Dexter

Eu tenho uma quedinha por esse assunto de serial killers, investigação policial, análises minuciosas de crime scenes, acharem o assassino por causa de uma mísera gota de sangue que não foi bem limpa e, principalmente, por aprender que qualquer um pode ser o bad guy.
Comecei a assistir o seriado Dexter depois que li um pouco a seu respeito. Sabe essas pessoas que conseguem escapar dos crimes que cometem? Saem ilesas, de alguma forma conseguem driblar o sistema e não há muito mais o que fazer.
Dexter simplesmente faz esse trabalho sujo. É um serial killer de assassinos. Tem seus princípios, suas regras, seu código Harry, mas se precisar matar, ele mata.
Mas um detalhe: Dexter é da polícia forense, especializado em manchas de sangue. Ele que ajuda a prender esses assassinos. De dia é o mocinho e a noite é o vilão.
Vale dizer que a abertura dos episódios é sensacional, faz uma leve comparação com assassinatos. Mostra ele fazendo a barba, bem de pertinho, como se fosse uma foto em macro, depois cortando uma laranja, tudo de pertinho, mostrando bem as texturas e os cortes.
Em seguida, ele passa o fio dental, segurando com força, como se estivesse enforcando alguém. O mesmo acontece com o cadarço do tênis, puxado com força. No final, ele coloca a camiseta e ela “gruda no rosto” enquanto veste o corpo, como se fosse um pano/plástico sufocando a vítima. Só percebi essas ligações no terceiro episódio
Se você está procurando algo legal para assistir, fica a minha recomendação. Dexter é empolgante e, pelos menos comigo, me faz pensar bastante. Na noite passada assisti o sétimo e o oitavo episódio, que foram surpreendentes. Pena que estava tarde, a vontade era de continuar assistindo o resto.
Dexter diz que todos temos um lado obscuro, uma espécie de “lobo mal” interior. E eu acho que ele está certo.
Para saber mais:

Temos 13 comentários nesse post: