Essa semana voltei a jogar Hattrick. Já havia experimentado na época da faculdade, mas acabei deixando-o de lado e perdi o time. Estava lembrando dele e deu vontade de brincar de novo.
Pude notar que poucas pessoas conhecem o jogo, então vou explicar mais ou menos como funciona.
O Hattrick é um jogo online onde você é dono de um time de futebol. Lá você cuida de tudo, absolutamente tudo que envolve um time de futebol. Desde os bastidores de contratações, técnicos, médicos, auxiliares, compra/venda de jogadores, formação de juniores, até a escalação do time que vai entrar em campo.
Diferente dos fantasy games (ex: Cartola FC), onde você controla os jogadores da vida real, no Hattrick os jogadores são únicos, ou seja, ninguém vai ter o mesmo jogador que você. Nisso criam-se valores individuais para jogadores revelados da sua categoria de base e você pode negociá-los no futuro.
É tudo baseado na comunidade. Você disputa com times de outros jogadores – que são pessoas de verdade – de todos os cantos do mundo e as partidas são transmitidas ao vivo, numa espécie de “tempo real” narrado em texto. É emocionante!
No começo o Hattrick pode parecer meio complexo, tanto é que é preciso seguir uma série de “desafios” para obter a licença de administrador e poder usufruir de todas as ferramentas. Mas não desanime, esses desafios também servem para que você aprenda como o jogo funciona e onde estão as coisas no site.
A dinâmica exige um pouco de paciência por parte do usuário. Os jogos têm data/horário marcados, então é preciso esperar para as coisas acontecerem. Nesse meio tempo, aproveite para comprar jogadores, promover juniores, treinar seu time, contratar especialistas, marcar amistosos e deixar sua equipe escalada para o próximo confronto!
Se você realmente se empolgar com o jogo, existe o Sócio-HT. Por US$ 44,52/ano você poderá usufruir de alguns caprichos como ter um escudo do seu time, atribuir números aos jogadores, remover os anúncios do site e ainda colabora com o desenvolvimento do Hattrick.
Gostou? Caso decida jogar, meu time é o Duccigne FC (ID 93473) e você pode me desafiar para um amistoso.
Na minha reestreia, apliquei uma goleada de 6×1. Vai encarar?

Há alguns dias comecei a jogar o eRepublik, joguinho online que simula a vida real. Seu conceito chega a lembrar um pouco o Second Life, mas a jogabilidade é mais simples, não requer nenhuma instalação e é tudo feito pelo browser, sem frescuras, em puro HTML.
Lá você tem uma vida quase que exatamente igual à do “mundo real”. Nasce num país, numa região, precisa de um trabalho, tem os estudos (que te ajudam a melhorar de emprego), partidos políticos, compromisso militar, empreendedorismo (você pode criar empresas) e até mesmo eleições.
Cada país tem seu presidente, estrutura de governo, relações com outros países e, claro, guerras, conflitos, inimigos, aliados, mercado financeiro, compras, vendas, etc. E tudo isso é comandado pelos usuários de cada país, o que torna a brincadeira muito mais divertida.
Pelo pouco que experimentei até agora, o eRepublik me agradou bastante. É tudo muito bem feito, fácil de usar e, por ser em tempo real, fica difícil de enjoar do jogo. Você só pode jogar uma vez ao dia, que é quando você completa todos os seus afazeres. Depois disso é necessário esperar pelo dia seguinte.
Talvez esse ponto faça com que algumas pessoas não se empolguem tanto com o jogo, tem muita gente que prefere algo mais dinâmico e não gostam muito de ter que ficar esperando pra evoluir e ver a coisa engrenar de vez. Eu não vejo problemas, acho até mais realístico. E também não tenho tempo pra ficar jogando o dia todo.
Não sei até onde o eRepublik pode chegar e nem quanto vai durar, mas por enquanto está sendo bem divertido. No momento, sou Gerente de Marketing Júnior Sênior no ramo alimentício, ainda não posso participar de política e tenho tentado fugir da carreira militar.
Caso você se interesse, seja meu amigo por lá.
Fico orgulhoso como se fosse cria minha quando vejo um projeto tão caprichado, funcional, prático e, principalmente, feito por brasileiros colegas de profissão. Foi assim com o Camiseteria em 2005 e agora é a vez do moovee.me.
A ideia do site é bem simples: uma rede social para compartilhar reviews de filmes em até 140 caracteres. Fácil, direto ao ponto, sem enrolação e de grande utilidade!
Não vou explicar todas as features do site, acho que é muito melhor se você for lá e experimentar.
As pessoas por trás disso tudo são Thiago Campezzi e Daniel Sollero. Eles também contaram com a ajuda de Demian Magini e Renan Altendorf.
E você, cinéfilo, aproveite e siga-me no moovee.me.

“Você não consegue 500 milhões de amigos sem fazer alguns inimigos.”
Esse é o slogan de divulgação do filme “The Social Network”, sobre o Facebook e seu criador, Mark Zuckerberg, que será lançado em outubro pela Columbia Pictures.
Até agora não fizeram uma grande divulgação, somente um poster e o teaser-trailer lançado ontem no YouTube, que mostra trechos de alguns diálogos e umas palavras soltas bem provocantes: Atualizando o post! A divulgação foi feita. Saiu o trailer completo e oficial do “The Social Network”:
O filme será dirigido por David Fincher, responsável pelos sensacionais “Seven”, “Clube da Luta” e “O Curioso Caso de Benjamin Button”.
Alguns podem achar ridículo um filme sobre o Facebook, mas eu adoro produções desse tipo. Achei sensacional o “Piratas do Vale do Silício”, que conta a história da Apple e Microsoft.
Me fascina conhecer um pouco sobre os bastidores de gigantes que revolucionam a nossa época e que vendem produtos que usamos todos os dias. E que, claro, tornam-se bilionários.
Vi no Brainstorm #9.
Estreou hoje a primeira ação publicitária nos trending topics do Twitter, mais especificamente um anúncio da Disney•Pixar, do filme Toy Story 3.
Diferentemente da maioria, não foi nenhum banner, nenhuma interação em Flash, nenhuma pop-up, nada disso. Apenas uma aparição, em último lugar, nos famosos trending topics. Ao lado do título do filme, apenas um discreto botão escrito “Promoted”, enfatizando que aquilo é uma publicidade e não um conteúdo gerado pelas pessoas.
Engana-se quem acha que clicando ali vai ser redirecionado para o site oficial do filme ou qualquer coisa do tipo. O resultado é nada mais do que o próprio mecanismo dos TT’s do Twitter: pessoas reais falando sobre o filme. Quer resultado melhor que esse?
A genialidade disso tudo é responsabilidade das cabeças pensantes do Twitter, que inventaram os trending topics – que muita gente achou um saco no começo, inclusive eu – e que agora é a sensação do site, o termômetro, e que, vez ou outra, estampa os principais jornais do mundo, seja qual for o assunto.
Sendo assim, eles conseguiram um jeito eficaz de ganhar dinheiro sem interferir na principal função do site e sem deixar nenhum usuário aborrecido.
Se o importante é estar nos trending topics, não seria diferente para os anunciantes, não é mesmo?
O Vimeo, melhor site de vídeos da internet, juntamente com a Canon, lançou um concurso colaborativo de filmes em HD para seus usuários, o The Story Beyond The Still.
Funciona da seguinte maneira: através de uma foto, o filmmaker tem que interpretá-la e dar sequência a essa interpretação através de filmagem.
Serão sete capítulos e quem deu o pontapé inicial para o concurso foi o fotógrafo Vincent Laforet.
Veja o que ele fez:
No final de cada vídeo, tem uma nova foto (still) para ser interpretada e ter uma sequência como próximo capítulo. Qualquer pessoa pode participar (leia as regras com os requisitos).
Entre os prêmios estão uma Canon EOS 5D Mark II, uma lente EF 100-400mm f/4.5-5.6L IS USM, um ano de Vimeo Plus, entre várias outras coisas bacanas.

Surgiu mais uma “modinha” na internet essa semana: o Formspring.me.
Alavancado pela Renata (@rebiscoito) – que foi a primeira a espalhar a moda no Twitter – o Formspring em pouquíssimo tempo virou o assunto da vez.
Funciona assim: é como se fosse um “talk show online” onde você se cadastra para poder ter uma página (ex: formspring.me/eduardoduccigne) e receber as perguntas que são enviadas por outras pessoas. Essas perguntas podem ser anônimas (caso a pessoa não tenha conta ou esteja deslogada) ou identificadas, caso o “perguntante” também tenha uma conta no site e esteja logado.
Nesses poucos dias de buzz já vi perguntas/respostas muito interessantes, sobre assuntos profissionais e de interesse público, mas – pelo menos por enquanto – a maioria das perguntas é relacionada a intimidade ou com algum toque de humor (eu mesmo fiz várias perguntas-piadinhas).
Ainda é difícil apontar a verdadeira função do serviço, que pode ser um prático canal direto de empresas/profissionais com seus clientes, até uma versão moderna daqueles caderninhos de perguntas e respostas das épocas do colégio.
Por ser uma novidade “cool” muita gente chama de “modinha” e torce o nariz, mas depois a maioria pode acabar aderindo (lembra do Twitter?).
É cedo pra julgar o Formspring ou pra afirmar que ele veio pra ficar, mas parece ser uma boa ferramenta.
Eu aderi. Por enquanto.

Hoje, dia 1 de Dezembro, é o dia mundial de combate à Aids e o Twitter fez uma ação muito bacana pra esse dia.
Como forma de interação com seus usuários e em parceria com o projeto (RED)™, todas as twittadas marcadas com as hashtags #red e #laceupsavelives fazem com que seu tweet fique vermelho! Eles também disponibilizaram um theme específico pra esse dia.
Achei muito legal a iniciativa e gostei de ver como o design pode ajudar nesse processo de conscientização, mesmo que seja em pequenos detalhes como esse. Não quero entrar no mérito do quanto isso realmente ajuda, mas com certeza é bem melhor do que passar em branco.
Lembrando, claro, que não basta deixar seu Twitter vermelhinho, comprar iPods e Nikes vermelhos, se depois você vai fazer sexo sem camisinha e/ou ficar cheio de preconceitos com portadores do vírus HIV, né?
Você pode conhecer mais sobre o (RED)™ aqui.
Essa semana comprei um capotraste pro meu violão (que merda é essa?) e na hora de testar eu lembrei de uma música do Skank que usava o capo.
A música chama-se “Sutilmente”e percebi que era a música que o Samuel Rosa ensinava a tocar no YouTube e que eu tinha achado muito bacana essa atitude.
Aliás, o Skank é um exemplo de como uma banda pode usar esses mecanismos de comunicação como um plus. Navegando no perfil do Skank no YouTube, é possível encontrar clipes em HD e até making of’s.
Então, aproveite! Você pode ver o making of de “Sutilmente”, aprender a tocá-la ou simplesmente assistir ao clipe.
Parabéns, Skank. Minha admiração por vocês cresceu mais ainda depois de saber de tudo isso.
Sempre fui fã dos gibis da Turma da Mônica, já tive centenas e eles ocupavam um espaço gigantesco no meu armário. Há uns anos atrás, doei todos pra uma escola que estudei. Já praticamente refiz a coleção, mesmo depois de “velho”, continuo sendo fã.
Estava lendo o blog Redrum e me deparei com um storyboard da Turma do Penadinho fazendo uma homenagem ao Michael Jackson! Gostei tanto que resolvi divulgar por aqui também.
As imagens foram disponibilizadas pelo próprio Maurício de Sousa (@mauriciodesousa) no Twitter/Twitpic e o roteiro é do Paulo Back (@pauloback). Clique em leia mais para ver o storyboard.
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