já conseguimos fazer com outros produtos, seja pelo MacBook, iPhone, iPod, etc. Com o iPad, essas coisas são feitas de um modo um pouco diferente, nada mais que isso. O iPod, esse sim, foi uma revolução.
Esse foi um dos raros lançamentos que o Steve Jobs fez que não me deixou com aquela vontade louca de comprá-lo. Eu senti essa vontade com o iPod, iPhone, MacBook, iMac.. Mas não com o iPad. Fico na torcida pra que um dia a Apple lance uma tablet profissional, voltada para designers e ilustradores.
E você, gostou?

A Apple acaba de lançar a versão 3.0 do sistema operacional para iPhone e iPod Touch. Muitas coisas legais (foram mais de 100 novas features) que eram aguardadas enfim chegaram:
Copiar e colar: basta um duplo “tap” em cima de um texto que aparecerá um balãozinho com as opções. Também serve pras fotos.
Spotlight: famoso buscador da Apple agora também está disponível.
MMS: isso já deveria existir faz tempo. Mensagens multimídia sem precisar usar email.
Shake to shuffle: eu queria muito isso! Basta chacoalhar o aparelho pra trocar de música.
Stereo bluetooth audio: agora será possível parelhar o iPhone/iPod Touch com qualquer dispositivo de aúdio bluetooth, como fones e caixas de som.
Ponto negativo: não vi nada relacionado a suporte Flash no Safari. Isso realmente me decepcionou.
O update para o novo sistema será grátis apenas para proprietários de iPhone, incluindo os de primeira geração. Reles mortais (como eu) que possuem iPod Touch 1G/2G terão que pagar US$ 9,95 pela atualização.
Citei apenas as novidades que achei mais interessantes, mas você pode saber de tudo aqui.