A doutora Susan Weinschenk, do Human Factors International, compartilha os 7 princípios para deixar seu site mais atrativo em relação a usabilidade e experiência do usuário. Tudo isso num vídeo fácil de entender e muito bem feito pelo pessoal da TruScribe.
Reserve cinco minutos e doze segundos do seu dia para vê-lo:
Madri, uma tarde de primavera, belas donzelas e.. longboards. Esses foram os ingredientes que Juan Rayos usou pra fazer esse vídeo de encher os olhos. Em todos os sentidos.
Ninguém mais precisa fazer filmes de time-lapse depois de Terje Sorgjerd.
This was filmed between 4th and 11th April 2011. I had the pleasure of visiting El Teide. Spain’s highest mountain @(3715m) is one of the best places in the world to photograph the stars and is also the location of Teide Observatories, considered to be one of the world’s best observatories.
Terje usou uma Canon 5D Mark II, com lentes Canon 17mm TSE, Canon 16-35mm II, Canon 24/1.4II e Sigma 12-24mm.
Se você não viu Clube da Luta (Fight Club) pare de ler esse post e vá assistir agora. Só volte depois que tiver terminado.
Continuando, hoje vi um link excelente e decidi que ia postá-lo no blog assim que chegasse em casa. E cá estou. Vamos lá: existe um clube da luta de verdade. Claro, devem existir vários por aí, mas esse chama a atenção por ser feito e praticado por geeks! Geeks de verdade, lá do Vale do Silício.
Eles dizem que não há nada melhor para combater o stress, a rotina e sentir-se vivo. Tudo acontece numa garagem, onde são usados periféricos de computador (nada mais justo) pra combater seus oponentes, além dos punhos e mãos.
Assim como no filme, eles possuem regras: não pode aleijar o oponente e nem fazê-lo chorar. Se é a sua primeira noite, você luta primeiro. E assim todos seguem felizes, se abraçando no final e mais dispostos pra trabalhar no dia seguinte.
Veja o documentário abaixo:
Maluquice? Acho que não. Depende do ponto de vista. Mas eu ainda prefiro continuar apenas com o futebol.
PS: No dia 25 esse blog fez três anos de vida. Olha só o primeiro post!
Nasci e passei minha vida toda em Campo Grande, MS. O que talvez pouca gente saiba é que sempre passei o aniversário de São Paulo, aqui, em São Paulo. Mas essa é a primeira vez que participo da festa como um de seus habitantes.
Parabéns, São Paulo! Obrigado por me acolher tão bem. E por ter tantas opções gastronômicas.
Já li, reli, ouvi e ouvi de novo a frase acima em vários canais de TV, sites, jornais, revistas, blogs, etc. E é a mais pura verdade. Vou dizer por mim: tenho três jogos no computador e dois deles são de zumbis: Left 4 Dead e Left 4 Dead 2.
Nesse feriado que passou, eu gastei boa parte do meu tempo jogando com meus amigos, explodindo cabeças de mortos-vivos, queimando infectados com coquetéis molotov e no final do dia eu assisti mais um episódio de.. um seriado de zumbis.
Esse seriado é o The Walking Dead, que atualmente está no terceiro episódio (se você ainda não assiste, corre que dá tempo de se atualizar) e é exibido pelo canal AMC.
A história é a mesma de sempre: todo mundo infectado, caos nas cidades e apenas alguns sobreviventes tentando continuar sendo sobreviventes. Adaptado dos quadrinhos do roteirista Robert Kirkman e do desenhista Tony Moore, The Walking Dead é diferente por ser uma série de televisão sobre zumbis e não um filme.
Digo diferente porque a sensação que tive quando assisti foi diferente. Por ser uma série, é possível “gastar” mais tempo em algumas situações da trama, sem aquela pressa de ter que encaixar todas as cenas em apenas algumas horas. Isso me causou uma sensação nova.
Acho que ver os zumbis por mais tempo, na luz do dia, com os personagens pensando no que fazer, acaba te levando mais pra dentro da história e aumentando a tensão.
Estou tomando cuidado ao escrever esse post pra não deixar nenhum spoiler, mas o segundo episódio deixa isso bem claro, principalmente na parte da “fuga”. Bom, chega de falar, senão vou acabar estragando a surpresa.
Mais um ano que se passa, mais um natal chegando e com ele mais um filme impecável da Coca-Cola, meu refrigerante favorito.
Dessa vez o Papai Noel brinca com um globo de neve que tem uma cidadezinha dentro, causando vários efeitos positivos na vida das pessoas, como o funcionário do mercado que está trabalhando em plena noite de natal e acaba caindo dentro do carrinho de compras, parando em casa junto com a família, entre outras cenas muito bonitas.
A Coca-Cola é mestre em fazer comerciais muito bem produzidos, tocantes e que marcam época. Quem não lembra do clássico dos ursos polares? Dessa vez a trilha sonora ficou bem em evidência e fez toda a diferença no conjunto. A música é “Shake Up Christmas”, da banda Train, de São Francisco.
A agência que assina o filme é a McCann Erickson Madrid e a produção é da Rattling Stick, Londres.
Vi no Twitter do Yves a dica do Miro, fui atrás, achei o site do programa e já tive todas as melhores impressões possíveis. O site é lindo, fácil de usar, muito explicativo e o melhor de tudo: o programa é free.
Posso dizer que ele é o verdadeiro media center, desde o download – podendo ser torrents externos ou feeds dentro do próprio Miro – até a execução no player, incluindo suporte a legendas. Sendo assim, fica tudo muito fácil de usar, tudo no mesmo programa, sem complicações e muito mais fácil de manter uma boa organização de todo seu conteúdo.
Outro ponto interessante é o “video search”, onde você busca vídeos no YouTube, blip.tv, Google Video, DailyMotion, etc, e pode fazer o download deles (até em HD) apenas clicando no botão “download”. Quer mais facilidade que isso?
“I have seen the future of television and it’s an application called Miro.”
– Fortune.com
Estou usando aqui e tenho a sensação de não precisar de mais nada para poder baixar e assistir meus filmes, vídeos, podcasts e tudo mais que a internet oferece.
O Yves deu uma solução salvadora nos comentários desse post para quem quer mais praticidade ainda na hora de baixar séries de TV: showRSS. Basta fazer uma conta no site, pegar os endereços dos feeds das suas séries favoritas, adicionar no Miro e pronto!
Automaticamente o programa vai baixar os novos episódios enquanto você faz qualquer outra coisa longe do computador. É o mesmo que chegar em casa cansado do trabalho e encontrar um episódio novinho de House, em HD, esperando pra ser assistido.
Eu gosto muito de covers, principalmente se são feitos por “anônimos”. Já vi muita coisa boa por aí, mas essa me chamou muito a atenção.
Além da qualidade musical, o que realmente me deixou fascinado foi a maneira como tudo aconteceu: dois músicos, continentes diferentes e o YouTube. O resultado? Um “collaboration cover” excepcional da música “Club can’t handle me”, do Flo Rida.
Os responsáveis são Tyler Ward (vocal, guitarra, baixo) e Cobus Potgieter (bateria). Eles também fizeram, sozinhos, a gravação, mixagem, edição e, claro, divulgação. Veja abaixo:
Agora só falta esses dois montarem uma banda! Também é possível comprar a música no iTunes, que custa US$ 0,99.
Deixe carregando o vídeo acima enquanto eu explico do que se trata: 35mm é um curta sobre cinema. São dois minutos de uma fantástica animação pela história da sétima arte.
A equipe responsável (Sarah Biermann, Torsten Strer, Felix Meyer, Pascal Monaco) selecionou 35 filmes entre seus favoritos e tentou simplificá-los o máximo possível.
A brincadeira é assistir e tentar identificar o máximo possível (ou os 35) de filmes que aparecem nesse curta.