Posts da categoria "review"

12/11/2011

iA Writer

Essa semana comprei um aplicativo que talvez eu não teria comprado há uns anos atrás e teria achado um absurdo o preço que paguei: $8,99. Tudo isso por causa de tamanha simplicidade.

“Ué, mas esse programa só faz isso? Não tem mais nada?”

Não. Só isso, mesmo. That’s the point.

Estou falando do iA Writer. Um programa simples ao extremo, pra escrever textos. Sem formatações, apenas uma fonte e apenas um tamanho de texto.

Agora você pode me perguntar: Ah, mas o TextEdit do Mac também é simples e faz a mesma coisa. E eu te respondo: Não, não é. No iA Writer não existem configurações. A única coisa que você pode fazer quando abre o programa é escrever. O tamanho de fonte, as cores, a interface enxuta, espaçamentos e tudo mais, criam um ambiente extremamente confortável e sem distrações.

Estou escrevendo esse post no iA Writer, utilizando o FocusMode™ e fullscreen. Genial. Apenas a sentença que está sendo escrita no momento é destacada, o resto é “apagado” ficando num cinza clarinho. Pra quem gosta de escrever é uma mão na roda.

Suas poucas “funções extras” são os contadores de palavras, caracteres, e um tempo estimado de leitura para o texto que está sendo escrito.

Por enquanto o iA Writer está disponível apenas para Mac e iPad.

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10/22/2011

Netflix Brasil

Esse mês paguei minha primeira fatura (R$ 14,99) da Netflix Brasil, após o primeiro mês gratuito para experimentar. Sou assinante do serviço desde 5 de setembro de 2011, data oficial de estreia da empresa no Brasil.

Na época, quis escrever um post aqui no blog mas resolvi esperar um pouco para poder usar o produto antes de sair falando qualquer coisa.

Pra quem ainda não conhece, a Netflix é um serviço de streaming de filmes, séries e documentários. Ou seja, você assiste tudo pela internet, tanto no computador quanto na TV, sem ter que baixar os títulos ilegalmente e sair procurando legendas depois. Também não ocupa espaço no HD, o que pra mim é uma vantagem enorme.

Com quase dois meses de uso, posso dizer que valeu cada centavo investido. O catálogo não é lá dos melhores (ainda) apesar de já ter recebido mais de 3.500 filmes e episódios novos nesse curto tempo de vida no país.

Nós também adicionamos algumas das minhas comédias favoritas, como O Virgem de 40 Anos e Superbad. E para aqueles que amam aventuras de ficção científica, é possível viajar através do tempo na trilogia De Volta Para o Futuro.
– Andy Yeatman, Diretor de Aquisição de Conteúdo da Netflix.

Em resumo, você não vai ter acesso aos últimos lançamentos, mas poderá ver (ou ver de novo) qualquer coisa que esteja disponível por lá, a hora que quiser. Pra mim, essa é a grande vantagem da Netflix: na maioria das vezes nem eu sei o que quero assistir, mas quero ver alguma coisa. E aí, ao invés de tentar lembrar de algo bacana, procurar na internet, baixar, procurar legenda, etc, eu posso simplesmente navegar no catálogo, escolher um filme/série e apertar play. Pronto, começou. Só pegar a pipoca e a Coca gelada e curtir.

Algumas perguntas frequentes:

Preciso de uma internet de mil megas pra assistir sem ficar travando?
Não. Já testei em banda larga de 5mb e 10mb e funcionou perfeitamente, em HD.

HD? A qualidade é HD?
Sim, todos que assisti até agora rodaram numa resolução belíssima. Sem travar. Você pode configurar a qualidade de vídeo nas opções de sua conta.

Vou ter acesso ao catálogo americano?
Não. Assinando a Netflix Brasil você só tem acesso ao catálogo brasileiro.

Vou poder assistir aquele filme que acabou de sair do cinema?
Não.

Quando vou ter novidades no catálogo?
O pessoal vem atualizando o conteúdo diariamente.

Posso assistir na minha TV?
Pode. Basta conectar o computador/notebook/PS3/PS2/Wii/WD ou qualquer outro aparelho compatível na sua TV.

Tem dublado? Tem legendado?
Sim, a maioria possui as opções legendado/dublado.

Mas isso não é pirataria?
Não. Todo o conteúdo da Netflix é legalizado.

Quanto eu pago?
R$ 14,99 mensais.

Como eu pago?
Cartão de crédito. Visa ou Mastercard.

Tem comerciais no meio dos filmes?
Não. E você pode pausar e reiniciar quando e quantas vezes quiser.

E se eu não gostar e quiser cancelar?
Você pode cancelar online, direto na sua conta no site, a hora que quiser. Sem enfrentar centrais de atendimento e planos de fidelidade.

Para novos assinantes o primeiro mês é grátis. Eu experimentei e gostei. Vou continuar sendo cliente.

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08/12/2011

Conheça o Spotify!

Cleber Zerrenner é designer, Design Lead na Ogilvy, brasileiro, autor das premiadas camisetas Sexy Queen, Typorama, Technologic e Type With Tape. Atualmente mora em Londres e escreve no Nomades juntamente com sua digníssima Alê Ferreira.

O texto abaixo foi publicado originalmente em seu blog no dia 14/07/2011 e você pode vê-lo aqui.


Se você ainda não ouviu falar no Spotify é porque está tão atrasado quanto eu estava até alguns dias atrás. Este serviço é considerado desde 2008 como o “futuro da indústria fonográfica”, e agora, quase três anos depois está quase se concretizando no “presente” desse mercado tão polêmico desde a invenção do formato mp3.

Spotify é uma mistura de iTunes, Last.fm e Grooveshark, com uma pitada de Napster. É uma gigantesca biblioteca musical online, que você pode acessar gratuitamente via streaming através do programa, com interface que lembra bastante o iTunes. E o que tem de genial nisso? A biblioteca do Spotify é totalmente oficial, legalmente cedida pelas gravadoras e artistas. Isso significa que você encontrará tudo bem organizadinho, mais ou menos com a estrutura do Last.fm, uma organização musical que aposto que 90% de quem está lendo isso nunca conseguiu fazer em seus próprios arquivos mp3.

E quem paga isso?

Anunciantes. Simples assim como em uma rádio, em um intervalo aproximado de 2 em 2 músicas, você ouve um anúncio. O mais legal é que há duas versões pagas. A mais barata (Unlimited) elimina os anúncios e a mais cara (Premium) ainda disponibiliza ouvir as músicas no seu celular e ativar o “modo offline”, que faz um download de um arquivo decodificado para você ouvir sem streaming quando não estiver conectado.

Este é um modelo comercial que agrada gravadoras e artistas, por conseguir pagá-los por algo que as pessoas estavam baixando gratuitamente e ilegalmente, mas não deixa de agradar o consumidor, já que o preço é acessível e você pode ouvir o que quiser* onde quiser.

Como usar o Spotify
O grande problema é que o Spotify ainda não está disponível no Brasil. Talvez seja por isso que muitos brasileiros não tenham ouvido falar nisso. O Spotify é uma empresa que nasceu na Suécia e hoje já funciona na Finlândia, França, Holanda, Noruega, Espanha e aqui no Reino Unido. A partir de hoje o serviço começou a operar nos Estados Unidos, após muito tempo negociando sua participação com as gravadoras e artistas. Acho que esse será o passo para o grande boom que esse serviço fará. Há rumores de que a Apple tentou comprar o Spotify e que agora está desenvolvendo sua biblioteca streaming no iTunes. Pelo sucesso que os suecos já alcançaram na Europa, não tenho dúvidas de que esse seja um dos caminhos do futuro da música. E é questão de tempo para funcionar no mundo todo e surgir os concorrentes.

Como desbloquear o Spotify para acessar no Brasil?
Rá! Essa pergunta muita gente deve estar fazendo. Como a intenção desse blog não é servir links de torrents, cracks e downloads ilegais de nada, não é aqui que você vai achar essa resposta. Maaaas… sei de gente que consegue usar o Spotify no Brasil. Então dá uma procurada naquele site legal: Como acessar o Spotify no Brasil?

Pontos positivos:

  • você vai finalmente organizar sua “vida musical”.
  • poderá “experimentar” músicas que não conhece sem precisar baixá-las.
  • conhecerá novos artistas através da afinidade com as bandas que já curte.
  • você pode compartilhar suas músicas, artistas e playlists através do Facebook Connect ou permalinks.
  • terá a mesma biblioteca musical na sua casa, no trabalho, na viagem, no iPhone, etc.
  • poderá baixar tudo pro “modo offline” se não quiser depender da internet.
  • o servidor deles é incrivelmente rápido e “parrudo”. Ouço o streaming em tempo real de verdade.
  • você vai economizar um espação de HD.
  • você não será mais um criminoso do torrent ;)

Ponto negativo:

  • você não encontrará Beatles, AC/DC, Pink Floyd, Led Zeppelin, Oasis e… Metallica, claro! *

Essas bandas não entraram em negociação com o Spotify ainda, mas você que é fã, obviamente já tem esses mp3, certo? Então o Spotify também te deixa ouvir os arquivos que você tem no computador e você pode mesclar com as playlists em streaming. E é claro que se esse programa realmente estabelecer o novo jeito de ouvir música no mundo, hora ou outra esses artistas irão ceder, assim como a Apple Store conseguiu negociar os direitos pra vender músicas dos Beatles. É só aguardar pra ver!

Agradeço ao meus amigos @scappini e @aituit pela indicação dessa maravilha dos tempos modernos. Agora é torcer pra chegar no Brasil.

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04/7/2011

Review: GPS TomTom XL Classic

Quando vim de Campo Grande pra São Paulo, de carro, vim usando um GPS automotivo, o que resultou numa viagem tranquila, sem erros e muito mais “segura”. E olha que foram mais de 1.000 km percorridos.

O GPS não era meu, mas achei uma maravilha tecnológica tão essencial que resolvi comprar um pra usar aqui nessa bagunça de metrópole. Fui na Fnac e comprei um TomTom XL Classic por mais ou menos R$ 400. Estou usando há três meses e só agora resolvi fazer um review do bichinho. Vamos lá?

Primeiro vou falar dos pontos positivos.

Funciona em Mac OS X: Foi um dos fatores determinantes na escolha. Segundo a vendedora da Fnac, apenas TomTom e Garmin são compatíveis com Mac. Pra mim é essencial, porque não tenho PC/Linux.

Compacto: O GPS é pequeno, mas não chega a ser ruim de visualizar as informações na tela. E não atrapalha meu campo de visão. Fixei-o à esquerda do painel do carro, assim fica fácil de usar mesmo com o veículo em movimento.

Ótimo sistema de fixação: Com o suporte integrado (EasyPort) fica fácil de prender o GPS no vidro. Fica firme e tem mobilidade para ajustar o posicionamento do aparelho mesmo depois de fixar o suporte.

QuickGPSfix: É um aplicativo da TomTom que faz com que o seu GPS localize mais rápido os satélites e assim fique disponível pras rotas em menos tempo. Necessário atualizar sempre, pois o que ele faz é prever a posição dos satélites. Eu costumo atualizar todo fim de semana. Realmente muito útil!

Atualizações online: O TomTom vem com um software chamado TomTom HOME, que gerencia todo o GPS, permitindo fazer backup, atualizações de mapas (Map Share), skins (uso mapas com as cores do Google Maps), vozes, radares, etc. Como eu disse no item acima, vale a pena deixar o aparelho sempre em dia. É rápido e bem fácil, só recomendo fazer um backup antes de qualquer coisa, porque tive problemas em erros do TomTom HOME no Mac, mas logo depois atualizaram o programa e tudo funcionou perfeitamente.

Pontos de interesse: Você pode habilitar os pontos de interesse que quer ver pelo mapa. Ex: postos de gasolina, oficinas, shoppings, bibliotecas, bancos, farmácias, etc. Eu não uso, mas já testei e pode ser bem útil.

Agora, como nem tudo são flores, vamos aos pontos negativos.

Demora pra encontrar os satélites: Sem o QuickGPSfix (que falei logo acima) o GPS demora uns bons minutos até encontrar os satélites e conseguir traçar a rota. Por isso a importância de mantê-lo sempre atualizado.

Má interpretação da rota em alguns casos: Esse ponto eu tenho que explicar bem pra não entenderem errado. Em alguns momentos o GPS dá ordens que ele poderia simplesmente omitir. Por exemplo: para sair de São Paulo e chegar até Bragança Paulista, vou pela Fernão Dias. A rodovia simplesmente vai até a entrada de Bragança, é só você se manter na pista. E o que o GPS faz? Avisa pra eu me manter à esquerda em alguns pontos, sendo que esses pontos são apenas umas saídas minúsculas que ninguém pegaria porque é claro que você deixaria a rodovia pra entrar sabe-se lá onde. Muito mais fácil não dar instrução nenhuma e você continuar no caminho. Não sei se fui claro, mas “ao vivo” fica evidente que aquela informação era desnecessária.

Aviso de pouca bateria: Entendo que se a bateria do GPS está acabando, é uma situação crítica e que precisaria ser bem alertada. Não é o que acontece. Fica simplesmente piscando um ícone minúsculo no cantinho da tela, por cima do mapa. Quase imperceptível. Eu mesmo só descobri por acaso. A duração média da bateria é de 3 horas.

Bluetooth e cartão SD: Não tem conexão Bluetooth e nem espaço para SD. A única conexão com o carro é pelo carregador. No computador, USB.

Agora, um ponto neutro, que vai do seu gosto: ele não tem funções multimídia. Ou seja, não toca mp3, vídeos e nem tem TV digital. Eu não vejo problema nenhum nisso, até prefiro que seja assim.

Conclusão: Acho um excelente aparelho, principalmente pelo preço. Os concorrentes à altura, mesmo que um pouco melhores, custavam quase o dobro. Assim como Garmin, a marca TomTom é muito boa e referência no mercado. Pude usá-lo por três meses e nunca me deixou na mão.

Especificações técnicas:

  • Cor: preto
  • Tela de 3,5 polegadas, touch screen, 320 x 240 pixels
  • Dimensões (LxAxP): 116x76x20 mm
  • Bateria com duração de até 3 horas
  • Mapas em 3D
  • Memória interna de 2 GB
  • Peso: 323 g
  • Map Share™
  • Ventosa EasyPort™
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10/21/2010

FTP pra Mac

Dias atrás eu resolvi perguntar aos meus seguidores no Twitter qual era o melhor software de FTP pra Mac.

Há tempos que eu só usava o FireFTP, que na verdade é um plugin pro Firefox, mas agora estava afim de um app independente, até porque deixei de usar o Firefox e passei a ter o Chrome como browser principal.

As respostas foram imediatas e sugeriram, em sua maioria, quatro programas:

Dessa lista eu conhecia apenas os dois últimos, que já havia testado e não gostei, mas têm a vantagem de serem grátis.

Resolvi então testar o Transmit, feito pela Panic, mesma empresa do Coda (que é meu app de web development) e o ForkLift, da BinaryNights. Ambos são muito bons, bem completos, bonitos e fáceis de usar, mas acabei optando pelo Transmit, sem nenhum motivo específico. Acho apenas que fui mais com a cara dele.

Meu uso de FTP é bem básico, apenas pra conectar nos servidores dos meus sites e fazer download/upload de arquivos, e o Transmit supriu essa necessidade de forma simples, direta e com aquela aparência bonita que geralmente os softwares de Mac têm.

Pelo que vi de ambos, o ForkLift leva uma pequena vantagem por ter mais ferramentas. Talvez seria a minha escolha caso eu fosse um “usuário avançado”.

Seja qual for a sua necessidade, os usuários de Mac estão bem servidos com Transmit e ForkLift.

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08/9/2010

Review: Nokia E71

Sempre achei que seria com o iPhone a minha estreia no mundo dos smartphones. Não foi. Acabou sendo com um Nokia E71. Pura opção, nada de escolha por economia ou algo do tipo.

Durante toda a minha vida eu tive três celulares, um Samsung e dois Nokias, todos bem simples, só dava pra ligar e enviar SMS. Os Nokias sempre me surpreenderam pela qualidade e principalmente pela facilidade de uso.

Com o E71 não é diferente, o aparelho é muito fácil de usar, mesmo com a quantidade de coisas novas que um smartphone oferece. Nesses poucos dias já pude testar algumas coisas e resolvi escrever aqui no blog as minhas primeiras impressões.

E-mail

O E71 já vem preparado para receber/enviar e-mails, óbvio, senão não seria um smartphone. A função fica junto com o SMS, mas eu achei um pouco ruim (demorava muito pra baixar os e-mails e às vezes não baixava) e acabei optando pelo app Email for Nokia, disponível (grátis) na Ovi Store. Funciona muito bem e fica acessível pela tecla de “mensagens” no próprio teclado. Rápido e fácil.

Redes Sociais

Uso apenas Twitter, Facebook e Foursquare. Todas essas redes são acessadas por um único app: Gravity. Muito fácil de usar e funciona muitíssimo bem, direto ao ponto.

No Twitter, é possível fazer todas as suas ações (reply, reply-to-all, RT, DM, replies, lists, follow, Twitpic, etc). No Foursquare também, incluindo silent check-in, mayors e badges, só faltou uma opção de “send to Twitter”. O único que fica devendo é o Facebook, limitado apenas a “news feed” e “updates”.

O Gravity possui um free trial, mas é certo que vou comprar a versão full. É um dinheiro muito bem gasto.

Instant Messenger

Testei o eBuddy, Nimbuzz e fring. Todos são muito parecidos, mas optei pelo fring. Achei mais fácil de usar e com a interface mais simples/bonita.

Navegação

Senti absoluta necessidade de baixar um browser melhor do que o nativo usado pelo E71. Uma ótima escolha é o Opera Mobile. A interface é muito bem resolvida e os sites abrem no formato padrão, sem ser apenas em versão mobile.

Outras considerações

O aparelho é muito elegante, leve, fino e o teclado é bem fácil de usar. Vem com várias ferramentas úteis de um smartphone, incluindo GPS, câmera (foto/vídeo) de 3.2 megapixels, acessórios, carregador veicular e uma capinha de couro muito boa e bonita. Você pode ver fotos de um unboxing aqui.

Tenho usado-o praticamente o tempo todo e a bateria tem durado, em média, três dias. Deve durar mais quando eu der um pouco de folga para o bichinho.

Como citei o iPhone no começo do post, é justo fazer uma comparação bem sincera dos dois. Claro que o iPhone é muito mais moderno e tem outro perfil, é touchscreen, tem a tela maior e os apps são muito mais bem desenvolvidos.

Mas o Nokia E71, pra mim, não deixou aquela sensação de arrependimento. Muito pelo contrário. É um smartphone excelente e que vai durar uns bons anos comigo.

Agora só falta um bom plano de pacotes de dados para poder usar todas essas funções sem se preocupar com créditos da operadora. Mas isso vai ficar pra depois.

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08/2/2010

Review: eRepublik

Há alguns dias comecei a jogar o eRepublik, joguinho online que simula a vida real. Seu conceito chega a lembrar um pouco o Second Life, mas a jogabilidade é mais simples, não requer nenhuma instalação e é tudo feito pelo browser, sem frescuras, em puro HTML.

Lá você tem uma vida quase que exatamente igual à do “mundo real”. Nasce num país, numa região, precisa de um trabalho, tem os estudos (que te ajudam a melhorar de emprego), partidos políticos, compromisso militar, empreendedorismo (você pode criar empresas) e até mesmo eleições.

Cada país tem seu presidente, estrutura de governo, relações com outros países e, claro, guerras, conflitos, inimigos, aliados, mercado financeiro, compras, vendas, etc. E tudo isso é comandado pelos usuários de cada país, o que torna a brincadeira muito mais divertida.

Pelo pouco que experimentei até agora, o eRepublik me agradou bastante. É tudo muito bem feito, fácil de usar e, por ser em tempo real, fica difícil de enjoar do jogo. Você só pode jogar uma vez ao dia, que é quando você completa todos os seus afazeres. Depois disso é necessário esperar pelo dia seguinte.

Talvez esse ponto faça com que algumas pessoas não se empolguem tanto com o jogo, tem muita gente que prefere algo mais dinâmico e não gostam muito de ter que ficar esperando pra evoluir e ver a coisa engrenar de vez. Eu não vejo problemas, acho até mais realístico. E também não tenho tempo pra ficar jogando o dia todo.

Não sei até onde o eRepublik pode chegar e nem quanto vai durar, mas por enquanto está sendo bem divertido. No momento, sou Gerente de Marketing Júnior Sênior no ramo alimentício, ainda não posso participar de política e tenho tentado fugir da carreira militar.

Caso você se interesse, seja meu amigo por lá.

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06/20/2010

Team Fortress 2 pra Mac

Não sou daqueles que vivem jogando em computador, mas de vez em quando é bem gostoso ter um joguinho legal pra relaxar e passar o tempo.

Com indicação do meu amigo Will Murai, comprei o Team Fortress 2. O game é bem legal, muito competitivo e tem versão pra usuários do OS X da Apple, ou seja, não preciso ficar rodando o Windows no MacBook Pro pra poder jogá-lo.

Aliás, só pelo fato de eu jogar num Mac, ganhei da Valve um clássico par de fones de ouvido brancos – no melhor estilo iPod – pra usar nos meus personagens! É legal que fica até saindo sonzinho ♫ dos fones enquanto mato os sou morto pelos adversários.

Um ponto interessante e positivo do Team Fortress 2 é o character design. Ao contrário da maioria dos jogos de guerra, os personagens fogem do realismo, são mais parecidos com desenho animado. Mas isso não o compromete em nada, é muito fácil de reconhecer um personagem até mesmo à distância, pela silhueta, movimentos, velocidade, etc.

São nove opções de combatentes pra você escolher, cada um com suas características, prós e contras. Até agora eu gostei de jogar com o Heavy (da primeira imagem do post) e com o Sniper. O primeiro é mais forte e indicado pra quem gosta do combate, de sair atirando como se não houvesse amanhã. Já o segundo é pra quem prefere marcar pontos de camarote, sem sujar tanto as mãos.

No meu caso, jogo num MacBook Pro 13″ e as recomendações são:

OS X version Leopard 10.5.8, Snow Leopard 10.6.3, 1GB RAM, NVIDIA GeForce 8 or higher, or ATI X1600 or higher, Mouse, Keyboard, Internet Connection.

Pra quem usa PC:

1.7 GHz Processor, 512MB RAM, DirectX® 8.1 level Graphics Card (Requires support for SSE), Windows® Vista/XP/2000, Mouse, Keyboard, Internet Connection.

Team Fortress 2 chegou cheio de originalidade e eu virei fã. Você pode comprar o jogo direto pelo Steam, eu paguei $19,99 USD e baixei em uma madrugada com download de 500 kbps.

E aí, vamos jogar? Só procurar por “eduardoduccigne” no Steam, me adicionar e torcer para não aparecer na minha frente!

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05/7/2010

Review: Wacom Bamboo Pen

Resolvi fazer uma coisa que vinha adiando há muito tempo: comprar uma tablet.

Pra quem não sabe, tablet é Wacom, assim como a Terra é redonda e futebol é Flamengo, ok? Um bom tempo atrás eu pude experimentar uma Genius e tinha achado bem ruim, ela tinha uma faixa cega na área ativa, não tinha uma boa precisão e talvez isso tenha me desmotivado um pouco.

Mas, como sou cercado de ilustradores extremamente talentosos, eles me indicaram a Wacom. Optei pelo modelo mais básico (e acessível) de todos, sem ar-condicionado, sem travas elétricas e motor 1.0, a Wacom Bamboo Pen. Escolhi o mais simples porque eu não preciso de muita coisa, apenas uma tablet que não falhe (como a Genius) já tá ótimo.

A fama da Wacom não é à toa. Dá pra perceber que é um outro nível já pela embalagem e pelo material. A tablet é bem “firme”, não tem cara de que quebra fácil e é bem bonita. Logo que tirei da caixa, já comecei a rabiscar uns desenhos no Photoshop.

No começo é meio estranho pra quem nunca usou uma tablet antes, mas precisa de pouquíssimo tempo pra se acostumar. Outra vantagem em relação às outras tablets é que a Wacom não usa pilhas, somente a conexão USB.

A Wacom Bamboo Pen possui uma área ativa de 147 mm x 91 mm e a caneta possui 512 níveis de pressão. No meu caso, que não sou ilustrador e não uso a tablet com finalidade profissional, já é o suficiente. Se você é ilustrador e quer algo mais robusto, eu (e todos os ilustradores do mundo) indico a linha Intuos. Se você é daqueles que só se contenta com o máximo, fique rico e vá de Cintiq.

Eu sempre gostei de desenhar, desde moleque, mas há anos que eu não rabiscava nada. A Bamboo Pen serviu como um estimulante pra eu desenferrujar um pouco.

Sei que você tá perguntando “e o preço, Edu?” Eu comprei no Mercado Livre, basta fazer uma busca rápida e logo você a encontra numa média de preço de R$ 255.

Recomendo. É barata, é da melhor marca do mercado e funciona muitíssimo bem.

PS: Meus desenhos que ilustram esse post foram baseados em fotos da Laura Taylor.

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06/7/2009

Review: Canon EOS 500D T1i

Antes de qualquer coisa: este não é um review profissional. Não passa nem perto. É apenas um review (ainda prematuro) de alguém que gosta muito de fotografia e passou cinco dias testando a nova Canon 500D, também conhecida como Rebel T1i.

É incrível. Fim.

Brincadeira, vou tentar falar sério. Não que não seja incrível – ainda mais pra quem é apenas amador – mas, como eu disse naquele post, ter como primeira câmera uma Canon dessas, é de se impressionar e muito!

As fotos de 15.1 megapixels não deixam a desejar em nada, o display e o menu da máquina tiveram uma boa melhora se comparados a XTi. Os vídeos em Full HD também são excelentes (ainda não tenho nenhum disponível) editado: acabei de colocar um vídeo no Vimeo, mas tudo depende muito da lente que se usa. Estou com uma 18-55 e ela é bem boa, mas com lentes melhores a brincadeira fica muito mais divertida.

Só tive um pequeno problema até agora: quando a câmera chegou, eu abri o cartão SD, inseri na máquina e já comecei a tirar fotos. Ontem eu pude perceber que 90% dos arquivos simplesmente “sumiram”, mas o SD acusa 3gb de espaço ocupado, ou seja, as fotos/vídeos ainda estão ali.

Então me aconselharam a comprar um leitor de SD e usar um programa de recovery para recuperar os dados e aí usar a Canon para formatar o SD. Eu devia ter formatado antes de tirar qualquer foto. Não tenho certeza absoluta de nada disso, apenas me disseram e devo fazer o teste ainda durante essa semana.

Criei um álbum no Flickr dedicado somente às fotos tiradas com a T1i, neste exato momento são apenas quatro fotos, incluindo essa clichê que tirei especialmente pra esse post. Espero que com o tempo esse álbum fique cada vez interessante.

Concluindo esse pseudo-review, a moral da história é: ter uma máquina dessas só te faz ser o proprietário dela. O diferencial é ter visão, criatividade e saber explorá-la ao máximo e da melhor maneira possível.

Agora resta estudar, clicar, clicar e clicar!

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