Toda Leica tem alma

A primeira campanha da Leica no Brasil é essa aí de cima. Impecável, como tudo que é produzido pela empresa alemã.

O vídeo conta a história da Leica III e do fotógrafo Robert Capa, quando ambos morreram numa mina terrestre, na Guerra da Indochina, em 1954. E para provar que toda Leica tem alma, a reencarnação do preto e branco veio em forma de câmera digital, a M-Monochrom.

Aplausos.

CASCO

Hoje chegou meu adesivo de madeira pra iPhone, da CASCO.

Feito de pau-ferro, essa “película” deu um toque todo especial pro aparelho.

É só alinhar com o iPhone e pressionar por alguns segundos e já está bem aplicado. Na primeira tentativa eu errei o posicionamento por meio milímetro, quase entrei em choque e tive que retirar e colocar de novo. Mas mesmo assim não deu problema algum, não entortou e nem perdeu cola.

A textura (e o cheiro) da madeira são sensacionais. Fica até mais fácil de segurar o iPhone.

A CASCO é um jovem estúdio de criação de objetos desenhados por Tatiana Sobral e Lucio Kanonenko.

Dá vontade de comprar a loja toda.

Instagram Web Profiles

Essa semana o Instagram começou a liberar aos poucos a interface web para os perfis de usuários.

A ideia é simples e até demorou pra ser lançada. Antigamente, se você quisesse visualizar/compartilhar suas fotos do Instagram no browser, era necessário recorrer a terceiros como o Instagrid.

Agora fica tudo centralizado numa única página, permitindo likes, follows e comentários. Mais fácil de visualizar suas fotos e as dos outros também, a não ser que o perfil seja privado.

Será que uma “timeline web” está a caminho? Me agradaria muito.

E você pode me seguir por lá :)

 

Mission 26 The Big Endeavour

Um belíssimo time-lapse do ônibus espacial Endeavour pelas ruas de Los Angeles.

Via B9.

Interatividade em anúncio impresso?

Sim, com a ajuda de um iPad. É o que a Lexus fez para promover o novo Lexus ES 2013.

Review: Boxee Box

Meu método para assistir filmes e séries baixados da internet era um tanto quanto oldschool. Eu fazia o download no iMac, passava os arquivos para o MacBook e então o conectava na TV. Parece simples, mas é um processo chato e trabalhoso. Além disso, o áudio não passava pelo HDMI, comprometendo a experiência toda.

Para melhorar esse fluxo, resolvi comprar um media center. Após pesquisar umas opções no mercado, acabei optando pelo Boxee Box, da D-Link.

Esse é um review de primeiras impressões e como nunca tive um media center antes, não vou fazer nenhum tipo de comparação com WDTV e semelhantes. Vou falar apenas de pontos positivos e negativos.

Pontos positivos

  • Design: o Boxee é lindo e diferente. Ele parece que está “afundando” na superfície, tem um tamanho bom e alguns caprichos como base emborrachada e o logo que acende quando o aparelho está ligado. Deixa de ser mais uma coisa no rack e passa a ocupar local de destaque.
  • Controle remoto: tem duas faces, a primeira com botões principais de navegação e a segunda é um teclado QWERTY, o que faz uma imensa diferença na hora de buscar algo e navegar. Porém, seria melhor ainda se as teclas fossem iluminadas.
  • Toca tudo: você não precisa se preocupar com formatos de vídeo, áudio e legendas. Ele roda inclusive MKV.
  • Apps: além de poder assistir seus arquivos locais, o Boxee tem aplicativos de terceiros, como Flickr, Spotify, YouTube, Vimeo etc. Ótimo para perder um tempo vendo os mesmos vídeos que você assistiria no computador, com a vantagem de estar jogado no sofá.
  • Social: associei meu Boxee à minha conta no Facebook, então posso compartilhar o que estou assistindo com meus amigos e vice-versa. Também tenho um apanhado de todo material de vídeo compartilhado no Facebook.
  • Organização: principalmente se tratando de séries, é fundamental que esteja tudo organizado por temporadas e marcando os episódios que você já assistiu, e isso o Boxee faz com perfeição. Ele também deixa seu catálogo organizado com capas, sinopse e nota do IMDB.
  • VPN: o Boxee possui cliente de VPN nativo, assim você pode driblar os bloqueios internacionais, como a Netflix americana.

Pontos negativos

  • Interface: não é um desastre, longe disso. Mas poderia ser mais intuitiva e com menos cliques. Demorei um pouco para conseguir ativar as legendas, por exemplo.
  • Conteúdo: o Boxee tem muito mais vantagens e recursos lá fora. Aqui no Brasil temos muito menos conteúdo de streaming e muito mais restrições. No meu caso, vai funcionar 99% do tempo para assistir filmes/séries que baixo da internet.
  • Netflix: esse é um ponto de discórdia que já gerou muitas reclamações de consumidores junto à D-Link. Foi muito divulgado o suporte do Netflix nos Boxees do Brasil, mas isso só ocorre na gringa. Tem um botão exclusivo do Netflix no controle remoto, mas o acesso ao conteúdo brasileiro é vetado por enquanto.

Mas e aí, vale a pena comprar o Boxee? No meu caso, sim. Fiquei satisfeito com o produto até agora. Meu perfil de uso é exatamente o que descrevi no início do post: assistir filmes e séries, com legenda, no conforto do sofá. E isso o Boxee me entrega bem. Mas se você quer algo com mais conteúdo de streaming e Netflix, recomendo pensar com calma antes de comprar.

O produto já está sendo vendido no Brasil e pode ser encontrado em e-commerces, numa faixa de preço que varia entre R$ 340 a R$ 800.

E você, tem experiência com outros media centers? Compartilhe nos comentários!

Remembering that you are going to die is the best way I know to avoid the trap of thinking you have something to lose. You are already naked. There is no reason not to follow your heart.

- Steve Jobs

Chirp

Hoje o Pablo Lobo me mostrou um app pra iPhone muito interessante, o Chirp.

No início é um pouco difícil entender a ideia e como ele pode ser realmente útil. Eu recomendo deixar essa segunda parte pra depois.

Vamos falar do conceito. É como se o seu celular falasse. Ou melhor, cantasse. Chirp permite compartilhar – até agora – notas de texto, links e imagens, diretamente pelo som. Um iPhone “fala” e o outro escuta. E pronto, um arquivo foi compartilhado.

De início fiz uns testes com o Dani e funcionou perfeitamente. Conseguimos trocar fotos, textos e links sem sincronizar nada, sem adicionar ninguém, sem sequer se identificar via Facebook ou Twitter. Apenas pelo som.

E por ser pelo som, não é necessário nem estar de fato perto um do outro. Não é necessário sequer conhecer um ao outro. É aí que a brincadeira começa a ficar interessante. O Dani deu um exemplo de uso muito bom: podcasts.

Vamos supor que o Jovem Nerd lance um novo episódio do Nerdcast e, no meio do programa, decidem presentear os ouvintes com um código promocional para comprar um PS3 com desconto em alguma loja. É só eles digitarem o código e mandar o Chirp cantar. As pessoas, em suas casas ouvindo o podcast, podem acionar o app e receber o brinde.

Outro exemplo: o Pearl Jam, no meio de um show pra um estádio lotado com mais de 20 mil pessoas, resolve dar acesso exclusivo, ali na hora, ao link de download do novo álbum. Basta o Eddie Vedder colocar o Chirp no microfone e voilá.

Pensando num caso mais extremo ainda, um país inteiro pode ser alertado via rádio com mapas e geolocalização de onde se abrigar numa epidemia zumbi.

Existem buracos e coisas que poderiam funcionar melhor? Existem. Mas isso pode revolucionar a maneira como compartilhamos as coisas.

É esperar pra ver. E ouvir.

As coisas que nos conectam

Um comercial simples e muito bonito do Facebook para comemorar 1 bilhão de usuários.

Criado pela Wieden+Kennedy de Portland e dirigido por Alejandro Iñárritu.

PUBLIC Bikes

Rob Forbes e suas lindas bicicletas da PUBLIC.

“Our bikes are designed to put a smile on your face and make you feel like a kid again.”

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