Posts da categoria "música"

11/24/2011

This Is My Jam

Sabe quando você vicia naquela música ao ponto de deixá-la no repeat durante uma semana? E a vontade de compartilhar essa melhor música do universo (pelo menos nesses dias) com todo mundo?

Essa é a proposta do This Is My Jam. Uma música durante 7 dias. Aquela que você está viciado, pras pessoas verem e ouvirem. Depois disso você pode colocar outra música, mas também pode trocá-la antes desse período terminar.

What’s your favorite song right now? Not any old track, but THAT song; the one that’s on repeat, the one you can’t get out of your head today, the one worth shouting about.

We couldn’t find anywhere online that asked (or answered) this one question, so we decided to build it. We’re excited you’re here to try this early version of This Is My Jam.

We want This Is My Jam to be the best place to share your new favorite song and find the best music through friends, but we have a long way to go.

Se o serviço (ou rede social, whatever) vai dar certo, é outra história. E os próprios criadores sabem disso. Mas achei a ideia bacana, diferente.

O Daniel Sollero fez um post mais completo no B9, onde levanta uns pontos interessantes: isso pode ser um excelente lugar pra conhecer músicas novas, de bandas novas, e ao mesmo tempo ser o lugar para ser dominado por uma banda famosa que acabou de lançar um novo hit.

Teremos que esperar pra ver.

E meu primeiro jam foi “Back & Forth”, do Foo Fighters.

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08/12/2011

Conheça o Spotify!

Cleber Zerrenner é designer, Design Lead na Ogilvy, brasileiro, autor das premiadas camisetas Sexy Queen, Typorama, Technologic e Type With Tape. Atualmente mora em Londres e escreve no Nomades juntamente com sua digníssima Alê Ferreira.

O texto abaixo foi publicado originalmente em seu blog no dia 14/07/2011 e você pode vê-lo aqui.


Se você ainda não ouviu falar no Spotify é porque está tão atrasado quanto eu estava até alguns dias atrás. Este serviço é considerado desde 2008 como o “futuro da indústria fonográfica”, e agora, quase três anos depois está quase se concretizando no “presente” desse mercado tão polêmico desde a invenção do formato mp3.

Spotify é uma mistura de iTunes, Last.fm e Grooveshark, com uma pitada de Napster. É uma gigantesca biblioteca musical online, que você pode acessar gratuitamente via streaming através do programa, com interface que lembra bastante o iTunes. E o que tem de genial nisso? A biblioteca do Spotify é totalmente oficial, legalmente cedida pelas gravadoras e artistas. Isso significa que você encontrará tudo bem organizadinho, mais ou menos com a estrutura do Last.fm, uma organização musical que aposto que 90% de quem está lendo isso nunca conseguiu fazer em seus próprios arquivos mp3.

E quem paga isso?

Anunciantes. Simples assim como em uma rádio, em um intervalo aproximado de 2 em 2 músicas, você ouve um anúncio. O mais legal é que há duas versões pagas. A mais barata (Unlimited) elimina os anúncios e a mais cara (Premium) ainda disponibiliza ouvir as músicas no seu celular e ativar o “modo offline”, que faz um download de um arquivo decodificado para você ouvir sem streaming quando não estiver conectado.

Este é um modelo comercial que agrada gravadoras e artistas, por conseguir pagá-los por algo que as pessoas estavam baixando gratuitamente e ilegalmente, mas não deixa de agradar o consumidor, já que o preço é acessível e você pode ouvir o que quiser* onde quiser.

Como usar o Spotify
O grande problema é que o Spotify ainda não está disponível no Brasil. Talvez seja por isso que muitos brasileiros não tenham ouvido falar nisso. O Spotify é uma empresa que nasceu na Suécia e hoje já funciona na Finlândia, França, Holanda, Noruega, Espanha e aqui no Reino Unido. A partir de hoje o serviço começou a operar nos Estados Unidos, após muito tempo negociando sua participação com as gravadoras e artistas. Acho que esse será o passo para o grande boom que esse serviço fará. Há rumores de que a Apple tentou comprar o Spotify e que agora está desenvolvendo sua biblioteca streaming no iTunes. Pelo sucesso que os suecos já alcançaram na Europa, não tenho dúvidas de que esse seja um dos caminhos do futuro da música. E é questão de tempo para funcionar no mundo todo e surgir os concorrentes.

Como desbloquear o Spotify para acessar no Brasil?
Rá! Essa pergunta muita gente deve estar fazendo. Como a intenção desse blog não é servir links de torrents, cracks e downloads ilegais de nada, não é aqui que você vai achar essa resposta. Maaaas… sei de gente que consegue usar o Spotify no Brasil. Então dá uma procurada naquele site legal: Como acessar o Spotify no Brasil?

Pontos positivos:

  • você vai finalmente organizar sua “vida musical”.
  • poderá “experimentar” músicas que não conhece sem precisar baixá-las.
  • conhecerá novos artistas através da afinidade com as bandas que já curte.
  • você pode compartilhar suas músicas, artistas e playlists através do Facebook Connect ou permalinks.
  • terá a mesma biblioteca musical na sua casa, no trabalho, na viagem, no iPhone, etc.
  • poderá baixar tudo pro “modo offline” se não quiser depender da internet.
  • o servidor deles é incrivelmente rápido e “parrudo”. Ouço o streaming em tempo real de verdade.
  • você vai economizar um espação de HD.
  • você não será mais um criminoso do torrent ;)

Ponto negativo:

  • você não encontrará Beatles, AC/DC, Pink Floyd, Led Zeppelin, Oasis e… Metallica, claro! *

Essas bandas não entraram em negociação com o Spotify ainda, mas você que é fã, obviamente já tem esses mp3, certo? Então o Spotify também te deixa ouvir os arquivos que você tem no computador e você pode mesclar com as playlists em streaming. E é claro que se esse programa realmente estabelecer o novo jeito de ouvir música no mundo, hora ou outra esses artistas irão ceder, assim como a Apple Store conseguiu negociar os direitos pra vender músicas dos Beatles. É só aguardar pra ver!

Agradeço ao meus amigos @scappini e @aituit pela indicação dessa maravilha dos tempos modernos. Agora é torcer pra chegar no Brasil.

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07/15/2011

Foo Fighters 50 pila

Um show do Foo Fighters no Brasil patrocinado pelos próprios fãs. Parece uma ideia impossível? Foi a partir dessa provocação que um grupo de pessoas se uniu para lançar a campanha “Foo Fighters 50 pila”, uma iniciativa que visa trazer o show do Foo Fighters ao Brasil com um custo menor que os shows de grande porte no país e completamente financiado pelos fãs.

O projeto nasceu de iniciativas quase que simultâneas de dois publicitários. Enquanto Rafael Ziggy criou um evento fictício no Facebook para brincar com a vinda do Foo Fighters, Bruno Mendonça tentava o contato do agente da banda para compartilhar a idéia de um show via crowdfunding. Com a repercussão do evento os dois se uniram em prol da vontade de ter a banda no Brasil.

Depois do evento mobilizar mais de 55 mil pessoas em menos de uma semana, o FF50pila tenta chamar a atenção dos integrantes do Foo Fighters. O site http://heyfoofighters.co funciona como uma carta aberta à banda. Em troca de um “sim” da banda, os idealizadores do projeto prometem ir atrás do que for preciso para tornar realidade uma ideia até então improvável.

Para isso a força dos fãs também tem sido importante. Alguns deles ajudam nos bastidores do site, Twitter (@FF50pila) e Facebook (facebook.com/ff50pila) da iniciativa. Milhares participam de missões publicadas nesses canais. A primeira delas foi a publicação de uma simples mensagem para o perfil oficial da banda no Twitter: “Hey @Foofighters, you should go to Brazil: #ff50pila http://heyfoofighters.co”.

Com milhares de mensagens recebidas no Twitter e Facebook, a banda dá sinais que já tomou conhecimento da iniciativa. A mensagem “Hi Brazil. So…what’ve you guys been up to today ? :) ♥” foi publicada no Facebook oficial da banda no final do dia em que o site foi lançado. Além disso, a banda começou a seguir o perfil @ff50pila no Twitter.

Ainda não há definições de local, data e outros detalhes. “O objetivo agora é conseguir uma sinalização positiva da banda. Feito isso a gente parte para uma próxima etapa”, afirma Rafael Ziggy um dos idealzadores do projeto.

Mesmo com a provável presença da banda no Brasil no próximo ano, Bruno Mendonça diz que seguirão em frente: “Todos nós seremos beneficiados. A ideia não é criar um show lucrativo, mas sim histórico”.

confirmei presença no evento no Facebook e agora só falta Dave Grohl e cia toparem a ideia pra eu confirmar meus ingressos pro show de verdade!

Gostou da ideia? Aqui estão os 5 passos pra você também apoiar!

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09/13/2010

Curimba na Concha

Hoje (na verdade foi ontem, porque já são 01am) rolou show da banda Curimba na Concha Acústica Helena Meirelles, no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande.

Já há algum tempo que eu não via uma apresentação ao vivo dos caras e fiquei surpreso. O show foi alucinante, arrisco a dizer que foi a melhor performance deles que eu já vi. E olha que eu assisti inúmeros shows da Curimba!

Domingão acordou bonito, ensolarado, dia perfeito para fotografar. Saí de casa com a câmera, fiz algumas fotos e as coloquei no Flickr. Visite!

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08/11/2010

Música na internet

Eu gosto muito de covers, principalmente se são feitos por “anônimos”. Já vi muita coisa boa por aí, mas essa me chamou muito a atenção.

Além da qualidade musical, o que realmente me deixou fascinado foi a maneira como tudo aconteceu: dois músicos, continentes diferentes e o YouTube. O resultado? Um “collaboration cover” excepcional da música “Club can’t handle me”, do Flo Rida.

Os responsáveis são Tyler Ward (vocal, guitarra, baixo) e Cobus Potgieter (bateria). Eles também fizeram, sozinhos, a gravação, mixagem, edição e, claro, divulgação. Veja abaixo:

Agora só falta esses dois montarem uma banda! Também é possível comprar a música no iTunes, que custa US$ 0,99.

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05/14/2010

Novo clipe da banda Curimba

Hoje foi pro ar o novo clipe da banda Curimba, com a música “Muleque da quebra”. Foram dois dias de filmagens e um total de nove músicas, ou seja, vem mais coisa boa por aí.

Foi bem divertida essa experiência, eu nunca havia filmado nada “sério” assim e acho que consegui aprender bastante coisa, mesmo que na marra.

Gravamos com a minha Canon T1i e lentes Canon 50mm f/1.8 + Canon 10-22mm f/3.5-4.5. Também usamos uma Sony HDV para algumas tomadas gerais.

Você pode ver o vídeo no YouTube (ou ali em cima do post), algumas fotos das filmagens no Flickr e também fazer o download das nove músicas gravadas nesses dois dias.

Recomendo. O som dos caras é muito bom!

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04/5/2010

Curimba

Curimba

Ontem rolou mais um show do projeto MS Canta Brasil aqui em Campo Grande. Dessa vez tocaram a banda Curimba, daqui mesmo de Campão, e Lenine.

Sou fã dos Curimbas e tive a honra de ser convidado para fazer fotos do show, desde o backstage, passagem de som até o show em si.

Chegamos (eu e o Naka, que fotografou comigo) no parque às 16h e a banda já estava passando o som. Fomos pro palco e já começamos a clicar. Nessa hora tínhamos mais liberdade pra transitar no palco e foi mais fácil pra fotografar.

Curimba

Depois da passagem de som fomos comprar uma água, conversamos um pouco com a banda e logo já era noite e subimos ao palco novamente para fotografar o show, agora sem muita liberdade, tomando cuidado em dobro pra não tropeçar em nenhum cabo, equilibrando-se entre amplificadores e espaços mínimos que separavam-nos de um belo tombo de lá de cima.

Curimba

A apresentação dos caras foi incrível e tivemos o prazer de acompanhar tudo bem de pertinho, tentando fotografar o máximo possível. Foi uma experiência muito legal.

Esse lance de fotografar show não é a coisa mais fácil do mundo, ainda tô com as pernas doendo de tanto sentar, levantar, deitar, levantar, tudo pra conseguir um ângulo bacana. Mas valeu a pena!

Curimba

Pra quem não conhece a banda Curimba, acesse o MySpace dos caras e o blog. O som é de primeira, eu recomendo.

As fotos foram feitas com uma Canon T1i, uma Canon XSi e lentes Canon 18-55mm, 50mm 1.8 e 55-250mm.

Post editado – Filmei alguns trechos do show. Removi o áudio original porque fiquei do lado dos amplificadores e estourou, então sincronizei com o áudio das músicas gravadas em estúdio:

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08/1/2009

Skank e o bom uso do YouTube

Essa semana comprei um capotraste pro meu violão (que merda é essa?) e na hora de testar eu lembrei de uma música do Skank que usava o capo.

A música chama-se “Sutilmente”e percebi que era a música que o Samuel Rosa ensinava a tocar no YouTube e que eu tinha achado muito bacana essa atitude.

Aliás, o Skank é um exemplo de como uma banda pode usar esses mecanismos de comunicação como um plus. Navegando no perfil do Skank no YouTube, é possível encontrar clipes em HD e até making of’s.

Então, aproveite! Você pode ver o making of de “Sutilmente”, aprender a tocá-la ou simplesmente assistir ao clipe.

Parabéns, Skank. Minha admiração por vocês cresceu mais ainda depois de saber de tudo isso.

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04/30/2009

Omega Code

Omega Code

Pra quem não conhece, Omega Code é uma banda paulistana que tem influências de TOOL, Nine Inch Nails, The Mars Volta, Massive Attack, Muse, entre outras.

Eles acabaram de disponibilizar pra download – de graça – o EP 0.1, com as faixas “Shine”, “Aether”, “Priere”, “Sheol” e “Shine (Fakesch remix)”.

A banda tem uma forte presença online, você pode segui-los no Twitter, ver a galeria no Flickr e também os perfis no MySpace e Facebook.

Recomendo bastante o som pra quem curte esse estilo alternativo. E pra quem curte design, vale a pena ver a galeria exclusiva de fan arts.

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