Posts da categoria "bla bla bla"

02/5/2012

Férias

Depois de mais de um ano morando em São Paulo, resolvi tirar uns dias das minhas férias para passar aqui em Campo Grande. É uma sensação muito boa voltar à sua cidade natal, onde você cresceu, viveu e aprendeu tanta coisa.

Rever os amigos de décadas, passar em frente à antiga casa, pisar de novo na rua onde cansei de jogar futebol com os vizinhos, ir ao mercado da esquina comprar Coca-Cola… Tudo o que foi rotina durante 26 anos. É bom e ruim ao mesmo tempo. Não tem como negar, aqui é onde me sinto em casa.

Adoro São Paulo, mas o coração é e sempre será campo-grandense.

Um comentário
07/26/2010

ch-ch-changes

Assim como diria David Bowie, “time may change me, but I can’t trace time…”

Depois de muitos anos (desde a época da faculdade) estou mudando o nome/domínio do meu portfolio de “ilusorium.net” para eduardoduccigne.me.

Optei por usar meu nome e sobrenome, indo direto ao ponto. Isso fez com que o e-mail e o MSN também mudassem, então atualize-se:

  • E-mail: hello@eduardoduccigne.me
  • MSN: msn@eduardoduccigne.me

Aproveito o post pra dizer que mudei a cara do portfolio e que logo, logo novos trabalhos serão adicionados por lá!

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06/2/2010

O queijo da Subway

Há três anos, Drew, do Left-Handed Toons, fez um post muito bem humorado criticando a maneira como os funcionários da Subway colocavam os queijos em seus sanduíches.

A questão era simples: pelo formato triangular dos queijos, seria melhor organizá-los de forma com que se encaixassem, ao invés de colocá-los simplesmente lado a lado e sobrepostos. Entenda melhor na tirinha abaixo, traduzida para o português:

Esse simpático protesto logo se espalhou pela internet e várias pessoas concordaram com Drew.

E não é que demorou mas funcionou? A Subway emitiu um comunicado oficial para seus funcionários, ensinando-os a nova forma (igual a sugerida pelo Drew) de organizar os queijos nos sanduíches!

A partir do dia 1 de julho, os queijos finalmente serão colocados “corretamente”. Ah, essa nova regra vale para todas as franquias da Subway no mundo! Os mais perfeccionistas agradecem.

Vi no Brainstorm #9.

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04/26/2010

TOC

Resolvi fazer esse post depois que eu tweetei que estava viciado em lavar o rosto, aí a @manubarem falou que isso era TOC e eu fiquei pensando na ideia, lembrando de algumas manias e resolvi vir escrever.

Eu não sei o que realmente pode ser considerado TOC, então posso falar besteira nesse post, mas eu quis entitulá-lo intitular assim, ok? E eu também não vou explicar sobre o que é TOC. Se você quiser embasamentos científicos, procure o Google.

Vamos lá. Eu tenho algumas manias bem curiosas e que muita gente também pode ter. Vou listá-las conforme vou lembrando:

Números

Eu tenho uma certa preocupação com números, não gosto de números quebrados (apenas alguns) e os melhores exemplos disso são: controle de volume, Twitter e dimensões no design. Explico.

  • Controle de volume: não consigo deixar o som do carro em volumes que não sejam: 5, 7, 10, 15, 20, 22, 25. Não consigo. Me incomoda. Se alguém que tá comigo muda o volume, eu fico prestando atenção pra ver em qual vai deixar. Se não forem esses números, eu vou e arrumo. Acima de 25 o meu som não suporta, então não sei como seria. Explico o 7 e o 22: 7 é meu número favorito, 22 é simétrico, mas tem alguma coisa diferente nele, porque o 11 também é simétrico e eu não gosto. Isso vale pra televisão, também.
  • Twitter: se eu tenho “834″ followers, eu fico torcendo pra ganhar logo um follower novo e ficar com “835″. O mesmo vale pras pessoas que eu sigo e pras listas. Frequentemente eu revejo minha lista de following e vejo se tem como fazer uma limpa pra deixar num número redondo. Ou procuro alguém interessante pra seguir, com o mesmo objetivo.
  • Dimensões no design: Não consigo criar canvas, shapes, botões e etc, com números quebrados. Tipo 922 pixels. Não dá, impossível. No caso, ou seria 920 ou 925, ou 930 e por aí vai. Mas as vezes eu não controlo a dimensão, aí é ok, mas se eu controlo, tem que ser número “cheio”.

Sucos, chás, cafés e leite

Não consigo tomar até o fim, sempre deixo pelo menos um dedo. Não gosto de bebida que tem coisas no fundo, tipo açúcar, aí eu não tomo tudo. Só consigo se for Coca, Gatorade, cerveja, etc.

Semáforos e visão do futuro

Se tenho algum problema na minha vida e vejo um semáforo, automaticamente eu ligo uma coisa a outra. Por exemplo, em frações de segundos eu penso: se o semáforo ficar amarelo até eu cruzá-lo, é porque vai acontecer X coisa. E, se fica, eu realmente fico preocupado e se eu atravesso o semáforo antes dele ficar amarelo, eu fico aliviado.

Alinhamento

Não gosto de deixar meu MacBook desalinhado com a minha mesa. O mesmo vale pro mousepad e etc. Tem que ser tudo paralelo, de preferência. Aliás, eu sou muito chato com alinhamento, se depender de mim fica tudo alinhado. Principalmente no design, nem que siga um grid invisível, nem que seja por um pixel. No trânsito, se eu paro na primeira fila e já tem um outro carro parado, eu tento deixar o meu carro alinhado com esse que já estava lá.

E você, tem algum TOC ou alguma mania? Quer compartilhar? Comenta aí!

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04/16/2010

O cliente tem sempre razão?

Essa eu respondo sem titubear: Nem sempre.

Pra quem não sabe, eu sou designer e trabalho com internet. Sou aquele cara que faz o “visu” dos sites, que se preocupa em deixá-los bonitos, agradáveis, fáceis de usar e etc.

Ser designer e trabalhar com criação não é fácil. Primeiro porque nem todo mundo entende o que você faz e segundo porque nem todo mundo leva a sério suas habilidades. Não entendeu? Eu explico.

Quem é designer já passou por isso pelo menos alguma vez na vida, às vezes nem sua própria mãe sabe explicar pra amiga o que é a sua profissão.

Quantas vezes já te perguntaram “o que você faz?” e você respondeu “sou designer”. Aí a pessoa fez uma expressão quase que indescritível: ela levantou as sobrancelhas, inclinou um pouco a cabeça pra trás, soltou um “aaaahn” e depois perguntou: “mas e o que você faz?”

Mas isso é aceitável, realmente não é a profissão mais comum do mundo e ela tem várias vertentes, podendo ser designer de automóveis, jóias e, hoje em dia, até de sobrancelhas, né? Então essa aí passa.

O problema é quando duvidam das suas habilidades, ou seja, o cliente te contrata mas não confia no seu trabalho. Não estou generalizando e nem dizendo que o trabalho do designer não é questionável, óbvio, mas isso acontece e muito. Eu, por exemplo, quando contrato um desarmador de bombas, não vou ficar questionando se ele tem que cortar o fio vermelho ou o fio azul. Ele sabe o que está fazendo, né?

Enfim, esse papo rende muito e os comentários estão aí pra isso. Agora, vou tomar a liberdade pra compartilhar algumas pérolas que já vi nesse mundão de meu Deuso:

O preto claro – Esse episódio foi marcante, a cliente viu o preview, disse que gostou, mas que tinha uma única observação:

Esse preto está muito escuro. Você não poderia colocar um preto mais claro?

“Cinza?” Eu perguntei.

Não, cinza não. É diferente, é um preto mais claro, mesmo.

CTRL + Z – Um clássico, risada garantida. Esse eu conto pra todo mundo, inclusive numa palestra que dei para os designers do primeiro ano da UCDB, em 2009. O cliente queria que a marca dele se destacasse mais do background onde estava aplicada e sugeriu que eu aumentasse a intensidade do glow que eu estava usando sutilmente.

Eu falei que ficaria ruim, muito artificial, mas ele insistiu. Apliquei o efeito e ele disse:

Hum, não. Ficou muito forte, não gostei.

Então eu dei CTRL + Z para voltar ao original e poder refazer pra ele ver, quando de repente…

Isso aí, fera! Agora você acertou! Não falei que você conseguia?

Claro que fiquei quieto, né?

Aprovado e desaprovado – Nesse caso, era o design do site de um haras. Usei um marrom bem escuro, contrastando com verde, creme, branco, fonte em tamanho normal, tudo bem dentro do padrão. Foi aprovado de primeira, mas no dia seguinte a cliente volta e diz que o layout foi reprovado. Perguntamos o motivo e ela disse:

É que quem dá a última palavra é o meu pai. Ele é um senhor de 80 anos que tem problemas de visão e não consegue enxergar direito as coisas.

Sem ser maldoso, mas aí fica difícil, né?

E a pérola de todas as pérolas foi a seguinte pergunta:

Você cobra?

Não, meu amigo. Depois que descobri como fazer fotossíntese eu deixei de cobrar pelo meu trabalho.

E você, leitor designer, ilustrador, publicitário e criativo em geral, tem alguma pérola pra compartilhar? Fique à vontade!

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09/16/2009

Cinema sozinho

Cinema sozinho

Tirando a poeira do blog com um assunto bem banal, que pode não interessar a ninguém, mas vamos lá. No final tem um curta bem interessante pra quem ainda não viu e deve compensar o post.

Sempre tive vontade de ir ao cinema sozinho, mas nunca tive coragem, ânimo, sei lá. Até que ontem resolvi seguir em frente. É uma sensação estranha encarar a fila do cinema sem ficar batendo papo com alguém do lado, sem comentar os próximos filmes na programação, esse tipo de coisa.

Bom, cheguei meio em cima da hora então foi comprar o ingresso e ir direto pra sala. Sala 7, meu número preferido.

Entrei já nos trailers, sessão vazia (13h55) e consegui um lugar bem bacana, no meio, na altura certa. Coloquei o celular no silencioso e fiquei ouvindo músicas no iPod quando os trailers pareciam chatos.

Achei que fosse ter um copo de coca-cola enorme e uma pipoca monstruosa só pra mim, mas como foi logo depois do almoço eu não tive apetite/sede o suficiente e resolvi economizar.

Ninguém sentou ao meu lado. Aliás, ninguém sentou na minha fileira, tava bem vazio, então foi um programa *bem* sozinho, como se o cinema fosse particular.

Assisti UP, da Disney/Pixar. Várias cenas engraçadas e rir sozinho também é um pouco estranho, mas divertido ao mesmo tempo. Pude reparar que várias pessoas estavam sozinhas, então deve ser normal esse tipo de programa.

Moral da história: ir ao cinema sozinho é legal, farei de novo com certeza. Mas, acho que ainda prefiro ir com uma boa companhia.

E o curta que prometi no início do post é o que passa antes do UP, chama-se “Partly Cloudy“:

Sobre o filme, acho que é o melhor que vi da Disney/Pixar até hoje, recomendo muito.

E não, o blog não está abandonado!

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06/18/2009

Internet não é consultório médico

Dr. Gregory House não atende pela internet.

Dr. Gregory House não atende pela internet.

Quem me acompanha no Twitter sabe que estou com uma dor de garganta bem chata. Tá inflamada, infeccionada, enfim, fui ao médico e agora estou tomando remédios e esperando a melhora.

Quando comecei a ficar ruim eu fui no Google e busquei por “dor de garganta”. Só pra ver qualé. Acabei recebendo um resultado enorme de gente que busca diagnósticos, consultas e receitas milagrosas pela internet.

Vi várias pessoas – que não são médicas – receitando chás, ervas, sementes e até mesmo mandando o pobre sujeito tomar um coquetel de três remédios de uma só vez, de 4 em 4 horas. Po, vocês não assistem House? É um perigo isso.

Tudo bem que dor de garganta é comum e a maioria dessas receitas caseiras nossas avós já nos deram alguma vez, mas me preocupa saber que muita gente confia até demais na internet. Um deles chegou até a dizer que estava com “preguiça de ir ao médico” e por isso queria uma indicação de algum antibiótico.

Também tenho certeza que muita gente tem medo de ir ao médico e acaba tentando resolver o problema sozinho, aí a internet acaba virando uma “aliada”. E isso é bem perigoso. Mas pude notar também que muitas pessoas alertam pra esse risco e recomendam uma consulta a um médico de verdade. Resta torcer pra que usem o bom senso.

Então, querido leitor, querida leitora, não tá se sentindo bem? Tá passando mal? Sua garganta tá um lixo igual a minha? Sua perna começou a ficar preta, você tá perdendo a visão e seus cabelos estão caindo?

Sai da internet e vá ao médico!

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04/22/2009

Mc Donalds fanfarrão!

Ronald Vacilão

Hoje foi a segunda vez que fui no Mc Donalds aqui de Campo Grande, mais precisamente o da Av. Afonso Pena (sem ser o do shopping) e simplesmente não tinha mais Big Macs!

A primeira vez que isso aconteceu foi há uns dois meses atrás, na ocasião eu aceitei a troca por um Cheddar Mc Melt porque também é gostoso e eu não estava afim de arrumar confusão, mas hoje foi demais.

Estava entrando com o carro no drive e um atendente chegou e disse:

Senhor, estamos informando que no momento temos apenas o Big Tasty e o Mc Max, todos os outros lanches estão em falta. Refrigerante apenas pequeno e médio. Ah, também não temos batata frita.

Whatahell? Até as batatinhas? É o fim dos tempos! Pelo menos estavam avisando logo na entrada, porque se eu ficasse naquela fila de carros pra chegar no caixa e me falarem que aquele Mc Donalds tá praticamente falindo, aí o bicho ia pegar.

A solução foi comprar lanche de algum outro lugar qualquer. Ronald, que isso não se repita.

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03/30/2009

Minutinho do Planeta

Acho que todo mundo ficou sabendo e muita gente realmente participou da tal Hora do Planeta, mas o título do post é “minutinho” porque eu não quero abordar esse tema (se a atitude realmente vale a pena ou não, etc) mas uma coisa me deixou bastante curioso: a idéia principal não era apagar as luzes durante uma hora para alertar o mundo sobre o aquecimento global?

Então, alguém me explica essa genial idéia da galera do parlamento de Pequim? Veja a imagem abaixo (principalmente a legenda) e tente dar uma explicação. A melhor resposta ganha um cubo de gelo.

horadoplaneta

A legenda diz: Teatro Nacional de Pequim (à esquerda) fica às escuras na “Hora do Planeta”, ao lado do parlamento de Pequim, iluminado, para chamar atenção para o aquecimento.

E aí? Culpa dos “china” ou do estagiário (sempre eles) da Globo.com?

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03/28/2009

Ele voltou!

bearhug

Sua última aparição foi no dia 10 de Dezembro de 2008. A partir daí, sem entender o motivo, simplesmente deixei de vê-lo. As pessoas me perguntavam: “Edu, cadê ele?” Eu mal sabia o que responder. Apenas sabia que ele não estava mais presente.

Passamos as festas de fim de ano afastados. Natal, ano novo e até mesmo o carnaval, época de comemoração e sacanagem, seria mais uma data sem ele. O tempo passa, a gente acha que esqueceu, acha que superou, mas de vez em quando nos pegamos pensando no que teria realmente acontecido.

Eis que, hoje, dia 28 de Março de 2009, eu posso com certeza afirmar: ele voltou! Sim! O Feed RSS do meu blog voltou! Ainda não consigo dizer o real motivo dele ter desaparecido, mas fiz tantas coisas ao mesmo tempo que de repente percebi que ele estava funcionando novamente, a todo vapor!

Quem assinava o RSS vai voltar a recebê-lo normalmente. Se você não assinava, assine agora!

Ah, eu adoro esses reencontros.

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