Instagram é o meu segundo aplicativo preferido do iPhone, só perdeu a primeira posição para o Spotify.
E é cada vez mais popular: crescendo até duas vezes mais que o Flickr, com mais de 7 milhões de usuários no mundo todo, mais de 150 milhões de fotos publicadas e uma média de 15 fotos por segundo. Você pode ver as minhas fotos aqui.
Se você já pensou em comprar uma câmera fotográfica um pouco melhor e resolveu pesquisar preços por aí, com certeza acabou se perguntando: por que as lentes fotográficas são tão caras?
Sim, elas são. Principalmente as boas. Muitas vezes são mais caras que as próprias câmeras. Tem gente que torce o nariz, chama de absurdo e diz que “aquela coisinha” não vale tudo isso. Será mesmo que não?
A Leica, fabricante alemã de câmeras e lentes, fez um vídeo para entendermos melhor sobre as etapas de produção de algo que vai custar tanto dinheiro:
Madri, uma tarde de primavera, belas donzelas e.. longboards. Esses foram os ingredientes que Juan Rayos usou pra fazer esse vídeo de encher os olhos. Em todos os sentidos.
Essa foto do Will Murai saiu na sessão “Explore” do Flickr no dia 13/05/2011.
Tomei vergonha na cara e resolvi tirar a poeira da câmera fotográfica. Fui acompanhar e bater umas fotos dos ilustres Will Murai, Bruno Godoy e Will Costa, talentos da infografia do iG, numa skate session no Parque do Ibirapuera, aqui em São Paulo.
Apesar de ter sido pé-frio (a área estava em obras e foi péssimo pra eles) consegui fazer umas fotos legais por lá. A manutenção do local acabou ajudando e a pouca luz colaborou com algumas das fotos. E prejudicou em outras, mas tudo bem.
PS: esse post também serve pra inaugurar o novo design do blog. Como de costume, não sossego muito tempo com o mesmo visual por aqui. Quem conhece há mais tempo com certeza já percebeu essa constante troca.
Dessa vez abandonei o theme Standard, que é ótimo, e estou usando o Blogum, ainda que um pouco modificado pras minhas necessidades, feito pelos excelentes do Wpshower.
É clean, Helvetica-lover, mas com uma estrutura não tão comum para blogs: três colunas, baseado em grid e totalmente unfriendly pra quem ainda usa 1024×768.
Ela combina o poder das DSLRs e suas lentes intercambiáveis com as tecnologias atuais dos smartphones, telas touchscreen, multitouch e conexões wireless. O resultado disso é um projeto de cair o queixo, parecendo algo bem distante da realidade. Mas quem é que imaginava um iPhone na época dos primeiros celulares?
O mais impressionante é o fato de poder separar o “ponto de vista” da câmera, no caso a lente, do “ponto de controle”. Basicamente, você desconecta a lente da câmera, posiciona no lugar desejado e aciona os comandos de outro lugar, por exemplo, na frente da própria lente. Surreal.
E como não podia deixar de ser, ela já vem preparada pras redes sociais e conexões que fazemos por aí, podendo compartilhar as fotos direto da câmera e adicionar filtros à lá Instagram.
Agora a pergunta que eu faço é: quando posso comprá-la?
Ninguém mais precisa fazer filmes de time-lapse depois de Terje Sorgjerd.
This was filmed between 4th and 11th April 2011. I had the pleasure of visiting El Teide. Spain’s highest mountain @(3715m) is one of the best places in the world to photograph the stars and is also the location of Teide Observatories, considered to be one of the world’s best observatories.
Terje usou uma Canon 5D Mark II, com lentes Canon 17mm TSE, Canon 16-35mm II, Canon 24/1.4II e Sigma 12-24mm.
Hoje fiquei sabendo dessa técnica de fotografia chamada Freelensing e fui logo testar. Gostei, achei interessante e fiquei com vontade de escrever um post sobre. Vamos lá?
Freelensing é nada mais, nada menos, do que fotografar com a lente desconectada da câmera. Sim, sua câmera funciona dessa maneira. Você vai desconectar a lente, mas vai deixá-la praticamente encaixada, apenas sem rosquear e travar.
Agora vá movendo-a para cima, para baixo, direita, esquerda, apenas controlando os efeitos gerados na imagem. Câmeras que têm live view ajudam nesse ponto, mas você pode utilizar o viewfinder sem nenhum problema.
A vantagem é poder criar uns desfoques a mais, deixar uma entrada de luz maior, criar bokehs extras, etc. Faça uns testes e veja como dá pra brincar bastante com as fotos. Até onde se sabe, isso não causa nenhum dano à câmera, mas tome cuidado com ambientes empoeirados, afinal a lente não está conectada e o interior da câmera pode ficar exposto.
Abaixo, duas fotos do Nino – feitas com uma Canon T1i e lente 50mm f/1.8 – que serviu de modelo para eu testar essa técnica:
Eu achei bem legal e ainda quero fazer mais testes, inclusive fotografando pessoas. Ficou curioso? Experimente, também!
Já há algum tempo que eu não via uma apresentação ao vivo dos caras e fiquei surpreso. O show foi alucinante, arrisco a dizer que foi a melhor performance deles que eu já vi. E olha que eu assisti inúmeros shows da Curimba!
Voltei ontem de excelentes dias em Santa Catarina, mais precisamente em Laguna e Florianópolis.
Aproveitei o feriado para ver a namorada, passear um pouco, conhecer lugares novos e fugir do calor de Campo Grande. Fui muitíssimo bem recebido pela família da Carol, todos me trataram super bem e me deixaram muito à vontade. Obrigado!
Laguna é linda, um paraíso. Típica cidade do interior, pequena, calma (exceto nos carnavais) mas com uma beleza inconfundível. Andamos pelas praias, subimos os morros e, claro, tiramos muitas fotos.
Florianópolis é muito divertida, super bonita e cheia de opções de lazer. Tivemos pouco tempo por lá, mas foi o suficiente pra render ótimos momentos. Fomos num bar/restaurante mexicano chamado Guacamole, o lugar é surreal! Todo tematizado, tem um cardápio delicioso, com direito a músicas dos mariachis e um tequileiro sinistro.
Descansei, me diverti, recarreguei as baterias e já me enchi de saudades. Não vejo a hora de voltar, principalmente por causa disso aqui.
Hoje foi pro ar o novo clipe da banda Curimba, com a música “Muleque da quebra”. Foram dois dias de filmagens e um total de nove músicas, ou seja, vem mais coisa boa por aí.
Foi bem divertida essa experiência, eu nunca havia filmado nada “sério” assim e acho que consegui aprender bastante coisa, mesmo que na marra.
Gravamos com a minha Canon T1i e lentes Canon 50mm f/1.8 + Canon 10-22mm f/3.5-4.5. Também usamos uma Sony HDV para algumas tomadas gerais.