Mês passado postei sobre o lançamento do app Everplaces. Hoje, recebi um e-mail da Ani Movsisyan, community manager do Everplaces, agradecendo o post e enviando um infográfico pra gente saber como o serviço está indo no Brasil:
Oi Edu,
Thanks for the great blog post you wrote about Everplaces at our launch. Now we have little stats on how Everplaces is being used in Brazil and we are excited to share it with you and your readers.
Thank you and have a wonderful day,
Ani
Nós sorrimos mais, adoramos comer e beber, somos 15% da base de usuários, temos a Pedra do Arpoador como o lugar mais compartilhado e São Paulo como a cidade mais amada!
Caine Monroy é um garoto americano de 9 anos que passou as férias de verão montando jogos arcade com caixas de papelão na loja de peças usadas de seu pai.
O sonho do menino era ter vários clientes brincando com tudo aquilo que ele produziu com tanto cuidado. Caine levou meses aperfeiçoando os arcades, desde a jogabilidade até os sistemas de segurança usando calculadoras (!). Porém, a loja de seu pai fica num lugar com pouco tráfego de pessoas, fazendo com que a chance de pararem para experimentar o arcade de Caine fosse muito pequena.
Um dia, Nirvan estava procurando uma maçaneta para seu Corolla 96 e acabou entrando na Smart Parts Auto. E o que ele viu foram vários jogos muito bem produzidos, feitos de papelão, e um menino de 9 anos perguntando se ele queria jogar.
Nirvan perguntou como funcionava e o menino explicou: por 1 dólar, você tem duas jogadas. Por 2 dólares, você compra um Fun Pass que te dá direito a 500 rodadas. Nirvan ficou com o Fun Pass.
Ali começava o que viria a ser o melhor dia da vida de Caine, segundo ele mesmo. O resto da história você vê no vídeo. E você deveria mesmo ver.
Sobre a genialidade do menino, nem preciso falar nada. Mas tudo isso prova que podemos fazer muito com a internet. Muito além de likes e retweets.
Mais um post de utilidade pública por aqui. Principalmente quando um bando de mortos-vivos começarem a tentar arrombar sua porta.
Map of the Dead é um mashup com o Google Maps, mostrando pontos de interesse que podem salvar sua vida numa invasão zumbi: lojas de armas, supermercados, postos de gasolina, torres de rádio, áreas militares, etc. Ele também pinta de vermelho as áreas que você deve ficar longe, pois correrá um risco maior de ser atacado.
Só faltou uma versão offline, porque vai que a internet cai bem na hora, né?
Genialidade criada pela Doejo, para promover o game Zombies.
Procurando uma solução de como adicionar feeds RSS pra ler diretamente no Readability, acabei descobrindo o ifttt, que significa: if this than that.
No começo parece tudo um pouco confuso, mas a lógica é simples: coloque a internet pra trabalhar pra você apenas criando condições que se adequem na regra “if this than that”.
Exemplos:
se favoritei um tweet (this), envie para o Readability (that)
se troquei de avatar no Twitter (this), troque também no Facebook (that)
Hoje foi lançado o Everplaces, uma mistura de Foursquare e Pinterest.
Funciona assim: você coleciona seus lugares favoritos, onde já esteve e onde gostaria de ir, criando uma espécie de “catálogo” de lugares bacanas, com fotos e recomendações.
Sabe aquele amigo que já viajou pra todos os cantos do país, do mundo, do universo, e acaba sendo sempre a referência quando se quer dicas de onde ir? Pois é, seria interessante segui-lo no Everplaces.
O serviço é diferente do Foursquare porque o objetivo não é compartilhar com as pessoas onde você está agora, e sim catalogar esses lugares como se fosse uma espécie de curador.
Nada como as dicas e opiniões dos seus amigos. Elas valem muito mais do que qualquer review de revista famosa.
O Everplaces funciona tanto no site, como no iPhone e Android.
Readability é meu mais novo app favorito do iPhone. A ideia é simples, porém executada com precisão cirúrgica: encontrou aquele artigo excelente (e gigante) ou um post interessantíssimo num blog, mas não pode ler agora? Salve com o Readability e leia depois no seu iPhone/iPod/iPad.
Se quiser ler depois, no computador, também é possível através da sua conta no site. Fica tudo salvo lá. Se quiser ler na hora, mas com um “conforto” maior, ele também te ajuda nisso. E ainda é lindo.
Eu sempre gostei do Vimeo. Pra mim, é diferente do YouTube. É onde eu sei que vou encontrar coisas diferentes, bem produzidas e com uma qualidade impecável, principalmente no HD.
Além disso, o site é lindo. Limpo, fácil de navegar e sempre tive como referência no aspecto de como fazer algo simples, bonito e funcional.
E os caras resolveram redesenhar algo que, pra mim, já era muito bom. Como não poderia ser diferente, ficou melhor ainda.
Até comecei a escrever um post sobre esse redesign há uns dias atrás, mas resolvi esperar ter o acesso ao beta do produto. E o resumo é simples: continuo achando tudo lindo e fácil de usar. Acertaram na mosca. As cores continuam suaves, tudo muito bem espaçado e com respiros, características que sempre admirei.
O destaque é a nova página de vídeo, onde o destaque é o… vídeo. Com um player bem maior, não existe nada que tire sua atenção do que realmente importa ali. As outras informações estão abaixo, na dobra da página. Sim, o usuário sabe usar o scroll!
Em breve, a nova versão ficará disponível para todos os usuários. O vídeo abaixo mostra as novidades:
Essa é a coisa mais legal que vi nos últimos dias. Little Printer é, como o próprio nome diz, uma pequena impressora que fica conectada à sua rede wireless e imprime mini-jornais personalizados pra você.
Escolha receber as principais atualizações dos seus amigos do Facebook, uma lista de to-dos para carregar na carteira, puzzles, lembretes de aniversariantes da semana, entre dezenas de outras publicações. Basta configurar suas preferências no seu smartphone, apertar o botão e pronto.
Veja fotos e o vídeo abaixo:
Segundo o BERG, estúdio de design responsável pelo projeto, a Little Printer chega já em 2012, em versão beta. Eu quero.
Sabe quando você vicia naquela música ao ponto de deixá-la no repeat durante uma semana? E a vontade de compartilhar essa melhor música do universo (pelo menos nesses dias) com todo mundo?
Essa é a proposta do This Is My Jam. Uma música durante 7 dias. Aquela que você está viciado, pras pessoas verem e ouvirem. Depois disso você pode colocar outra música, mas também pode trocá-la antes desse período terminar.
What’s your favorite song right now? Not any old track, but THAT song; the one that’s on repeat, the one you can’t get out of your head today, the one worth shouting about.
We couldn’t find anywhere online that asked (or answered) this one question, so we decided to build it. We’re excited you’re here to try this early version of This Is My Jam.
We want This Is My Jam to be the best place to share your new favorite song and find the best music through friends, but we have a long way to go.
Se o serviço (ou rede social, whatever) vai dar certo, é outra história. E os próprios criadores sabem disso. Mas achei a ideia bacana, diferente.
O Daniel Sollero fez um post mais completo no B9, onde levanta uns pontos interessantes: isso pode ser um excelente lugar pra conhecer músicas novas, de bandas novas, e ao mesmo tempo ser o lugar para ser dominado por uma banda famosa que acabou de lançar um novo hit.