Deixe carregando o vídeo acima enquanto eu explico do que se trata: 35mm é um curta sobre cinema. São dois minutos de uma fantástica animação pela história da sétima arte.
A equipe responsável (Sarah Biermann, Torsten Strer, Felix Meyer, Pascal Monaco) selecionou 35 filmes entre seus favoritos e tentou simplificá-los o máximo possível.
A brincadeira é assistir e tentar identificar o máximo possível (ou os 35) de filmes que aparecem nesse curta.
Será que você consegue descobrir todos?
Vi lá no posterous do Daniel Sollero, um dos criadores do moovee.me.
Assim como diria David Bowie, “time may change me, but I can’t trace time…”
Depois de muitos anos (desde a época da faculdade) estou mudando o nome/domínio do meu portfolio de “ilusorium.net” para eduardoduccigne.me.
Optei por usar meu nome e sobrenome, indo direto ao ponto. Isso fez com que o e-mail e o MSN também mudassem, então atualize-se:
Aproveito o post pra dizer que mudei a cara do portfolio e que logo, logo novos trabalhos serão adicionados por lá!

Cheguei atrasado, mas finalmente vi o hotsite do UFC 116 e só posso dizer uma coisa: ficou animal!
Essa maravilha, feita pela Red Interactive Agency, é impecável em todos os sentidos, desde a direção de arte, tipografia, usabilidade, produção, até a interatividade com os usuários. Você pode podia dar seu pitaco sobre quem vai ganhar a maior luta da história do UFC: Lesnar vs Carwin.
Essas opiniões aparecem numa timeline, com direito à avatar, personagem masculino/feminino e thumbs up/down para os comentários enviados. E, claro, não podia faltar um gráfico para organizar todas essas previsões.

A luta aconteceu no dia 3 de Julho de 2010 e o vencedor foi Brock Lesnar, que finalizou Shane Carwin, com um kata-gatame, no 2º round.
Fico orgulhoso como se fosse cria minha quando vejo um projeto tão caprichado, funcional, prático e, principalmente, feito por brasileiros colegas de profissão. Foi assim com o Camiseteria em 2005 e agora é a vez do moovee.me.
A ideia do site é bem simples: uma rede social para compartilhar reviews de filmes em até 140 caracteres. Fácil, direto ao ponto, sem enrolação e de grande utilidade!
Não vou explicar todas as features do site, acho que é muito melhor se você for lá e experimentar.
As pessoas por trás disso tudo são Thiago Campezzi e Daniel Sollero. Eles também contaram com a ajuda de Demian Magini e Renan Altendorf.
E você, cinéfilo, aproveite e siga-me no moovee.me.
Não sou daqueles que vivem jogando em computador, mas de vez em quando é bem gostoso ter um joguinho legal pra relaxar e passar o tempo.
Com indicação do meu amigo Will Murai, comprei o Team Fortress 2. O game é bem legal, muito competitivo e tem versão pra usuários do OS X da Apple, ou seja, não preciso ficar rodando o Windows no MacBook Pro pra poder jogá-lo.

Aliás, só pelo fato de eu jogar num Mac, ganhei da Valve um clássico par de fones de ouvido brancos – no melhor estilo iPod – pra usar nos meus personagens! É legal que fica até saindo sonzinho ♫ dos fones enquanto mato os sou morto pelos adversários.

Um ponto interessante e positivo do Team Fortress 2 é o character design. Ao contrário da maioria dos jogos de guerra, os personagens fogem do realismo, são mais parecidos com desenho animado. Mas isso não o compromete em nada, é muito fácil de reconhecer um personagem até mesmo à distância, pela silhueta, movimentos, velocidade, etc.
São nove opções de combatentes pra você escolher, cada um com suas características, prós e contras. Até agora eu gostei de jogar com o Heavy (da primeira imagem do post) e com o Sniper. O primeiro é mais forte e indicado pra quem gosta do combate, de sair atirando como se não houvesse amanhã. Já o segundo é pra quem prefere marcar pontos de camarote, sem sujar tanto as mãos.
No meu caso, jogo num MacBook Pro 13″ e as recomendações são:
OS X version Leopard 10.5.8, Snow Leopard 10.6.3, 1GB RAM, NVIDIA GeForce 8 or higher, or ATI X1600 or higher, Mouse, Keyboard, Internet Connection.
Pra quem usa PC:
1.7 GHz Processor, 512MB RAM, DirectX® 8.1 level Graphics Card (Requires support for SSE), Windows® Vista/XP/2000, Mouse, Keyboard, Internet Connection.
Team Fortress 2 chegou cheio de originalidade e eu virei fã. Você pode comprar o jogo direto pelo Steam, eu paguei $19,99 USD e baixei em uma madrugada com download de 500 kbps.
E aí, vamos jogar? Só procurar por “eduardoduccigne” no Steam, me adicionar e torcer para não aparecer na minha frente!
Resolvi fazer uma coisa que vinha adiando há muito tempo: comprar uma tablet.
Pra quem não sabe, tablet é Wacom, assim como a Terra é redonda e futebol é Flamengo, ok? Um bom tempo atrás eu pude experimentar uma Genius e tinha achado bem ruim, ela tinha uma faixa cega na área ativa, não tinha uma boa precisão e talvez isso tenha me desmotivado um pouco.
Mas, como sou cercado de ilustradores extremamente talentosos, eles me indicaram a Wacom. Optei pelo modelo mais básico (e acessível) de todos, sem ar-condicionado, sem travas elétricas e motor 1.0, a Wacom Bamboo Pen. Escolhi o mais simples porque eu não preciso de muita coisa, apenas uma tablet que não falhe (como a Genius) já tá ótimo.
A fama da Wacom não é à toa. Dá pra perceber que é um outro nível já pela embalagem e pelo material. A tablet é bem “firme”, não tem cara de que quebra fácil e é bem bonita. Logo que tirei da caixa, já comecei a rabiscar uns desenhos no Photoshop.

No começo é meio estranho pra quem nunca usou uma tablet antes, mas precisa de pouquíssimo tempo pra se acostumar. Outra vantagem em relação às outras tablets é que a Wacom não usa pilhas, somente a conexão USB.
A Wacom Bamboo Pen possui uma área ativa de 147 mm x 91 mm e a caneta possui 512 níveis de pressão. No meu caso, que não sou ilustrador e não uso a tablet com finalidade profissional, já é o suficiente. Se você é ilustrador e quer algo mais robusto, eu (e todos os ilustradores do mundo) indico a linha Intuos. Se você é daqueles que só se contenta com o máximo, fique rico e vá de Cintiq.
Eu sempre gostei de desenhar, desde moleque, mas há anos que eu não rabiscava nada. A Bamboo Pen serviu como um estimulante pra eu desenferrujar um pouco.

Sei que você tá perguntando “e o preço, Edu?” Eu comprei no Mercado Livre, basta fazer uma busca rápida e logo você a encontra numa média de preço de R$ 255.
Recomendo. É barata, é da melhor marca do mercado e funciona muitíssimo bem.
PS: Meus desenhos que ilustram esse post foram baseados em fotos da Laura Taylor.
Meu amigo Zerrenner costuma dizer que um bom trabalho de design começa pela escolha tipográfica. Eu concordo. Mas essa tarefa pode não ser tão simples assim.
Pra dar uma ajudinha aos necessitados, a designer Julian Hansen criou esse fluxograma genial! Clique na imagem para ampliar:

Como sou um type lover declarado, fiz questão de abrir o fluxograma no Photoshop, dar um CTRL + i e imprimi-lo pra facilitar mais ainda.
Essa eu respondo sem titubear: Nem sempre.
Pra quem não sabe, eu sou designer e trabalho com internet. Sou aquele cara que faz o “visu” dos sites, que se preocupa em deixá-los bonitos, agradáveis, fáceis de usar e etc.
Ser designer e trabalhar com criação não é fácil. Primeiro porque nem todo mundo entende o que você faz e segundo porque nem todo mundo leva a sério suas habilidades. Não entendeu? Eu explico.
Quem é designer já passou por isso pelo menos alguma vez na vida, às vezes nem sua própria mãe sabe explicar pra amiga o que é a sua profissão.
Quantas vezes já te perguntaram “o que você faz?” e você respondeu “sou designer”. Aí a pessoa fez uma expressão quase que indescritível: ela levantou as sobrancelhas, inclinou um pouco a cabeça pra trás, soltou um “aaaahn” e depois perguntou: “mas e o que você faz?”
Mas isso é aceitável, realmente não é a profissão mais comum do mundo e ela tem várias vertentes, podendo ser designer de automóveis, jóias e, hoje em dia, até de sobrancelhas, né? Então essa aí passa.
O problema é quando duvidam das suas habilidades, ou seja, o cliente te contrata mas não confia no seu trabalho. Não estou generalizando e nem dizendo que o trabalho do designer não é questionável, óbvio, mas isso acontece e muito. Eu, por exemplo, quando contrato um desarmador de bombas, não vou ficar questionando se ele tem que cortar o fio vermelho ou o fio azul. Ele sabe o que está fazendo, né?
Enfim, esse papo rende muito e os comentários estão aí pra isso. Agora, vou tomar a liberdade pra compartilhar algumas pérolas que já vi nesse mundão de meu Deuso:
O preto claro – Esse episódio foi marcante, a cliente viu o preview, disse que gostou, mas que tinha uma única observação:
Esse preto está muito escuro. Você não poderia colocar um preto mais claro?
“Cinza?” Eu perguntei.
Não, cinza não. É diferente, é um preto mais claro, mesmo.
CTRL + Z – Um clássico, risada garantida. Esse eu conto pra todo mundo, inclusive numa palestra que dei para os designers do primeiro ano da UCDB, em 2009. O cliente queria que a marca dele se destacasse mais do background onde estava aplicada e sugeriu que eu aumentasse a intensidade do glow que eu estava usando sutilmente.
Eu falei que ficaria ruim, muito artificial, mas ele insistiu. Apliquei o efeito e ele disse:
Hum, não. Ficou muito forte, não gostei.
Então eu dei CTRL + Z para voltar ao original e poder refazer pra ele ver, quando de repente…
Isso aí, fera! Agora você acertou! Não falei que você conseguia?
Claro que fiquei quieto, né?
Aprovado e desaprovado – Nesse caso, era o design do site de um haras. Usei um marrom bem escuro, contrastando com verde, creme, branco, fonte em tamanho normal, tudo bem dentro do padrão. Foi aprovado de primeira, mas no dia seguinte a cliente volta e diz que o layout foi reprovado. Perguntamos o motivo e ela disse:
É que quem dá a última palavra é o meu pai. Ele é um senhor de 80 anos que tem problemas de visão e não consegue enxergar direito as coisas.
Sem ser maldoso, mas aí fica difícil, né?
E a pérola de todas as pérolas foi a seguinte pergunta:
Você cobra?
Não, meu amigo. Depois que descobri como fazer fotossíntese eu deixei de cobrar pelo meu trabalho.
E você, leitor designer, ilustrador, publicitário e criativo em geral, tem alguma pérola pra compartilhar? Fique à vontade!
Essa semana a Apple lançou seu mais novo gadget, o/a iPad. A tão esperada e comentada “tablet da Apple” finalmente ganhou nome e foi apresentada ao público.
Eu confesso uma coisa: não gostei. Me decepcionei, pra falar a verdade. Não acompanhei todos os rumores de perto, mas pelo pouco que li, a expectativa que foi criada em mim era de um produto mais robusto, mais puxado pra linha profissional, com Mac OS X completo, caneta, ou seja, uma tablet para fazer concorrência com a Cintiq, da Wacom.
Acho que a maioria dos designers/ilustradores esperava algo assim. E não veio. O que veio foi um produto diferente, para um outro segmento, com outros propósitos. Isso não quer dizer que o mais novo membro da família Apple seja ruim, muito pelo contrário. Com certeza vai vender bastante e vai ter seus adoradores.
Talvez a Apple esteja querendo atingir um público mais “comum”, que use o iPad para coisas rotineiras, do tipo ler e-mails, ver fotos, visitar sites, assistir vídeos no YouTube, fazendo tudo isso na cama, no sofá, em qualquer lugar, desfrutando dos deslizes da tecnologia multitouch.
Por exemplo, os usuários do Kindle (e quem estava pensando em comprá-lo) podem ter gostado – e muito – do lançamento. Eu, por outro lado, não consigo imaginar nenhuma utilidade do iPad no meu dia a dia.
Outra coisa: não concordo quando chamam o iPad de revolução, acho um exagero. Pra mim, ele é apenas uma evolução. Todas as coisas que ele faz nós já conseguimos fazer com outros produtos, seja pelo MacBook, iPhone, iPod, etc. Com o iPad, essas coisas são feitas de um modo um pouco diferente, nada mais que isso. O iPod, esse sim, foi uma revolução.
Esse foi um dos raros lançamentos que o Steve Jobs fez que não me deixou com aquela vontade louca de comprá-lo. Eu senti essa vontade com o iPod, iPhone, MacBook, iMac.. Mas não com o iPad. Fico na torcida pra que um dia a Apple lance uma tablet profissional, voltada para designers e ilustradores.
E você, gostou?
Muito interessante, divertido e funcional o Verbatim Championship, produzido pela ROXIK, onde você cria seu “Media Monster” com memory sticks da Verbatim e sai quebrando o pau contra os outros monstros.

Conforme você vai lutando e vencendo, seu monstro fica cada vez mais forte, mais habilidoso e com mais gigabytes! Com um belo 3D e uma produção flash de primeira (os loadings são muito rápidos!), o hotsite é uma maneira bem legal de se divulgar um produto.
Além do visual ser bacana, a jogabilidade é muito simples. Basicamente o monstro faz tudo sozinho, você só precisa saber quando e como usar os três “poderes”: soco especial, regeneração e míssil.
Enquanto eu escrevo esse post, meu score é de 26 vitórias, apenas 5 derrotas e 498GB!
Um aviso: é viciante!
Dica do Fábio Favaro.
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