Deixe carregando o vídeo acima enquanto eu explico do que se trata: 35mm é um curta sobre cinema. São dois minutos de uma fantástica animação pela história da sétima arte.
A equipe responsável (Sarah Biermann, Torsten Strer, Felix Meyer, Pascal Monaco) selecionou 35 filmes entre seus favoritos e tentou simplificá-los o máximo possível.
A brincadeira é assistir e tentar identificar o máximo possível (ou os 35) de filmes que aparecem nesse curta.
Será que você consegue descobrir todos?
Vi lá no posterous do Daniel Sollero, um dos criadores do moovee.me.
Fico orgulhoso como se fosse cria minha quando vejo um projeto tão caprichado, funcional, prático e, principalmente, feito por brasileiros colegas de profissão. Foi assim com o Camiseteria em 2005 e agora é a vez do moovee.me.
A ideia do site é bem simples: uma rede social para compartilhar reviews de filmes em até 140 caracteres. Fácil, direto ao ponto, sem enrolação e de grande utilidade!
Não vou explicar todas as features do site, acho que é muito melhor se você for lá e experimentar.
As pessoas por trás disso tudo são Thiago Campezzi e Daniel Sollero. Eles também contaram com a ajuda de Demian Magini e Renan Altendorf.
E você, cinéfilo, aproveite e siga-me no moovee.me.

“Você não consegue 500 milhões de amigos sem fazer alguns inimigos.”
Esse é o slogan de divulgação do filme “The Social Network”, sobre o Facebook e seu criador, Mark Zuckerberg, que será lançado em outubro pela Columbia Pictures.
Até agora não fizeram uma grande divulgação, somente um poster e o teaser-trailer lançado ontem no YouTube, que mostra trechos de alguns diálogos e umas palavras soltas bem provocantes: Atualizando o post! A divulgação foi feita. Saiu o trailer completo e oficial do “The Social Network”:
O filme será dirigido por David Fincher, responsável pelos sensacionais “Seven”, “Clube da Luta” e “O Curioso Caso de Benjamin Button”.
Alguns podem achar ridículo um filme sobre o Facebook, mas eu adoro produções desse tipo. Achei sensacional o “Piratas do Vale do Silício”, que conta a história da Apple e Microsoft.
Me fascina conhecer um pouco sobre os bastidores de gigantes que revolucionam a nossa época e que vendem produtos que usamos todos os dias. E que, claro, tornam-se bilionários.
Vi no Brainstorm #9.
Confesso que fui meio desacreditado pra ver Avatar. Talvez desacreditado não seja a palavra, porque só ouvi elogios sobre o filme, mas não fui empolgado. Fui curioso.
Não pretendo fazer aqui uma resenha detalhada do filme, quero apenas dar uma palavrinha porque não vou aguentar ficar sem falar nada. Caso queira um post ótimo e detalhado sobre o filme, leia no blog do Yves.
Vamos lá. A saga começou no dia anterior, quando só consegui comprar ingresso pro dia seguinte. Tudo esgotado e uma fila enorme pra entrar, então teve que ser adiado. Realmente, esse filme devia ter algo de especial.
No domingo, cheguei com antecedência (com o ingresso na mão) e mesmo assim me ferrei. Não cheguei cedo o bastante e peguei uma fila gigantesca pra entrar na sala. Não podia voltar atrás, os R$ 23,00 (uma facada, por sinal) já estavam pagos e eu ia assistir um filme em 3D pela primeira vez na vida. Resolvi encarar.
Não preciso falar que peguei um lugar péssimo na sala, né? Terceira fileira de baixo pra cima, sentado na ponta. Todos os requisitos pra eu sair da sessão reclamando aos montes, qualquer que fosse o filme. Menos Avatar.
Preciso dizer que o filme é excelente. Qualquer elogio é pouco. Em Avatar, tudo é muito bem pensado e muito bem feito, a direção de arte é impecável e fica impossível desgrudar os olhos da tela. E não é por causa do 3D (até porque o filme não é um exagero de efeitos, a técnica de terceira dimensão é utilizada em doses corretas, com maestria) e sim porque o filme é contagiante, seja na história, no visual, na trilha sonora, tudo.
Fiquei impressionado com os detalhes artísticos, com os conceitos gigantescos pras pequenas coisas, enfim… Vou parar de falar senão vou acabar estragando alguma surpresa.
Eu não sou especialista em cinema, estou longe disso, mas acho que Avatar é um marco. Vai ser referência daqui pra frente e neguinho vai ter que ralar muito pra poder acompanhar o nível de qualidade.
Quer minha opinião? Assista Avatar. Se você está em dúvida (como eu estava), dê uma chance a esse filme, eu aposto que você não vai se arrepender. E, se possível, assista em 3D.
Aproveitando o assunto, veja esse vídeo do Peter Lund: Birth of an AVATAR.
E eu vou assistir de novo. Com certeza.

Tirando a poeira do blog com um assunto bem banal, que pode não interessar a ninguém, mas vamos lá. No final tem um curta bem interessante pra quem ainda não viu e deve compensar o post.
Sempre tive vontade de ir ao cinema sozinho, mas nunca tive coragem, ânimo, sei lá. Até que ontem resolvi seguir em frente. É uma sensação estranha encarar a fila do cinema sem ficar batendo papo com alguém do lado, sem comentar os próximos filmes na programação, esse tipo de coisa.
Bom, cheguei meio em cima da hora então foi comprar o ingresso e ir direto pra sala. Sala 7, meu número preferido.
Entrei já nos trailers, sessão vazia (13h55) e consegui um lugar bem bacana, no meio, na altura certa. Coloquei o celular no silencioso e fiquei ouvindo músicas no iPod quando os trailers pareciam chatos.
Achei que fosse ter um copo de coca-cola enorme e uma pipoca monstruosa só pra mim, mas como foi logo depois do almoço eu não tive apetite/sede o suficiente e resolvi economizar.
Ninguém sentou ao meu lado. Aliás, ninguém sentou na minha fileira, tava bem vazio, então foi um programa *bem* sozinho, como se o cinema fosse particular.
Assisti UP, da Disney/Pixar. Várias cenas engraçadas e rir sozinho também é um pouco estranho, mas divertido ao mesmo tempo. Pude reparar que várias pessoas estavam sozinhas, então deve ser normal esse tipo de programa.
Moral da história: ir ao cinema sozinho é legal, farei de novo com certeza. Mas, acho que ainda prefiro ir com uma boa companhia.
E o curta que prometi no início do post é o que passa antes do UP, chama-se “Partly Cloudy“:
Sobre o filme, acho que é o melhor que vi da Disney/Pixar até hoje, recomendo muito.
E não, o blog não está abandonado!
Essa eu vi lá no Monovolume e achei tão legal que vou postar aqui também.
5-Second Films, como o próprio nome já diz, é um site que dispõe de vários “curtíssimas” de apenas 5 segundos. Isso aí, 5 segundos e mais nada, sendo 2 segundos para o título, 5 segundos para o filme e 1 segundo para os créditos finais. É a única regra imposta.
E não pense que só porque duram 5 segundos os filmes não são bem produzidos. Muito pelo contrário. A maioria tem uma qualidade bem bacana e são bastante divertidos.
Eu gostei de vários, mas decidi escolher um pra colocar aqui no blog. Esse aí de cima chama-se “Magic Show Volunteer”.
Eles também tem um botão de random super útil pra sortear os filmes e assistir sem parar. É viciante.
A vantagem é que em 2h você praticamente vê mais filmes do que já viu na sua vida inteira!

Ainda falando de filmes, acho que hoje vou ao cinema assistir Batman: The Dark Knight. Não sou fanático por heróis assim, mas esse filme em especial gerou tanta expectativa que eu acabei entrando na onda.
Mesmo não sendo fã de heróis, um dos que mais gosto é justamente o Batman. Acho bacana, principalmente todo o visual de Gotham City, os vilões, aquele clima macabro. Bem melhor que o Superman, na minha modesta opinião.
Sem contar que o “vilão da vez” também é um dos mais legais: Coringa, interpretado pelo falecido Heath Ledger, veio um pouco diferente dos Coringas anteriores, agora mais zuadão, com a maquiagem borrada e totalmente sinistro.
Até já fiz minha versão do Coringa (ou Ronald McDonald, como diria o Fabio Favaro).
Agora é ir ao cinema, comprar um combo de coca grande e pipoca e ser feliz.
mais populares